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sábado, 29 de maio de 2010

As armas contra o inimigo

O demônio tenta nos enganar de várias maneiras

Muitos cristãos, ao tomarem a decisão de seguir ao Senhor, pensam que vão ter uma vida mais tranquila. Mas a verdade é o contrário, pois o demônio não tem interesse em atacar os que não são seguidores de Cristo. Até mesmo os santos foram perseguidos. O interesse do maligno é colocar obstáculos na vida daqueles que decidiram seguir o Senhor.

Isso não é motivo de nos levar a uma crise. Não temos motivo para temer o inimigo, pois ele já foi derrotado. O demônio é que tem de ter medo de você, e a razão é simples: nós somos filhos e filhas de Deus, herdeiros do Reino. O maligno tem muita raiva, porque aquilo que foi dado a ele uma vez, agora é dado a nós. Ele tenta nos enganar de várias maneiras, mas tem uma técnica que ele usa frequentemente para nos atacar: é o desânimo, o desencorajamento. O desânimo não vem de Deus, sempre vem do inimigo, daquele que nos faz desistir de ir em frente.
Vamos olhar para São Pio de Pietrelcina. Quando um analista do Vaticano disse que ele era um psicopata, este santo entrou numa crise tremenda. Ele olhou para seus estigmas e se questionou se tudo era falso. Madre Teresa de Calcutá, no seu leito de morte, também viveu uma grande crise ao sentir o amor de Deus longe dela. O bispo teve de enviar um exorcista até ela e convencê-la de que aquele sentimento não vinha de Deus.
É muito normal que também nós vivamos esses momentos de crise. Seguir Jesus num momento de entusiasmo é fácil, mas continuar O seguindo nos momentos de sofrimento é difícil. O inimigo virá tentá-lo quando você estiver se sentindo fraco, cheio de medos, com raiva, ansiedade, tristeza. É nosso papel lutar contra essas táticas que ele usa para nos desanimar. A tática que ele também utiliza é nos apresentar meias verdades, porque o demônio é um mentiroso, enganador, trapaceiro. Ele nos apresenta algo que parece muito bom, quando, na verdade, é muito ruim.

O maligno diz que por causa dos seus pecados, você não consegue fazer nenhuma tentativa para ser mais santo. Muitas vezes nós pensamos que as tentações são somente relacionadas ao sexo, à raiva, aos sentimentos de ódios. Essas são grandes tentações. Mas temos de estar atentos a uma grande tentação que é não fazer a vontade de Deus.

O inimigo faz de tudo para que nós saiamos do caminho da vontade do Senhor. Ele ousou tentar Jesus a desobedecer ao Pai, quando O levou ao alto do monte e mostrou-Lhe as cidades, dizendo que elas pertenciam a Ele [Jesus]. A tentação do inimigo a Cristo era muito atraente. O Pai dizia para o Filho ir para a cruz e o inimigo pedia que Ele desobedecesse ao Pai e tomasse posse daquelas cidades. Mas Nosso Senhor Jesus Cristo diz: "Afasta-te de mim, satanás. Eu adoro somente ao Pai".



Irmãos e irmãs, será uma luta até o fim de nossa vida, mas se nós usarmos as armas não precisaremos ter medo nenhum. A primeira arma é a Eucaristia. O inimigo treme diante da Eucaristia, porque ela é sinal de humildade. Jesus quis, por um momento, aniquilar a Si mesmo, entrando nas espécies do pão e do vinho para ficar perto de nós. Uma outra arma forte contra o inimigo é o Sacramento da Confissão. Este sacramento é mais poderoso do que a própria oração do exorcismo.

Pontifício Conselho aprova hino do Dia Mundial da Juventude 2011

Foi aprovado pelo Pontifício Conselho para os Leigos, dicastério do Vaticano responsável pela organização do Dia Mundial da Juventude (DMJ), o hino da próxima edição do evento. Segundo informações do próprio site do DMJ 2011, de Madri, os membros do dicastério teriam expressado "vivo apreço" pela música de "grande qualidade".

