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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Oração e Discernimento Vocacional




Quando se fala em vocação, qualquer bom orientador sabe que o primeiro passo é a vida de oração. Não existe bom discernimento nem vivência vocacional sem uma busca séria, sincera de oração. Isso porque a Pessoa de Deus e a experiência com Ele são a origem e o fundamento de qualquer vocação.
Podemos constatar isso na vida dos grandes homens e mulheres das Sagradas Escrituras e da Igreja, como a experiência com o Senhor foi o ponto de partida, a via a ser percorrida e o fim de suas existências. Na vida do grande apóstolo Paulo, vemos quantas vezes ao longo do seu árduo caminho de resposta a Deus ele fez alusão a experiência de Damasco. Algumas vezes para convencer seus interlocutores da autenticidade do seu chamado, de como vira o Senhor e ouvira sua voz (cf. At 9,1-18). Outras vezes parece simplesmente fazer aquilo que o seu povo, os judeus, tão bem realizava: memória bíblica, cujos grandes frutos são a fé, a esperança e a caridade (cf. At 22,1-15).
Cada vez que Paulo fazia memória dos feitos de Deus, de sua voz e olhar inconfundíveis, ocorridos na sacra estrada de Damasco, parecia refazer-se como homem, como cristão, como apóstolo do Senhor (Gl 1,12-15).

Achado arqueológico confirma existência histórica de Sansão.



Uma monumental sinagoga do período romano tardio (séculos IV e V d.C.) foi descoberta em escavações arqueológicas em Huqoq na Galileia, Israel, neste mês de julho. O anúncio foi feito pela Israel Antiquities Authority, a maior autoridade em Israel sobre a matéria.

As escavações estão sendo conduzidas por Jodi Magness, da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill – UNC (EUA), e David Amit e Suá Kisilevitz, da Autoridade de Antiguidades de Israel, sob o patrocínio da UNC, da Universidade de Brigham Young de Utah; da Trinity University de Texas; da Universidade de Oklahoma – todas elas dos EUA –, e da Universidade de Toronto, Canadá.

Estudantes e funcionários da UNC e das entidades consorciadas participam dos trabalhos.

Huqoq é uma antiga aldeia judaica localizada a aproximadamente 2-3 km a oeste de Cafarnaum e Migdal (Magdala).

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Eliminando os maus vícios

Imagem de Destaque
Para manter-se fiel é preciso ser coerente
 Nossa vida nem sempre está preparada para acolher novidades, projetos novos, etc. A vida pode ser comparada a um campo virgem; no momento em que se deseja plantar nele, é preciso prepará-lo bem. O agricultor, que somos nós, prepara o terreno, busca fertilizar a terra e só depois planta os grãos. Enquanto não era fértil, nada nele crescia, mas agora que o terreno é bom, nele também podem crescer sementes de outras plantas que não foram semeadas, que estavam ali antes do solo ser adubado e que colocam em risco a boa semente. Assim também acontece com um ideal.

Ao lado de um ideal, surgem também vícios e hábitos adquiridos antes dele, os quais, se não forem combatidos, acabam por ferir ou mesmo destruir todo o objetivo, todo o projeto e, por fim, toda a vida. Não é possível cultivar costumes de naturezas diversas no mesmo campo. No Evangelho de Mateus (Mt 13), encontramos a parábola do semeador e vemos os riscos que a semente corre para seu desenvolvimento, porque o terreno está cheio de hostilidades. Se os espinhos crescem ao lado da boa semente, podem vir a sufocá-la. O ideal, que é a semente, era boa; a terra era de boa qualidade e fertilizada, mas as pragas do campo terminaram por sufocar a semente.

