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sábado, 19 de março de 2011

Decisão inapelável: Corte européia decide que crucifixos permanecerão nas escolas públicas, na Itália.


A Corte Européia de Direitos humanos com sede em Estrasburgo decidiu hoje, em uma sentença inapelável, que os crucifixos podem permanecer nas escolas públicas.

Esta sentença foi promulgada logo depois da posição favorável aos crucifixos na Itália e na Áustria, após sentenças da Corte Suprema de Cassação, no primeiro caso, e da Corte Constitucional, no segundo.
Com a resolução de hoje a Corte Européia estabelece que “não existe violação do artigo 2 do protocolo N° 1 (direito à educação) da Convenção Européia de Direitos humanos”.
Este artigo se refere à obrigação do estado, “no exercício de suas funções em relação à educação, a respeitar o direito dos pais de educar os seus filhos de acordo às suas convicções religiosas e filosóficas”.
A sentença da Corte indica que “embora o crucifixo seja acima de tudo um símbolo religioso, não há evidencia para a Corte de que sua exposição em uma parede de uma sala de aula influencie os alunos”.
“Além disso -diz a resolução- embora se compreenda que a demandante tenha visto que esta exposição do crucifixo nas salas de aula à que assistiam suas filhas como uma falta de respeito do Estado a seu direito de educar conforme suas próprias convicções filosóficas, sua percepção subjetiva não foi suficiente para estabelecer uma violação do artigo 2 do protocolo 1″.
A sentença também recorda que o governo italiano explicou em sua apelação que “a presença dos crucifixos nas escolas públicas corresponde a uma tradição que consideram importante perpetuar”.
Do mesmo modo, as autoridades da Itália ressaltaram que o crucifixo não é apenas um símbolo religioso mas “representa os princípios e valores que formaram os alicerces da democracia e da civilização ocidental, e que sua presença nas classes é justificável a este respeito”.

São José pode ser considerado Padroeiro da evangelização da América


Na véspera da festa de São José que a Igreja celebra no dia 19 de março, Irma Barriga, autora do livro "Patrocinio, monarquia y poder: el glorioso patriarca señor San Joseph en el Perú virreinal", assinalou à agência ACI Prensa que o Santo Custódio também pode ser considerado Padroeiro da Evangelização da América.

Em diálogo telefônico a autora explicou que "todo o continente descoberto pode ser posto sob sua advocação" a propósito do livro recentemente publicado pelo Instituto Riva-Aguero da Pontifícia Universidade Católica do Peru no qual ela analisa o papel de São José na idade Média, no barroco e no Peru na época colonial.

A historiadora explicou que aqueles que chegavam ao princípio da evangelização da América o faziam com a idéia de que "neste mundo pode-se partir de zero sem os defeitos do mundo anterior, do velho mundo e pode-se partir, com os princípios primitivos do cristianismo: austeridade, laboriosidade, simplicidade".

"A figura de São José que fala de obediência, humildade, é apropriada para as ordens que chegavam à América de evangelizar e que passam um processo de reforma no qual procuram todos estes princípios".

sexta-feira, 18 de março de 2011

O Cordão de São José

São José, Pai virginal de Jesus, Esposo da Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus e nossa, e guarda do Filho de Deus, patrono Universal da Santa Igreja, protetor e modelo dos operários, modelo e protetor das famílias e conforto dos atribulados, rogai sempre por nós que recorremos a Vós.

Origem, Finalidade, Modo de usar e Benefícios
O Cordão de São José teve usa origem na Bélgica, mais precisamente, na cidade de Anvers, onde se localizava o convento das Agostinianas. Conta-se que Sóror Isabel Sillevorts foi, em determinada ocasião, atacada do "mal de pedra", sem que todos os recursos da medicina, empregados para curá-la, surtissem qualquer efeito. Devota de São José, Sóror Isabel, animada da mais firme confiança no Patrocínio deste Glorioso Santo, conseguiu que um Sacerdote lhe benzesse um cordão, cingindo-o à cintura, em homenagem ao grande Patriarca, abandonando, dessa forma, os recursos da terapêutica e iniciando, com todo o fervor, uma Novena de Súplica ao Esposo puríssimo da Virgem Maria, Mãe de Deus. Alguns dias depois, mais precisamente em 10 de junho de 1649, quando, entre fortes dores, fazia ao Santo as mais ardentes súplicas, Sóror Isabel se vê livre de um cálculo de dimensões muito grandes, ficando, assim, completamente curada. A repercussão do milagre foi muito grande e rápida, fazendo com que aumentasse, nos habitantes de Anvers, a devoção a São José, que já não era pequena. Em 1842, na Igreja de São Nicolau, em Verona, por ocasião dos piedosos exercícios do mês de São Paulo, foi esse fato publicado, causando grande repercussão e muitas pessoas enfermas cingiram-se com o cordão bento e experimentaram o valioso auxílio do Glorioso Patriarca, o Santíssimo José. O uso do Cordão de São José foi crescendo cada vez mais e, hoje, ele não é só procurado para alívio das enfermidades corporais, mas, também, e com igual sucesso, para os perigos da alma. Devemos, também, salientar que, o Cordão de São José é utilizado como uma arma poderosa, contra o demônio da impureza. Devido à sua comprovada eficácia contra os males corporais, espirituais e morais, a Santa Sé autorizou a Devoção do Cordão de São José, permitindo até que fosse usado pública e solenemente. Permitiu, também, a Santa Sé a fundação da Confraria e Arquiconfraria do Cordão de São José, elevando uma delas à categoria de PRIMÁRIA. Em setembro de 1859, dando provimento a uma petição do Bispo de Verona, a Sagrada Congregação dos Ritos aprovou a fórmula da Bênção do Cordão de São José. O Cordão de São José deve ser confeccionado com linho ou algodão bem alvejado. A pureza e a alvura desses materiais nos hão de indicar a candura e a virginal pureza de São José, castíssimo esposo da Virgem Maria, Mãe de Deus.
Numa das extremidades, o Cordão tem Sete nós que representam as sete tristezas e as sete alegrias do Glorioso São José. Por fim, deve o Cordão de São José ser bento com bênção própria, por sacerdotes que tenham faculdades para isto, dentre eles, o Padre Pedro Antonio Bach, da Congregação dos Religiosos de Nossa Senhora de Sion. O Cordão de São José, desde que esteja bento, pode ser usado das seguintes formas: Usá-lo cingido à cintura sob a roupa (o cordão maior), no pulso (o cordão menor) ou tê-lo bem guardado para ser usado por ocasião de dores e sofrimentos físicos, aplicando-o com fé na parte enferma do corpo, como costumamos fazer com medalhas do Senhor Jesus e de Nossa Senhora, rezando, então, a São José, sete vezes o Glória ao Pai. Pode, também, ser usado no carro, nos livros escolares, na carteira de documentos, na carteira de motorista, no travesseiro etc. Pode, também, ser colocado na cabeceira do doente e no pulso. As pessoas que usarem, habitualmente, o Cordão de São José terão a graça da boa morte. Aqueles que o trouxerem, constantemente, consigo, terão proteção, especialmente, na guarda e na defesa da sublime virtude da castidade, em qualquer de seus três graus e categorias. O Cordão de São José pode e deve ser usado pelas gestantes que o levarão cingido à cintura, protegendo-as do perigo de aborto, nos partos difíceis etc, como comprovam centenas de fatos. Deve-se rezar, diariamente, Sete Glórias ao Pai em honra das sete dores e das sete alegrias de São José, ou qualquer outra oração a São José. O Papa Pio IX enriqueceu esta fácil e benéfica devoção, com várias indulgências plenárias e parciais.