O hino foi composto por Enrique Vázquez Castro, sacerdote de Vitoria e conhecido compositor da música eclesiástica, informa o site. O autor das letras é Dom César Franco, bispo auxiliar de Madri. Ainda de acordo com os organizadores, as estrofes do hino destacam a proximidade dos jovens à "Humanidade santíssima de Cristo", tipicamente como a tradição mística espanhola.

Agora, o hino será traduzido nas línguas oficias do DMJ (inglês, italiano, alemão, francês, polonês) e será adaptado em três versões: uma litúrgica, uma instrumental para grandes coros e uma versão popular, com acompanhamento de violão.

A estreia da canção acontece no próximo dia 19 de novembro, na catedral de Madri, e depois será disponibilizada, com áudio, vídeo e letras, na internet.

Autor: Gaudium Press

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Reencarnação e cristianismo

D. Estêvão Bettencourt O. S. B.[/


«Como se diz, os primeiros cristãos professavam a teo­ria da reencarnação. Foi somente em 533, num sínodo de Cons­tantinopla, que a Igreja imprudentemente a condenou, introdu­zindo a idéia do inferno.



Que houve propriamente nesse concílio de Constantinopla? »



Em resposta, analisaremos primeiramente a doutrina das antigas fontes do Cristianismo no tocante à reencarnação; a seguir, deter-nos­-emos sobre o citado sínodo de Constantinopla

I. Antigos documentos cristãos e reencarnação



1. Sagrada Escritura. Nem o Velho nem o Novo Testamento dão testemunho que de algum modo insinue a doutrina da reencarnação. Ao contrário, a Escritura professa categoricamente uma só existência do homem sobre a terra, após a qual cada um é definitivamente jul­gado: «Foi estabelecido, para os homens, morrer uma só vez; depois do que, há o julgamento» (Hebr 9,27). Ao bom ladrão arrependido dizia Jesus: «Hoje mesmo estarás comigo no paraíso» (Le 23,43).
Os principais textos bíblicos concernentes a este assunto (Mt 11,14; 17,12; Jo 1,21; 3,3; 9,1-3) já foram considerados em «P.R.» 3/1957, qu. 8. Dispensamo-nos, pois, de os analisar novamente aqui, e passamos ao testemunho dos antigos escritores cristãos.



2. Os Padres da Igreja. Os adeptos da reencarnação não raro proferem afirmações como a seguinte:



«A Igreja primitiva não repele absolutamente o ensino reencarnacionista. Os primeiros padres e, entre eles, S. Clemente de Alexandria, S. Jeronimo e Rufino, afirmam que ele era ensinado como verdade tradicional a um certo número de iniciados» (Campos-Vergal, Reencarnação ou Pluralidade das Existências. S. Paulo 1936, 41).



Contudo os autores desta e de semelhantes proposições não tratam de as comprovar citando os textos sobre os quais se apoiam; é o que tira a autoridade a tais assertivas.
Quem, ao contrário, investiga diretamente as obras dos antigos escritores da Igreja, chega a conclusão bem diferente da do trecho acima transcrito. Percorramos, portanto, os escritos dos principais Padres citados pelos reencarnacionistas modernos.
S. Ireneu (+ 202) rejeitava explicitamente a tese da reen­carnação, lembrando que em nossa memória não nos fica ves­tígio algum de existências anteriores; de outro lado, advertia, a fé cristã ensina a ressurreição da carne, a qual é incompatível com a reencarnação das almas em novos corpos (cf. Adv. haer. II 33).
Tertuliano (+ 220), usando do seu estilo mordaz, opunha-se ao reencarnacionismo em famosa passagem («De anima» 28-35), que assim se pode resumir:
Pitágoras, que afirma lembrar-se das suas anteriores existências, é vergonhosamente mentiroso: asseverava, por exemplo, ter tomado parte na guerra de Troia; como explicar então que, depois, se tenha mostrado tão pouco valente? Pois, fugindo da guerra, não veio ele à Itália? E, se em vida anterior foi, segundo afirmava, o pescador Pirro, como se lhe justificará a aversão pelo peixe? (Sabe-se que Pitágoras nunca comia peixe). E Empédocles? Não pretendeu ser peixe numa existência anterior? Deve ser por isso que se atirou na cratera de um vulcão: com certeza quis ser frito. É tão absurda a migração das almas para corpos de animais que nem os próprios herejes ousaram de­fendê-la. - Tertuliano afirmava outrossim que a reencarnação contra­ria a noção de justiça de Deus, a qual exige que a punição afete o próprio corpo que cometeu o pecado, e não algum outro.
Clemente de Alexandria (+ 215) tinha a doutrina da reen­carnação na conta de arbitrária, pois nem as reminiscências nô-la atestam nem a fé cristã.
«Se tivéssemos existido antes de vir a este mundo, deveríamos agora saber onde estávamos, assim como o modo e o motivo pelos quais viemos a este mundo» (Eclogae XVII). Clemente notava que nunca a Igreja professara tal doutrina, a qual só fôra sustentada por conventículos de herejes ditos «gnósticos» (Basilidianos e Marcionitas).