O bom trigo não cresce onde os espinhos não são arrancados. Por isso, se não arrancamos de nós os hábitos contrários aos nossos projetos, eles acabarão sufocando aquilo que de bom estávamos cultivando. Ao lado de um ideal sempre crescem seus opostos; se algo é exigente, a preguiça e a distração logo se achegam como uma força contrária que impulsiona a abandonar tudo. Podemos ter os melhores projetos e propósitos, mas se não estivermos atentos às vozes contrárias que se insinuam, desorganizam nossa vida e enfraquecem nossas determinações, teremos nosso terreno, onde foi semeado o bom trigo, transformado em um grande matagal de espinhos; pior ainda quando se termina por apenas justificar a infidelidade e abandonar o terreno.

A Vasectomia pode “invalidar” o matrimônio?



A vasectomia é uma intervenção cirúrgica que visa a esterilização do homem.
A Igreja Católica aprova essa intervenção ou qualquer outra que provoque a esterilização?
O Catecismo da Igreja Católica, em seu nº 2399, afirma que:
“A regulação da natalidade representa um dos aspectos da paternidade e da maternidade responsáveis. A legitimidade das intenções dos esposos não justifica o recurso a meios moralmente inadmissíveis (por exemplo, a esterilização direta ou a contracepção.”
Desta forma, a vasectomia, enquanto esterilização direta, é reprovada pela Igreja. Mas, sabe-se que existem situações que indiretamente contribuem para a esterilização, como, por exemplo, a extração de um tumor nos testículos. Nesse caso, não há problema.
A fim de aprofundar o tema, reportamo-nos a uma resposta da Congregação pda Doutrina da Fé a Conferência Episcopal norte-americana “Haec Sacra Congregatio”, de 13 de março de 1975, cujo teor transcrevemos:
Qualquer esterilização que, por si mesma ou por sua natureza e condição própria, tem por único efeito tornar incapaz a potência procriadora deve ser considerada esterilização direta., assim como é entendida pela pelas declarações do Magistério pontifício, especialmente de Pio XII.
Por isso, ela permanece absolutamente proibida segundo a doutrina da Igreja, não obstante toda reta inteção subjetiva dos que a praticam no intuito de curar ou de prevenir um mal físico ou psíquico que se pode prever ou recear como consequência de uma gravidez. E a esterilização da faculdade procriadora mesma é proibida mais estritamente ainda que a esterilização de atos determinados, porque acarreta para a pessoa quase sempre um estado de esterilidade irreversível.
E não vale invocar mandato da autoridade pública que, pretextando a necessidade do bem comum, queira impor uma esterilização direta, pois isso lesaria a dignidade e inviolabidade da pessoa humana.

Reforma do Código Penal: A lei deve partir da VERDADE e não apenas da AUTORIDADE.


*Pe. Rafael Fornasier
“Auctoritas, non veritas facit legem”. (A autoridade, e não a verdade, faz a lei). A afirmação de Thomas Hobbes, na sua célebre obra “O Leviatã”, manifesta o difícil compito da reflexão em busca do equilíbrio entre o exercício da autoridade e do poder, legitimamente constituídos, e a adequação, segundo a reta razão, entre ética e lei.
O fantasma do despotismo, que faz pouco caso da reflexão ética sobre o agir humano e a própria pessoa, ronda a apreciação jurídica do que seria admissível ou não no âmbito social e privado. A verdade já não teria sido evacuada num sistema onde o que mais conta são a força e as estratégias de articulação política, influenciadas por interesses escusos?…
Na proposta de reforma do Código Penal, debatida atualmente no Senado brasileiro, alguns grupos de pressão, que no início tinham pegado carona com a necessária iniciativa, parecem ter assumido a direção. Com efeito, a corrupção no plano político-financeiro se revela como a ponta do iceberg de uma corrupção de valores éticos, que se torna cada vez mais apanágio de disputas ideológicas pelo poder.
Por conseguinte, alguns artigos do anteprojeto de reforma apresentam sérias dificuldades éticas e contrárias a valores da população brasileira. O texto do anteprojeto, que se encontra no site do Senado (clique aqui para baixar o texto na íntegra), já foi entregue ao Sen. José Sarney, que o encaminhou, sem mais delongas, para a Comissão de Constituição e Justiça. Nesta Comissão, foram nomeados os 11 senadores (clique aqui para ver a lista completa) que compõem a Comissão Especial Interna do Senado, aguardando agora sua instalação. Segundo regimento interno do Senado – salvo excessões – após instalação da Comissão, há somente 20 dias para apresentação de emendas,  que podem ser feitas por qualquer senador.
Cabe aqui acenar en passant para alguns pontos que deveriam suscitar maior reação do povo brasileiro, através de atitude consequente e oportuna por parte de todos junto aos senadores.