Indulgências:
Dias nos quais se lucram indulgências plenárias trazendo consigo o cordão: No dia do recebimento do Cordão; No Natal (25/12); Na festa de Nossa Senhora Mãe de Deus e Circuncisão (01/01); Na festa de Reis (06/01); na festa da Páscoa, na festa da Ascensão, na festa de Pentecostes e na festa de Corpus Christi; Na Festa do Sagrado Coração de Jesus; Na festa do Imaculado Coração de Maria (22/08); Na Festa da Assunção de Nossa Senhora (15/08); na Festa dos Esponsais de São José (23/01) e na Festa de São José (19/03); Na festa de São José Operário (01/05); e em perigo de morte.
Condições para ganhar as indulgências plenárias:
a) Confissão;
b) Comunhão;
c) Um Pai Nosso, uma Ave Maria e um Glória ao Pai, nas intenções do Santo Padre o Papa.

Caminhões Capela. ” Não fomos esquecidos”.

Testemunho  anônimo

Em 1950 você teve uma nova ideia brilhante.
Não havia nenhuma igreja católica em várias regiões da Alemanha( pós segunda guerra mundial ) até então totalmente evangélicas, nas quais agora os católicos do Leste tinham encontrado um novo lar. A Santa Missa era celebrada então em salões de baile, ginásios, escolas, barracas e em certas ocasiões, quando o Pastor dava o seu consentimento, também em igrejas evangélicas.
A solução era simples para você: “Eles não têm igrejas, então a igreja tem que ir até eles!” Assim, mandou transformar ônibus e caminhões usados em igrejas móveis. Abria-se um dos lados do veículo e a igreja estava pronta. O som dos sinos vinha de um disco, podia-se escolher entre os sinos da Basílica de S. Pedro e os da Catedral de Colônia. Também não faltava música sacra festiva. Os caminhões capela receberam bonitos nomes e chamavam-se, por exemplo “Caminhão Madona”, “Caminhão Bonifácio”, “Caminhão Magnificat”, “Caminhão Senhor Jesus”, “Caminhão dos Pastores”, “Caminhão dos Samaritanos”, “Caminhão da Paixão”, “Caminhão Verônica” e assim por diante, exatamente como “verdadeiras” igrejas.
Trinta e cinco destas capelas percorreram caminhos na diáspora. Marie G. Goletz, de Oberaula, conta como um caminhão capela chegou à sua aldeia:
Poucos anos haviam se passado desde a Segunda Guerra Mundial. Sem pátria… fui levada juntamente com outros refugiados para Hessen, onde encontramos asilo nas comunidades rurais. Nós éramos os primeiros católicos daquela região desde a Reforma. As necessidades comunitárias atenuaram a distância inicial dos nativos, porque também a população residente tinha sofrido muito com a guerra e as suas consequências. As pessoas adquiriam conhecimento através do trabalho e ajudavam-se mutuamente nas condições de moradia, em parte limitadas.

“Nossas casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios e vivemos sós!”

Gregório Vivanco Lopes
O Prof. José Antônio Oliveira de Resende da Universidade Federal em São João d’El-Rey (MG) faz um depoimento interessante. Ele descreve alguns hábitos familiares de outrora, ainda perfumados pelo que restava de civilização cristã, e hoje desaparecidos, submersos que foram pela enxurrada do paganismo moderno.
Fala-nos das visitas que as famílias se faziam, e que constituíam costume ainda na década de 1950. Vinham impregnadas daquele prazer inocente da família católica, como resto ainda vivo da civilização cristã outrora pujante. Vamos ao texto.
* * *
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho, porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.

Exorcismo.Quais as condições previstas pela Igreja para seu uso?