São Gregório de Nissa (+ 394) é explicitamente citado pelos reencarnacionistas como adepto de sua doutrina. Quem, porém, examina os escritos deste autor, verifica que Gregôrio considera a reencarnação como fábula injuriosa à dignidade hu­mana, pois não hesita em atribuir ao homem, ao animal irracio­nal (ave, peixe, rã...) e à planta o mesmo princípio vital (cf. «De hominis opificio» 28).
Se, não obstante, os reencarnacionistas modernos apelam para a autoridade de S. Gregório de Nissa, isto se deve ao fato de que em al­guns pontos foi discípulo de Orígenes (do qual falaremos no § 2 destaresposta).
São Jerônimo (+ 421) é por vezes nominalmente citado em favor da reencarnação. Contudo seria difícil ou impossível jus­tificar essa «procura de patrocínio» em S. Jerônimo, pois o S. Doutor se pronunciou diretamente contrário à teoria, e isto... precisamente ao comentar o texto (muito caro aos reencarnacionistas) de Mt 11, 14, em que São João Batista é designado como Elias:



«João é chamado Elias, observa S. Jerônimo, não segundo a men­talidade de tolos filósofos e de alguns herejes, que introduzem a dou­trina da metempsicose, mas pelo fato de ter ele vindo cheio da fôrça e do zelo de Elias, como atesta outra passagem do Evangelho» (cf. Lc 1,17).
Sto. Agostinho (+ 430) é tido por Allan Kardec como um dos maiores divulgadores do espiritismo, pois, conforme o Codi­ficador, terá sido adepto da reencarnação. Na verdade, Sto. Agostinho, no livro X c. 30 «De civitate Dei», mostra conhecer as doutrinas reencarnacionistas de Platão, Plotino e Porfirio, que ele assim comenta:
«Se julgamos ser indigno corrigir o pensamento de Platão, por que então Porfirio modificou a sua doutrina em mais de um ponto, e em pontos que não são de pequenas conseqüências? É certíssimo que Platão ensinou que as almas dos homens retornam até mesmo para animar corpos de animais. Esta opinião foi também adotada por Plotino, mestre de Porfirio. Mas não lhe agradou, e com muita razão. É verdade que Porfirio admitiu que as almas entram em sempre novos corpos: ele, de um lado, sentia vergonha em admitir que sua mãe pudesse algum dia carregar às costas o filho, se lhe acontecesse reen­carnar-se no corpo de uma mula; mas, de outro lado, não tinha ver­gonha em acreditar que a mãe pudesse transformar-se numa jovem e desposar o seu próprio filho! Oh, quanto mais nobre é a fé que os san­tos e verazes anjos ensinaram, fé que os Profetas dirigidos pelo Espí­rito de Deus anunciaram, ... fé que os Apóstolos apregoaram por todo o orbe! Quanto mais nobre é crer que as almas voltam uma só vez aos seus próprios corpos (no momento da ressurreição final) do que admi­tir que elas tomem tantas vezes sempre novos corpos!» (De civitate Dei X 30).