Como perceber a beleza da vida se nos falta a fé em Deus?



Recém-falecido autor das Crônicas Marcianas, Ray Bradbury convida a redescobrir a fé

Por Andrea Bartelloni

“Em 1859, Darwin abriu as portas para um novo tipo de organização ideológica do pensamento e da fé: uma organização baseada na evolução (…) No pensamento evolucionista, não há necessidade nem espaço para o sobrenatural. A terra não foi criada, evoluiu. Assim também os animais, as plantas e mesmo nós, os homens, mente e alma, cérebro e corpo. E assim, a religião”. Com estas palavras, Julian Huxley descreveu com grande honestidade intelectual o trabalho do célebre cientista britânico.

Esta citação vem à mente quando se leem as histórias de Ray Bradbury em Crônicas Marcianas. O autor norte-americano, recentemente falecido, coloca na boca de um dos vários protagonistas uma frase que diz muito sobre o seu passado cultural. É uma reflexão sobre a causa do declínio da raça humana: a perda da fé.

Perda de fé ligada ao aparecimento de Darwin e das suas teorias, juntamente com Huxley e Sigmund Freud, o pai da psicanálise (nos anos em que Bradbury escreve, a psicanálise freudiana causava furor nos EUA).

São teorias abraçadas com alegria, mas que percebemos que elas entravam em confronto com a religião. “Não querendo removê-las, removemos as religiões”, conclui o protagonista da história.

A "Lourdes africana": 500 mil fiéis visitam Nossa Senhora de Muxima



Por volta de 500 mil fiéis reuniram-se na localidade de Muxima, a 150 quilômetros de Luanda, para a peregrinação anual, dedicada à "Mamá Muxima", a Santa Mãe de Deus. A cidade, conhecida como a "Lourdes africana", está situada no coração do parque nacional de Quissama, e acolheu a grande quantidade de peregrinos, que chegaram de todas as partes do país para prestar sua devoção à Santíssima Virgem.
A pequena imagem, que está na Igreja, é de origem portuguesa. " Muxima poderá converter-se em uma meta de devoção para milhões de pessoas, como Fátima em Portugal ou Lourdes na França", afirma o reitor do santuário, Padre Albino Reyes Gonzáles.
A Igreja de Nossa Senhora de Muxima, "do meu coração" na língua local: kibundu, foi construída pelos portugueses no século XVI. "Quando conseguiram expulsar aos holandeses do país, quiseram homenagear à Virgem - conta o Bispo - com esta construção, para agradecer-lhe pela vitória". (DA)

Autor: Gaudium Press

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Bento XVI prepara nova encíclica sobre a Fé.

O Secretário de estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, afirmou no dia 02 de agosto que o Papa Bento XVI prepara uma nova encíclica sobre a Fé, como "um grande presente pelo Ano da Fé".
Ao celebrar a Missa na Igreja Paroquial de Introd, no Vale d’Aosta (Itália), onde passa uns dias de repouso, o Cardeal Bertone comunicou aos assistentes que "o Santo Padre já concluiu o terceiro volume de sua trilogia sobre a vida de Jesus, que consistirá em um manuscrito dedicado a Jesus de Nazaret", e "depois, possivelmente também tenha lugar uma encíclica".
A encíclica do Papa apareceria no contexto do Ano da Fé, estabelecido pelo Pontífice para ser celebrado de 11 de outubro de 2012 a 24 de novembro de 2013, comemorando os 50 anos do início do Concílio Vaticano II e os 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica.
Depois de escrever sobre a caridade e a esperança, uma encíclica dedicada à fé completaria as cartas que o Santo Padre dedicou às outras duas virtudes teologais: Deus caritas est (Deus é amor), de 25 de dezembro de 2005; Spe salvi (Salvos na esperança), de 2007, e Caritas in veritate (Caridade na verdade) de 2009.
Em sua homilia, o Cardeal Tarcisio Bertone assinalou, que o ministério do Papa significa "cuidar de outros, defender os mais fracos, os necessitado, e à imagem e semelhança do bom pastor, fazer resplandecer a realeza de Cristo".