 
Nascido na Suíça em 1960, o Padre Gilles Jeanguenin é o exorcista da diocese de Albenga-Imperia, no norte da Itália. Autor de “Le diable existe” (Éditions Salvator), ele nos explica em quais condições a Igreja permite recorrer excepcionalmente ao exorcismo e previne contra os abusos, as superstições e a confusão com as doenças unicamente físicas.
A entrevista é de Benjamin Legendre e está publicada na revista francesa La Vie, 08-03-2011. A tradução é do Cepat.
Eis a entrevista.
O que é um exorcismo e quem o pratica?
Pelo exorcismo é a Igreja que age, em nome de Jesus, para libertar uma pessoa ou um objeto que está sob a influência do Maligno. É o Cristo que tem autoridade sobre os demônios; é, portanto, em seu nome que a Igreja ordena esses espíritos maus a abandonarem aqueles que eles possuem ou infestam. Na sua forma simples, o exorcismo é praticado na celebração do Batismo.
O exorcismo solene, chamado grande exorcismo, só pode ser praticado por um padre e com a permissão do bispo do lugar. Consequentemente, os leigos não podem proferir o exorcismo em nome da Igreja: na maioria das vezes não passam de charlatões. Esta observação se aplica também aos padres que gostariam de exorcizar sem estar em comunhão com o bispo local.
O exorcismo é um sacramento?
Não, o exorcismo não é um sacramento, mas faz parte dos sacramentais instituídos pela Igreja. São sinais sagrados que a Igreja quis dar aos cristãos para santificar algumas circunstâncias da sua vida. Estes ritos sagrados compreendem orações de bênçãos às quais se acrescenta o sinal da cruz e outros sinais, como a aspersão de água benta. Estas bênçãos são muito úteis, já que elas nos colocam sob a proteção de Deus e nos ajudam a agir em vista de sua glorificação.
Uma pessoa psiquicamente doente (maníaco-depressiva, esquizofrênica) pode recorrer a um exorcismo para melhorar?
As doenças na ordem da natureza são tratadas com remédios de acordo com a ordem da natureza, e os males espirituais por remédios espirituais: em consequência, não podemos curar as doenças psíquicas ou físicas pelo exorcismo, a menos que o maligno tenha uma influência comprovada sobre elas. Como o “natural” e o “sobrenatural” estão frequentemente ligados, é preciso tomar tempo para discernir a fim de não incorrer em falsas pistas, tanto num sentido como noutro.
Qual é a diferença com uma oração de libertação?
É preciso distinguir oração de libertação e exorcismo. Pela oração de libertação nós pedimos a Deus a libertação daqueles que estão sob o domínio do Maligno. Esta oração pode ser aplicada tanto a si próprio como a outras pessoas que a pedem. A oração de libertação pode ser celebrada pelos padres, diáconos ou por leigos, mas sem tomar a forma de um exorcismo.
O alívio induzido pelo exorcismo é imediato?
Geralmente, sim. Isso não quer dizer que basta um único exorcismo para obter a libertação definitiva da pessoa possuída ou infestada. Se nem sempre há uma libertação total, há uma libertação parcial, que traz um alívio e paz interior a esta pessoa. O exorcismo deve, pois, ser repetido até a obtenção da libertação definitiva, que não depende de nós, mas de Deus.
Há fracassos?
Sim, e por diferentes motivos, alguns conhecidos e outros não. Por exemplo, uma pessoa que vem pedir a libertação, mas que não procura realmente se aproximar de Deus ou continua consultando médiuns e outros profissionais do ocultismo, tira pouco proveito do exorcismo. A falta de colaboração da pessoa pode ser um freio, até mesmo um impedimento para a sua libertação.

quinta-feira, 17 de março de 2011

O cuidado com a vida no planeta

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A criação geme em dores de parto

A Campanha da Fraternidade de 2011 tem como tema: "A Fraternidade e a vida no planeta", e como lema: "A criação geme em dores de parto". O assunto principal dessa campanha é o fenômeno do aquecimento global provocado pelas mudanças climáticas.
De fato, é muito comum nós ouvirmos, principalmente das pessoas mais humildes, que os tempos estão mudados, que as chuvas, o frio e o calor não são como antigamente. As pessoas dizem que o clima está diferente, e está mesmo, todo o mundo percebe isso. E quanto sofrimento isso causa? Basta lembrar os mortos, os desabrigados, os que tiveram de migrar por causa da seca, os que perderam tudo. Diante dessa situação, precisamos pensar em duas coisas: a solidariedade para com as vítimas e a nossa contribuição para diminuir as tragédias.
Deus, que é nosso Pai e quer que todos nós vivamos como irmãos, exige de nós a solidariedade com os sofredores. A caridade é a palavra de ordem do cristão, que deve em tudo viver o mandamento de Jesus: "Amai-vos uns aos outros como eu vos amei". O nosso amor com os sofredores e necessitados deve se tornar gesto concreto, principalmente,  por causa  das palavras de Jesus: "Tudo o que fizestes ao menor dos meus irmãos, foi a mim que o fizestes".
Por outro lado, a partir de atitudes simples, podemos contribuir para melhorar a situação. Uma primeira é a questão do lixo. Quanto mais evitarmos produzir lixo, tanto menos entulho colocaremos nas ruas, evitando entupir bueiros e tubulações, assim como, a proliferação de doenças. Com essa atitude, também diminuiremos a emissão de gases poluentes na atmosfera, que agrava o aquecimento global. Para isso, também é importante lembrar que quanto menos coisas supérfluas consumirmos, quanto mais levarmos uma vida  sóbria, menos consumista, tanto menos lixo produziremos, e também, diminuiremos a exploração de matéria-prima, o desmatamento e a poluição causada pela indústria e pelo transporte dos produtos. Outra atitude que ajuda é conversar sobre esses problemas para que outras pessoas também tomem consciência de sua responsabilidade com a preservação do meio ambiente.
Que Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, una todos os brasileiros nessa corrente que é a Campanha da Fraternidade, para que todos nós e as gerações futuras possam ter uma vida melhor.

POR: Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida (SP)

Seu Grupo é capaz de conseguir 10 novas assinaturas contra o aborto?

FONTE: RCC BRASIL

Nossa luta para recolher um milhão de assinaturas contra o projeto de lei que descriminalizaria o aborto está quase chegando ao fim. Faltam poucas milhares de assinaturas para que alcancemos a meta do abaixo-assinado.
Por isso lançamos um desafio ao seu Grupo de Oração! De acordo com os números desta quarta-feira (16), somos 8.623 Grupos em todo o Brasil. Se cada um desses conseguisse mais 10 novas assinaturas, atingiríamos com folga a quantidade necessária.
Por isso, lancemos as redes mais uma vez em nossa realidade. São apenas 10 assinaturas! Temos certeza que seu GO consegue mais que isso...
Novo endereço
As assinaturas recolhidas devem ser enviadas para o novo endereço do Escritório Nacional da RCCBRASIL:
Praça Vinte de Setembro, 482 – Centro – Pelotas/RS – CEP: 96015-360

“Amigos são anjos que nos ajudam a voar quando nossas asas estão quebradas.”


No meio da devastação do terremoto e tsunami na cidade de Ibaraki, Japão, um cão chamou atenção de todos  ao se recusar a abandonar o “amigo” ferido na tragédia.
Depois de insistência, os dois foram resgatados por veterinários.
Fica pra nós,humanos e racionais, algo a ser aprendido e reafirmado: É nos momentos de dor que aparecem os verdadeiros amigos. Lugar comum,mas sempre verdadeiro!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Pelas baixadas da vida