Considerações análogas se poderiam multiplicar caso se quisesse continuar a percorrer a antiga literatura cristã. Isto escaparia, porém, ao intento do presente artigo. Os dizeres de Sto. Agostinho, fazendo eco à sentença de escritores mais anti­gos, principalmente dos mais evocados pelos reencarnacionistas, já bastam para mostrar que vão seria procurar nos Padres da Igreja tutela e autoridade para a doutrina da reencarnação. Quem, com sinceridade, observa a documentação patrística, é levado a concluir que na realidade a Igreja antiga, longe de en­sinar a reencarnação, se lhe opôs abertamente.
Eis, porém, que a história registra o caso de Orígenes, do Origenismo e do Concilio de Constantinopla (543), caso assaz controvertido, ao qual devemos agora voltar a nossa atenção.



II. Orígenes, Origenismo e Constantinopla



É o nome de Orígenes que por excelência dá ocasião a que alguns escritores modernos asseverem, terem os antigos cristãos admitido a doutrina da reencarnação, prosseguindo destarte uma tradição pré­-cristã. Será preciso, portanto, considerar antes do mais:



1. Quem era Orígenes?



Orígenes (185-254) foi mestre de famosa Escola Catequética ou Teológica de Alexandria (Egito) numa época em que os autores cristãos começavam a confrontar a revelação do Evan­gelho com as teses da sabedoria humana anterior a Cristo. As fórmulas oficiais de fé da Igreja eram então muito concisas; a teologia (ou seja, a penetração lógica e sistemática das propo­sições reveladas) ainda estava em seus primórdios; em conse­qüência, ficava margem assaz ampla para que o estudioso arqui­tetasse teorias e propusesse sentenças destinadas a elucidar, na medida do possível, os artigos da fé. Orígenes entregou-se a tal tarefa, servindo-se da filosofia de seu tempo e, em particular, da filosofia platônica. Ao realizar isso, o mestre fazia questão de distinguir explicitamente entre proposições dogmáticas, per­tencentes ao patrimônio da fé e da Igreja, e proposições hipo­téticas, que ele formulava em seu nome pessoal, à guisa de su­gestões, para penetrar o sentido das verdades dogmáticas; além disto, professava submissão ao magistério da Igreja caso esta rejeitasse alguma das teses de Orígenes.
Ora, entre as suas proposições pessoais, Orígenes formulou algumas que de fato vieram a ser repudiadas pelo magistério eclesiástico.
Assim, inspirando-se no platonismo, derivava a palavra grega «psyché» (alma) de «psychos» (frio), e admitia que as almas humanas, unidas à matéria tais como elas atualmente se acham, são o produto de um resfriamento do fervor de espíritos que Deus criou todos iguais e destinados a viver fora do corpo; a encarnação das almas, por­tanto, e a criação do mundo material dever-se-iam a um abuso da liberdade ou a um pecado dos espíritos primitivos, que Deus terá punido ligando tais espíritos à matéria. Banidos do céu e encarcerados no corpo, estes sofrem aqui a justa sanção e se vão purificando a fim de voltar a Deus; após a vida presente, alguns ainda precisarão de ser purificados pelo fogo em sua existência póstuma, mas na etapa final da história todos serão salvos e recuperarão o seu lugar junto a Deus; o mundo visível terá então preenchido o seu papel e será aniquilado.
Note-se bem: o alexandrino propunha tais idéias como hipóteses, e hipóteses sobre as quais a Igreja não se tinha pronunciado (justa­mente porque pronunciamentos sobre tais assuntos ainda não haviam sido necessários); não havia, pois, da parte de Orígenes a intenção de se afastar do ensinamento comum da Igreja a fim de constituir uma escola teológica própria ou uma heresia («heresia» implica em obsti­nação consciente contra o magistério da Igreja).