Fonte: ACI Digital

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Ainda as conclusões do IBGE sobre a diminuição de católicos. Uma análise.


Por Luiz Eduardo Cantarelli
Nem todos futuros são para desejar, porque há muitos futuros para se temer. (Pe Antônio Vieira).
Em 1970, os católicos eram 90% dos brasileiros. Hoje, segundo o IBGE, são 64,6%, ou seja, 26%, uma massa de 37 milhões – uma Argentina de gente -, deixou de ser católica. Ao seu estilo, Nelson Rodrigues preconizava na década de 70 que o Brasil seria, no futuro, o maior país de ex-católicos do mundo.

Para onde partem os católicos? Na sua grande maioria, seguem para as, assim chamadas, religiões evangélicas, principalmente para as de cunho pentecostal e autônomas. No último censo, os protestantes subiram de 15% para 22,2%, dentre estes, estão os tradicionais que ficaram patinando nos 4%.

O espiritismo, que na década de 50 pensou-se que seria a religião do Brasil, estancou em 2%.
Os “sem religião” margeiam os 8%, sendo que os 3% restantes estão espalhados nas diversas outras propostas religiosas. Então, basicamente, o funil de saída é para o protestantismo e, daí, parte deles migra para os “sem religião” – o que não quer dizer que se tornam ateus.

Quando estancará o vertedouro de escoamento é uma incógnita, pois vários são os fatores, objetivos e subjetivos interferentes nesse processo, alguns destes relevantes que ouso explicar o movimento.

O primeiro: o “espírito do tempo” que estamos vivenciando, um mundo plural, em que a morte do passado nos revela que tradição não dá mais liga e o individualismo é o senhor da razão. Nesta nova visão de mundo, tem muito pouco valor aquilo em que os antepassados creram e viveram. A experimentação do novo e a curiosidade do desconhecido soam forte em cada um.
Segundo Dr. Flávio Pierucchi, da USP: “Uma sociedade que não precisa mais de Deus para se legitimar, se manter coesa, se governar e dar sentido à vida social, mas que, no âmbito dos indivíduos, consome e paga bem pelos serviços prestados em nome dEle”.

Reflexões para o Mês das Famílias

A Igreja no Brasil aproveita o mês de Agosto para dar enfoque às vocações. Além das vocações sacerdotais e religiosas, outro dos chamados que é refletido é o da família cristã, berço e célula básica da sociedade. Uma família que viva os preceitos do Evangelho e seja, no mundo atual, testemunho do amor de Deus.
A coordenação nacional do Ministério para as Famílias propõe uma série de reflexões para este mês. Baseadas no tema do Encontro Mundial das Famílias deste ano, “A família: o trabalho e a festa”, esses temas semanais poderão a ajudar na oração em família ou no próprio Grupo de Oração.
1ª semana: O Segredo de Nazaré
Lc 2,51-52
No povoado da Galileia, Jesus viveu o período mais longo de sua vida. Foi aí que Ele viveu trinta anos como filho numa família humana, formada por Maria e José, tempo que se tornou revelação do mistério da humildade de Nazaré. Na família de Nazaré, Jesus se fez um de nós, fazendo a experiência de ser humano.
O profundo mistério de Nazaré: Jesus, a Palavra de Deus em pessoa, habita-se na nossa humanidade. As palavras humanas, as relações familiares, a experiência da amizade e da conflitualidade, da saúde e da enfermidade, da alegria e do sofrimento tornaram-se linguagens que Jesus aprendeu para o anúncio da Palavra de Deus.