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Pelas ruas, vemos pessoas amargas com a própria vida
Jesus passou quarenta dias no deserto das montanhas de Judá, confrontando-se com a realidade humana que havia assumido. Ele, que é o Verbo Eterno de Deus, fazendo-se participante de tudo o que é nosso, menos no pecado. Como nosso ambiente de Belém do Pará não nos oferece montanhas a serem contempladas ou escolhidas como espaço de retiro e reflexão sobre nossa humanidade, pensei em passear pelas nossas baixadas, passando pelas beiras dos canais que, tantas vezes, transbordam, entrar pelas vielas e passagens pelas quais transitam homens e mulheres de nosso dia a dia, para encontrá-los com suas vidas carregadas de provocações a si mesmos, à sociedade e a nós todos, Igreja do Deus Vivo. São rostos, muitas vezes, sofridos; mais vezes alegres e esperançosos. É maravilhoso contemplar o mistério do ser humano em sua riqueza!
Encontro gente que procura os meios necessários para levar o pão para a família. Vi tantas barracas abertas nos múltiplos e variados mercados e feiras. Vende-se de tudo, muitas vezes a quem pode comprar pouco! Um guardador de carros, nas ruas de Belém, me pedia ajuda nos dias de carnaval porque pouco trânsito significa para ele pouco dinheiro e pouca comida em casa! O alimento é essencial e pode tornar-se uma tentação quando a sociedade não provê o trabalho necessário a todas as camadas da sociedade, ou quando se espera apenas de Deus o milagre, sem que façamos a nossa parte. “Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus”. E Sua Palavra pede que, em tempo de Fraternidade, multipliquem-se os gestos de partilha entre nós, para que sejam fartas nossas mesas. A cada ano se repete no Brasil o “Natal sem fome”, enquanto o nosso sonho e projeto de irmãos há de ser um mundo sem fome, na superação do desperdício e na capacidade de olhar ao nosso redor, para fazer a nossa parte. Para que haja o pão, só com a Palavra de Deus vivida!

Rosa de Saron em Fortaleza

E para quem gosta do som da banda Rosa de Saron não pode perder a apresentação do grupo próximo dia 07 de maio, na casa de Shows Siará Hall.
Banda é sucesso entre os jovens
A musicalidade do “Rosa” atrai todos os públicos, especialmente, jovens que não estão ligados à Igreja, mas curtem um bom som. Em 2010 o grupo foi indicado para receber o Grammy Latino. Nos sites vagalume e sonora alcançaram o topo do ranking.
Assim o grupo  define em sua missão em seu site: “Apesar de todo reconhecimento e crescimento durante todos esses anos, o objetivo da banda continua o mesmo dos seus primeiros ensaios: Fazer rock com qualidade levando uma mensagem cristã de esperança, fé e amor para todos.”
Rosa de Saron é presença confirmada na Jornada  Mundial da Juventude que acontecerá no mês de Agosto, em Madrid, na Espanha, com o papa Bento XVI.
Atenção para os locais de venda dos ingressos, Lojas Beth Set e Comunidade Canção Nova. Os preços são os seguintes: pista: R$ 20,00 ; Front Stage: R$ 35,00 e Camarote: R$ 50,00. Mais informações pelo telefone 3278.8400, em horário comercial.

Posso contar “contos de fadas” para os meus filhos?

Esconder dos seus filhos histórias clássicas como Branca de NeveRapunzel pode não ser uma boa ideia. De acordo com um livro lançado na Grã-Bretanha, não há porque se preocupar com os esteriótipos presentes nos contos de fadas: eles escondem lições de moral importantes para o desenvolvimento das crianças.

Sally Goddard Blythe, autora de The Genius of Natural Childhood, argumenta que essas histórias nutrem um comportamento moral e mostram às crianças a força e a fraqueza da espécie humana ao constrastar o bem e o mal, o probre e o rico, a vaidade e a valentia. Embora os contos de fadas abordem temas difíceis, como a morte de um pai em Cinderela, eles preparam para a vida no mundo real, opina Blythe.

“Longe de demonizar os anões, a história da Branca de Neve mostra que, apesar das diferenças físicas, existe bondade e generosidade”, escreve a autora em seu livro, acrescentando que, em uma sociedade onde a riqueza e beleza são celebradas, essa pode ser um importante lição a ser aprendida. “Essas histórias não são crueis e discriminatórias. Elas ajudam a entender as peculiaridades e as fraquezas do comportamento humano em geral, além de aceitar muitos dos seus próprios medos e emoções.”

Os eforços da escritora em mostrar os benefícios dos contos de fadas parece ter um motivo. Uma pesquisa realizada com 3.000 pais britânicos mostrou que um quarto deles rejeitava algum tipo de conto de fadas por acreditar que os contos não eram politicamente corretos. Ainda segundo a pesquisa, os pais acreditam que histórias como CinderelaRapunzel podem causar algum trauma emocional nas crianças.

***
É importante  frisar que a opinião dos especialistas não entra no mérito teológico do uso de figuras miticas do imaginário pagão europeu, como fadas, aqui compreendidas como expressão de um gênero literário e não uma apologia à crença nessas figuras que foram esvaziadas pela fé cristã a favor da verdade plena revelada em Jesus Cristo!
Fadas, Duendes, Bruxas, etc, fazem parte do paganismo e devem ser rejeitados em nome da fé no filho de Deus.Um cristão verdadeiro crê em Deus em Cristo e rejeita a fé superticiosa nesses elementos, não lhes dando um poder que não possuem, sendo apenas uma pálida imagem que reflete a busca da verdade que foi definitivamente respondida  em Cristo Jesus.
As crianças precisam saber disso para que saibam onde está a verdade e as histórias possam ser apenas histórias, capazes de afirmar de forma clara a fronteira que separa o bem e do mal.
Deve-se ressaltar que essa opinião é válida para as histórias “clássicas”.
E as Atuais? Bem…
Que você acha?

terça-feira, 15 de março de 2011

Campanha da Fraterninade 2011

enviado  por Disney Thaim via e-mail- colaboradora do blog


Tema: Fraternidade e a Vida no Planeta
Lema: “A Criação Geme Como em Dores de Parto” (Rm 8,22)
Objetivo geral:
Contribuir para o aprofundamento do debate e busca de caminhos de superação dos problemas ambientais provocados pelo aquecimento global e seus impactos sobre as condições da vida no planeta.
Objetivos específicos:
1. Viabilizar meios para a formação da consciência ambiental em relação ao problema do aquecimento global e identificar responsabilidades e implicações éticas.
2. Promover a discussão sobre os problemas ambientais com foco no aquecimento global.
3. Mostrar a gravidade e a urgência dos problemas ambientais provocados pelo aquecimento global e articular a realidade local e regional com o contexto nacional e planetário.
4. Trocar experiências e propor caminhos para a superação dos problemas ambientais relacionados ao aquecimento global.
Metodologia:
1. Denunciar situações e apontar responsabilidades no que diz respeito aos problemas ambientais decorrentes do aquecimento global.
2. Propor atitudes, comportamentos e práticas fundamentados em valores que tenham a vida como referência no relacionamento com o meio ambiente.
3. Mobilizar pessoas, comunidades, Igrejas, religiões e sociedade para assumirem o protagonismo na construção de alternativas para a superação dos problemas socioambientais decorrentes do aquecimento global.
Fonte: CNBB.

Quaresma é tempo de escuta da Palavra, de oração, de jejum e da prática da caridade como caminho de conversão, tendo como horizonte a celebração do Mistério Pascal de nosso Senhor Jesus Cristo. E somos convidados a aproveitar esse tempo de graça, valorizando os canais pelos quais esta se comunica: a oração, a participação nos sacramentos da penitência e da eucaristia, as práticas devocionais deste período, de modo especial a Via Sacra e o Santo Rosário. No mundo em que vivemos, somos diariamente interpelados por tantos rostos sofredores, que clamam por nossa solidariedade. A Igreja samaritana não pode passar adiante, na presença de tantos irmãos e irmãs que dela esperam acolhida fraterna, ombro amigo, mãos generosas, que os ajude em sua caminhada para o Pai. A Campanha da Fraternidade é um excelente auxílio para bem vivermos a Quaresma. Com sua metodologia característica do Ver – Julgar – Agir, baseada, a cada ano, num Tema e num Lema, a Campanha da Fraternidade nos oferece uma ótima oportunidade para superarmos qualquer dicotomia entre fé e vida. Este ano, a CNBB propõe que todas as pessoas de boa vontade olhem para a natureza e percebam como as mãos humanas estão contribuindo para o fenômeno do aquecimento global e as mudanças climáticas, com sérias ameaças para a vida em geral, e a vida humana em especial, sobretudo a dos mais pobres e vulneráveis. É nesse contexto que a CNBB propõe para 2011, a Campanha da Fraternidade com o tema “Fraternidade e a vida no planeta”, e como lema “A criação geme em dores de parto (Rm 8,22)”. Na medida em que cada cristão ou cristã for capaz de vivenciar seriamente o próprio batismo, sua conversão diária não será mais mera questão de retórica, mas será uma dimensão permanente em sua vida. Que o Senhor da Vida nos abençoe a todos em nossa caminhada quaresmal, e mais ainda, em nossa marcha diuturna, na direção do Reino que nos foi preparado antes da fundação do mundo (cf. Ef 1). Associados à morte de Cristo pelo Batismo, nós o seremos, também, na sua ressurreição. E Deus será tudo em todos.

Especial: Entrevista com Mons. Slawomir Oder, postulador no processo de beatificação de João Paulo II

No próximo dia 1º de maio, o "Papa das Gentes" vai deixar de figurar no rol dos Sumos-Pontífices da Igreja e ser alçado a um outro patamar. Um patamar ainda mais nobre. Fará parte, com a culminação de sua beatificação em na Praça de São Pedro em uma cerimônia que deverá ser histórica, do rol dos beatos da Igreja.
E certamente o percurso de João Paulo II rumo à santificação não deverá parar por aí. O processo de sua causa continuará, no compasso da comprovação de um novo milagre atribuído à sua intercessão, o passo definitivo para a canonização.
Boa parte desse trajeto de João Paulo II rumo à beatificação e à canonização se deve a um humilde defensor da "nobreza espiritual" de Karol Wojtyla. Polonês, portanto compatriota de João Paulo II, o monsenhor Slawomir Oder é o postulador da causa de beatificação do Papa, espécie de advogado de defesa de sua beatificação, com a incumbência de reunir elementos, depoimentos, testemunhos, dados, etc, que efetivamente comprovem os méritos de Beato de João Paulo II.
Mons. Oder conversou com exclusividade na semana passada com Gaudium Press. Na entrevista, além de falar sobre o processo de beatificação, a frente do qual está desde o início, em 13 de maio de 2005, o religioso aborda ainda os exemplos e as atitudes legadas por João Paulo II e sobre sua própria vocação sacerdotal.
Gaudium Press - Por sua experiência como postulador no processo de beatificação de Papa Wojtyla, o que um sacerdote moderno pode aprender hoje com a figura de João Paulo II?
Mons. Slawomir Oder - João Paulo II se manifestou frequentemente sobre esse assunto. Seu pensamento era que o sacerdote não deve ter medo de não ser moderno porque ele é sempre ligado à missão de Cristo. E Cristo hoje, ontem e amanhã é sempre o mesmo: é sempre moderno e sempre atual. Por isso o sacerdote que vive a sua comunhão com o Senhor e que n'Ele encontra a sua própria identidade não deve ter medo de não ser moderno. Pela ideia que fiz dele, lendo seus escritos, penso que isto seja o pensamento íntimo de João Paulo II e este comportamento eu tento tê-lo também. É claro que diante do mundo contemporâneo moderno, tantas vezes nós corremos o risco de parecer estranhos às novas tendências, à moda e de desiludir algumas vezes as expectativas das pessoas. Penso, porém, que teria sido um comportamento fora da lógica do Evangelho buscar a popularidade a qualquer custo e aceitar a modernidade, não apenas ela manifesta: nós não devemos esquecer nunca que estamos aqui porque fomos chamados por Cristo. Durante uma visita ao seminário romano, João Paulo II falou de seu ministério de Pedro: um seminarista lhe havia feito uma pergunta sobre as dificuldades que estava sentindo como vigário de Cristo. Sua resposta foi: "sim, provavelmente seria impossível vivê-lo serenamente se não tivesse a consciência que tudo aquilo que faço, eu o faço in persona Christi". Somos realmente chamados a prestar nosso serviço, a empenhar nossa vontade, a usar a nossa inteligência, as nossas mãos conforme a vontade de Jesus. Se vivemos esta comunhão com ele, realmente não temos que ter medo de estarmos fora de moda.

São Luis de Monfort e Santa Teresa de Lisieux inspiram temas dos exercícios espirituais quaresmais de hoje

Com informações da Rádio Vaticana.
Autor: Gaudium Press
 
A espiritualidade mariana de São Luis Maria Grignion de Montfort e o caminho espiritual de Santa Teresinha do Menino Jesus, ou Santa Teresa de Lisieux foram os objetos de reflexão do Santo Padre e da Cúria Vaticana hoje, no terceiro dia dos exercícios espirituais quaresmais que ocorrerão no Vaticano até sábado, 19 de março.
A primeira reflexão do Padre François-Maria Lethél, carmelita descalço que dirige os Exercícios, baseou-se na doutrina exposta por São Luis de Montfort em sua obra principal, "O Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem", doutrina que se resume a outra de suas obras: O "Segredo de Maria".
A segunda reflexão foi dedicada ao conhecido relato autobiográfico da Santa de Lisieux, "História de uma alma" ao qual somam outros escritos da monja carmelita. Santa Teresinha foi canonizada por Pio XI, que também a declarou Padroeira Universal das Missões. Foi proclamada por João Paulo II Doutora da Igreja, como "expert da ciência do amor", no dia 19 de outubro de 1997.
A terceira reflexão é ligada à anterior e se intitula "O cristocentrismo de Teresa: no Nome de Jesus e no Amor de Jesus são abraçados todos os Mistérios de Deus e do Homem".
São Luis Maria Grignion de Montfort
São Luis Maria Grignion de Montfort difundiu na Igreja a escravidão do amor à Sabedoria Eterna e Encarnada, Jesus Cristo, pelas mãos de Maria. Primogênito de uma família de 18 irmãos, São Luis nasceu em Montfort, na França, no dia 31 de janeiro de 1673. Desde jovem teve muita devoção à Sagrada Eucaristia e à Santíssima Virgem. Herdou de seu pai o temperamento colérico. Foi Nossa Senhora quem o fez dominar seu gênio e o colocou nas sendas da santidade.

André Frossard. Ateu que “errou a porta”, entrou em uma capela e descobriu a fé que seu ateísmo e esquerdismo negavam.


(…)
Meu pai queria que eu frequentasse a Escola da rua Ulm. Lá fui aos vinte anos, mas enganei-me de porta e, ao invés de entrar na Escola Normal superior, onde marcara um encontro com um antigo colega para jantarmos juntos, entrei na capela das religiosas da Adoração. O que passo a contar não é a história de uma descoberta intelectual, mas o relato de uma experiência física, experiência quase de laboratório.
Ao transpor o portão de ferro do convento, eu era ateu.
O ateísmo tem formas diversas. Há um ateísmo filosófico, que, incorporando Deus à natureza, se recusa a aceitar que Ele tenha uma personalidade própria e reduz tudo a dimensões da inteligência humana; nada é Deus, tudo é divino. Este ateísmo acaba por desembocar no panteísmo, que assume a forma de uma ideologia qualquer.
O ateísmo científico afasta a hipótese de Deus por considerá-la pouco conveniente para a pesquisa, e dedica-se a explicar o mundo unicamente pelas propriedades da matéria, evitando perguntar-se de onde ela vem.
Mais radical, o ateísmo marxista não somente nega a existência de Deus, mas até o mandaria passear se Ele existisse: a sua presença importuna bloquearia o livre jogo da vontade humana.
Além destes, existe ainda um ateísmo muito difundido e que eu conheço bem, o ateísmo imbecil; era o meu. O ateu imbecil não se questiona. Acha natural estarmos colocados sobre uma bola de fogo recoberta por uma tênue camada de lama seca, que gira sobre si mesma numa velocidade supersônica e descreve círculos em torno de uma espécie de bomba de hidrogênio, a qual por sua vez é arrastada pelo movimento de milhões de outras luminárias desse tipo, cuja origem é enigmática e cujo destino é desconhecido.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Práticas de Jejum na Quaresma

Imagem de DestaqueTodos podem jejuar sem que isso lhe faça mal

Todos podem fazer jejum. Sejam idosos ou estejam cansados ou doentes; sejam gestantes, mães que amamentam, jovens ou adultos. Todos podem jejuar sem que isso lhe faça mal, mas, pelo contrário, lhes faça bem.

Muitas pessoas não jejuam porque não sabem fazê-lo. Imaginam que jejuar seja uma coisa muito difícil e dolorosa que elas não vão conseguir fazer.

Abordamos aqui o aspecto prático do jejum. Existem várias modalidades de jejum, trataremos, no entanto, somente de quatro tipos que poderão ser de grande proveito para você.

Jejum da Igreja
Assim é chamado o tipo de jejum prescrito para toda a Igreja e que, por isso, é extremamente simples, podendo ser feito por qualquer pessoa. Alguém poderia pensar que esse seja um jejum relaxado ou que nem seja realmente jejum, porque ele é muito fácil. Mas não é bem assim... Leia +


Jejum a pão e água
Nesse segundo tipo de jejum, deve-se comer pão quando se tem fome e beber água quando se tem sede. Não se trata de comer pão e beber água ao mesmo tempo. Pelo contrato: é preciso evitar isso. Nosso tipo de pão, quando comido com água, geralmente fermenta no estômago, provocando dor de cabeça... Leia +


Jejum à base de líquidos
O terceiro tipo de jejum requer que você passe o dia sem comer nada, limitando-se a tomar líquidos. Ou seja, durante todo o seu dia de jejum, você se alimenta somente com líquidos. Essa é uma modalidade muito boa de jejum, que refreia a nossa gula e garante a nossa disciplina... Leia +

Jejum completo
Nesse quarto tipo de jejum, não se come coisa alguma e só se bebe água. No jejum completo, é fundamental beber várias vezes ao dia. Não é bom fazer jejum a seco, isto é, sem tomar água, especialmente quando não se tem um bom treinamento...








.: Trecho do livro: Práticas de jejum
 


Foto Padre Jonas Abib
pejonas@cancaonova.com
Fundador da Comunidade Canção Nova e Presidente da Fundação João Paulo II. É autor de diversos livros, milhares de palestras em áudio e vídeo, viajando o Brasil e o mundo em encontros de evangelização. Acesse: wwww.padrejonas.com

Cáritas japonesa lança campanha solidária às vítimas de terremoto e tsunami

Com o objetivo de ajudar as vítimas do terremoto e do tsunami que devastaram o norte do Japão na última sexta-feira, 11, a Cáritas japonesa lançou ontem em todas as igrejas do país uma campanha de solidariedade. O intuito da iniciativa, que também envolve escolas, associações e instituições católicas, é coletar verbas para ajudar os desabrigados. Com informações da Rádio Vaticana.
Em comunicado, o diretor-executivo da Cáritas do país, Padre Daisuke Narui, afirmou que o dever da instituição caritativa é demonstrar amor e solidariedade, principalmente, pelas pessoas mais vulneráveis, como os idosos, os migrantes e os sem-teto. Por isso, conforme o sacerdote, a entidade trabalhará junto com ONGs de outros setores. "Neste momento somos chamados a dar testemunho de unidade e a estarmos próximos de todo ser humano que sofre. Sabemos já que a resposta dos fiéis ao nosso apelo será muito generosa", assegurou.
Pe. Daisuke também comentou sobre a situação lamentável que vive o Japão hoje. O sacerdote lembrou que, antes mesmo desta catástrofe natural, o país já vinha passando por um período de crise econômica, seguido de um fenômeno social de depressão e suicídios. Na visão do diretor da Cáritas Japão, esta nova tragédia pode ser uma oportunidade para a difusão dos valores do Evangelho: a fraternidade de todos os homens; a construção do bem; a dignidade de todos como filhos de Deus. "Se com a nossa obra e o nosso testemunho conseguirmos comunicar isto, deste mal poderá nascer um bem", disse.

A sexualidade humana na visão da Igreja Católica.


As abordagens da doutrina da Igreja Católica sobre a sexualidade possuem sempre o mesmo pano de fundo: entendê-la como fator que afeta profundamente a identidade do ser humano e a ele conferem as características – biológicas, psicológicas e espirituais – que o fazem homem e mulher.
O tema é foco de acalorados debates e discussões e já foi abordado largamente em documentos do Magistério. “A sexualidade é um dom do Criador, mas também uma função que tem a ver com o desenvolvimento do próprio ser humano. Quando não é integrada na pessoa, a sexualidade torna-se banal e ao mesmo tempo destrutiva. Vemos isto, hoje, em muitos exemplos da nossa sociedade”, disse o Papa Bento XVI na Carta aos Seminaristas após o Ano Sacerdotal.

A Luz da Verdade que ilumina a história, uma primeira leitura da 2ª parte de “Jesus de Nazaré”.





Por Anita S. Bourdin
“Este é o primeiro livro de teologia que me transmite uma verdadeira emoção: tirou-me lágrimas”, confiava hoje um jornalista “vaticanista” italiano a seus colegas, após ter lido o segundo volume da obra de Bento XVI sobre Jesus, “Jesus de Nazaré, Da entrada em Jerusalém até à Ressurreição”
Que método o Papa utiliza para alcançar tal resultado? Se bem que se trata de um livro de rigorosa pesquisa, chega a conclusões como esta: “A vitória do amor será a última palavra da história do mundo” (trad. livre, N. do T.).
Encontramo-nos ante uma exegese (a interpretação da Sagrada Escritura) que comunica a esperança de “encontrar Jesus e crer n’Ele”. Aplica as indicações do Concílio Vaticano II na “Dei Verbum” – não suficientemente exploradas –, e cita recentes publicações alemãs.
O Papa explica seu método no prólogo. Cita autores (dos quais faz rigorosamente referência em uma bibliografia abundante, ainda que não asfixiante”: Martin Hengel, Peter Stuhlmacher e Franz Mußner, os quais lhe “confirmaram explicitamente no projeto de avançar” neste trabalho e “de acabar a obra iniciada”: “um precioso alento”.
Evoca também o “Jesus” publicado em 2008 pelo que ele chama de “irmão ecumênico”, o teólogo protestante Joachim Ringleben. Sublinha que entre os dois livros há uma “profunda unidade na compreensão essencial da pessoa de Jesus e de sua mensagem”.
E acrescenta: “Se bem que com enfoques diferentes, é a mesma fé que atua, produzindo um encontro com o mesmo Senhor Jesus”. O Papa espera que ambas publicações possam constituir “um testemunho ecumênico que ao seu modo possa servir à missão fundamental comum dos cristãos”.
Cita também o livro de crítica bíblica de Marius Reiser, de 2007, do qual recolhe “indicações relevantes para as novas vias da exegese, sem abandonar a importância que sempre tem o método histórico-crítico”.
Harmonizar dois métodos de interpretação
O Papa, de fato, sublinha os frutos do método histórico-crítico, o estudo das Escrituras à luz das circunstâncias históricas. “Uma coisa me parece óbvia: em duzentos anos de trabalho exegético, a interpretação histórico-crítica já deu o que tinha de dar de essencial”.
Mas para que a exegese possa se renovar, o Papa considera que é necessário que dê “um passo metodologicamente novo, voltando a se reconhecer como disciplina teológica, sem renunciar a seu caráter histórico”.
Ele propõe passar de uma “hermenêutica positivista” a uma “hermenêutica da fé”, desenvolvida de maneira concreta”, de modo “conforme ao texto”, unindo-se a uma “hermenêutica histórica, consciente de seus próprios limites para formar uma totalidade metodológica”.
“Esta articulação entre dois gêneros de hermenêutica muito diferentes entre si é uma tarefa que há de se realizar sempre de novo”, afirma.
Um passo na direção adequada
Ele acrescenta que a harmonia entre “hermenêutica da fé” e “hermenêutica histórica” não só é possível, mas sobretudo fecunda: “por meio dela as grande intuições da exegese patrística poderão voltar a dar fruto em um contexto novo”, como consegue fazer precisamente Marius Reiser.

Facebook: Papa João Paulo II terá página.Vaticano confirma sua adesão às redes sociais como um serviço ao mundo!


Vaticano vai revelar a maior novidade de sua transformação tecnológica nas mídias sociais essa semana: uma página dedicada ao Papa João Paulo II.
A página, que terá os melhores momentos dos 27 anos do pontífice em vídeo, pretende promover o evento de sua beatificação, em 1º de maio. Mas continuará ativa depois da cerimônia, de acordo com o interesse global, disse o Vaticano à Associated Press.
A primeira vez que o Vaticano criou uma página de evento no Facebook, para promover a visita do Papa Bento XVI ao Reino Unido, foi e continua sendo um sucesso. Depois de seis meses, a página está ativa, é atualizada quase diariamente e é clicada por 10 mil fãs por dia, disse o Monsenhor Paul Tighe.

Emissora da Disney gera polêmica ao querer lançar programa “Boas Prostitutas Cristãs”.

Fonte: Pavablog
A rede ABC provocou indignação e protestos quando anunciou que faria um programa piloto baseado no livro Good Christian Bicthes [Boas Prostitutas Cristãs], de Kim Gatlin.
Após o anúncio feito pela emissora na última semana, a AFA [Associação de Famílias da América] iniciou uma petição, exigindo que a Rede ABC e a Disney, sua companhia-mãe, cancelem todos os planos de colocar no ar o programa.
A resposta inicial da ABC foi mudar o título do seriado para “GCB”, mas a AFA não ficou satisfeita.
“Nosso boicote realmente teve eco entre os telespectadores – especialmente na comunidade cristã – que estão chocados e horrorizados porque a ABC /Disney realmente pretende colocar no ar esse programa. É intolerância anticristã. Esse tipo de programa é um insulto a todos nós. O nome do programa é ofensivo, um insulto e uma humilhação. Uma falsa representação da comunidade cristã – não apenas isso, acho que é um insulto a todas as mulheres.”
A petição já tem mais de 200.000 assinaturas.
“Embora o título do programa possa ter sido abreviado, a gravidade do insulto não foi, por isso continuaremos o protesto”, afirmou o líder de projetos da AFA, Randy Sharp. “Esta é uma maneira pela qual podemos fazer nossas vozes serem ouvidas pelos executivos da ABC.”
“Vou falar por mim”, insiste Sharp. “Qualquer um que se referir a minha esposa e minhas filhas como ‘prostituta’, me deixaria muito zangado. Acho que é ofensivo simplesmente a ABC pensar que essa é uma palavra apropriada para usar para falar do sexo feminino.”

O eclipse de Deus comporta necessariamente o eclipse do pecado, afirma Papa.

” Se nos perguntarmos: por que a Quaresma? Por que a cruz?, a resposta, em termos radicais, é esta: porque existe o mal, e mais ainda, o pecado, que, de acordo com as Escrituras, é a raiz de todo mal.

Mas esta afirmação não é algo que pode ser dado por certo, e a própria palavra “pecado” não é aceita por muitos, porque pressupõe uma visão religiosa do mundo e do homem. De fato, é verdade: quando se elimina Deus do horizonte do mundo, não se pode falar de pecado. Da mesma maneira que, quando o sol se esconde, desaparecem as sombras – a sombra só aparece quando há sol -, assim, o eclipse de Deus comporta necessariamente o eclipse do pecado.

Por esta razão, o sentido do pecado – que é algo diferente do “sentimento de culpa”, como é entendido pela psicologia – é adquirido redescobrindo o sentido de Deus. Isso se expressa no salmo Miserere, atribuído ao rei Davi por ocasião do seu duplo pecado de adultério e assassinato: “Contra vós – diz Davi, dirigindo-se a Deus -, só contra vós pequei” (Salmo 51,6).”

domingo, 13 de março de 2011

Quaresma: uma batalha espiritual

A quaresma começa com um gesto próprio e exclusivo: a imposição das Cinzas. Qual é o seu significado mais profundo? Certamente não se trata somente de um gesto exterior, mas de algo bastante profundo, que toca o nosso coração. As cinzas nos fazem compreender a atualidade das palavras do profeta Joel 2, 13: “Rasgai vossos corações, e não vossas vestes! Voltai ao Senhor vosso Deus, porque Ele é bom e compassivo!” Esta advertência é importante para todas as práticas religiosas: os gestos exteriores devem corresponder sempre a sinceridade da alma e a coerência das obras. Para que serve rasgar as vestes, se o coração permanece distante do Senhor, eis aquilo que conta: voltar para Deus, com o coração sinceramente arrependido, para obter a sua misericórdia.
 Um coração renovado e um espírito novo é o que pedimos com o Salmo 50,12:“Ó meu Deus, criai em mim um coração puro, e renovai-me o espírito de firmeza.” O verdadeiro cristão, consciente de ser pecador, deseja e busca a renovação espiritual.
 Todos os dias, mas sobretudo na Quaresma, o cristão deve enfrentar uma luta, como a de Jesus Cristo no deserto da Judéia, onde durante quarenta dias foi tentado pelo diabo,e depois no Getsémani, quando rejeitou a extrema tentação aceitando totalmente a vontade do Pai. Trata-se de uma batalha espiritual, que se destina contra o pecado e contra satanás. É uma luta que envolve totalmente a pessoa e exige uma vigilância atenta e constante.
 Santo Agostinho observa que quem deseja caminhar no amor de Deus, não pode contentar-se com a libertação dos pecados graves e mortais, mas “pratica a verdade reconhecendo também os pecados menos graves…  Também os pecados menos graves, se forem descuidados, crescem e causam a morte”.
 A Quaresma recorda-nos que a existência cristã é um combate incessante, no qual devem ser utilizadas as “armas” da oração, do jejum e da penitência. Lutar contra o mal, contra qualquer forma de egoísmo e de ódio, e morrer para si mesmos para viver em Deus é o programa de vida de cada discípulo de Jesus.
Nesta quaresma siga o conselho de Jesus em Mt 6,6: “Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á.”
 O modo simples para viver estas palavras é:
 - reservar um tempo diário para a oração pessoal;
 - fazer uma visita semanal ao Santíssimo Sacramento;
 - participar com todo fervor da santa missa dominical;
 - preparar-se com um exame de consciência para uma boa confissão.
 Tenha presente que a finalidade da verdadeira prática religiosaé nos ajudar a crescer no amor verdadeiro,que não exclui ninguém,não julga pela aparência ou ouvi dizer, mas sabe fazer o bem e perdoar.

 Oração da Quaresma de Sto. Efrén
 Senhor e Mestre de minha vida,
afasta de mim o espírito de preguiça,
de abatimento, de domínio sobre meus semelhantes,
de falar sem necessidade,
e concede a mim, teu servo, um espírito de integridade,
de humildade, de paciência e de amor.
Sim, Senhor e Rei,
concede ver meus pecados e não julgar meus irmãos”
porque és bendito pelos séculos dos séculos. Amém.

As dores do mundo: Japão 1.500 mortos, Haiti 270 mil. Porque?

Capital do Haiti após Terremoto
Tudo está na preparação, o Japão é um país desenvolvido, rico, o contrário do Haiti, os prédios japoneses são preparados para não cair, alguns fatores como ser propício à terremoto ajudou o Japão a não cair. Alguns detalhes nos prédios resistentes ao terremoto são:
  • As janelas – O vidro não fica preso diretamente à esquadria. O material, que pode se transformar em fragmentos cortantes em caso de quebra, ‘flutua’ em uma armação de borracha ou plástico flexível. Desta maneira, um terremoto, diminui-se a chance do vidro quebrar durante o tremor.
  • Contrapeso – Um meio de compensar as oscilações causadas pelo vento ou por tremores é instalar um grande peso no topo de prédios altos e movê-lo no sentido contrário ao do movimento do edifício.
  • Suspensão no alicerce – De forma semelhante a um veículo, amortecedores instalados sob um prédio absorvem a tremedeira no momento de um terremoto. Nas construções mais simples, os amortecedores são feitos de borracha, e nas mais complexas são controlados automaticamente.
  • Amortecedores dentro das paredes – Quando as construções são muito altas, uma das técnicas utilizadas é fazer uma estrutura flexível. Assim, nas travas de ferro usadas no “esqueleto” do prédio são instalado amortecedores. Esses equipamentos dissipam o tremor e evitam que o prédio entre em ressonância com o terremoto.