2. A desgraça de Orígenes, porém, foi ter tido muitos dis­cípulos e admiradores ... Estes atribuíram valor dogmático às proposições do mestre, mesmo depois que o magistério da Igreja as declarou contrárias aos ensinamentos da fé.
Ê preciso observar outrossim o seguinte: o mestre alexan­drino admitiu como possível a preexistência das almas humanas. Ora esta não implica necesariamente em reencarnação; signi­fica apenas que, antes de se unir ao corpo, a alma humana viveu algum tempo fora da matéria; encarnou-se depois... ; dai não se segue que se deva encarnar mais de uma vez (o que seria a reencarnação propriamente dita).



Aliás, Orígenes se pronunciou diretamente contrário à doutrina da reencarnação... Com efeito; em certa passagem de suas obras, con­sidera a teoria do gnóstico Basílides, o qual queria basear a reencarnação nas palavras de S. Paulo: «Vivi outrora sem lei...» (Rom 7,9). Observa então Orígenes: Basilides não percebeu que a palavra «ou­trora» não se refere a uma vida anterior de S. Paulo, mas apenas a um período anterior da existência terrestre que o Apóstolo estava vivendo; assim, concluía o alexandrino, «Basílides rebaixou a doutrina do Apóstolo ao plano das fábulas ineptas e ímpias» (cf. In Rom VII).
Contudo os discípulos de Orígenes professaram como ver­dade de fé não somente a preexistência das almas (delicada­mente insinuada por Orígenes), mas também a reencarnação (que o alexandrino não chegou de modo nenhum a propor, nem como hipótese).



Os principais defensores destas idéias, os chamados «origenistas», foram monges que viveram no Egito, na Palestina e na Síria nos séc. IV/VI. Esses monges, como se compreende, levando vida muito retirada, entregue ao trabalho manual e à oração, eram pouco ver­sados no estudo e na teologia; admiravam Orígenes principalmente por causa dos seus escritos de ascética e mística, disciplinas em que o ale­xandrino mostrou realmente ter autoridade); não tendo, porém, cabe­dal para distinguir entre proposições categóricas e meras hipóteses do mestre, os origenistas professavam cegamente como dogma tudo que liam nos escritos de Orígenes; pode-se mesmo dizer que eram tanto mais fanáticos e buliçosos quanto mais simples e ignorantes.

Católicos reclamam de preconceito em concurso.

FONTE: Gazeta do Povo

Profissionais de saúde no Rio precisaram responder a questão que ligava catolicismo à possibilidade de contrair doenças venéreas
Um concurso público está no centro de uma polêmica envolvendo acusações de preconceito religioso no Rio de Janeiro.
No dia 16, cerca de 6,8 mil profissionais da saúde – médicos, dentistas, enfermeiros e farmacêuticos – disputaram 330 vagas no Programa Saúde da Família pela Organização Social Viva Comunidade, em uma seleção organizada pela Fundação Ceperj.
Segundo grupos católicos, a prova associa o catolicismo à vulnerabilidade a doenças sexualmente transmissíveis. O protesto contra o concurso inclui abaixo-assinados realizados em várias paróquias do Rio.
A estudante de Enfermagem Marcela Chagas chegou a se inscrever no concurso, mas não conseguiu fazer a prova. No dia seguinte, buscou o teste na internet. “A letra c) foi a primeira que descartei, achei que a resposta certa era a letra e). Fiquei revoltada, isso é uma falta de respeito com as mulheres católicas”, diz.
“Estado laico não significa ditadura da minoria, e nem tomada de posição contra denominações religiosas”, acrescenta Mário Dias de Oliveira, coordenador do Instituto Juventude pela Vida e um dos responsáveis pela mobilização contra o concurso.

Preservativo

A Ceperj, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que, como o gabarito ainda é provisório, não pode esclarecer os motivos pelos quais a alternativa c) foi considerada correta. “Essa questão não passa de uma crítica à posição da Igreja Católica a respeito do preservativo”, afirma Oliveira. Como a Igreja condena o uso do preservativo, a transmissão de DSTs seria, então, facilitada. Mas, segundo o padre De­­métrio Gomes, diretor do Instituto Filosófico e Teológico do Seminá­rio São José, de Niterói, pensar assim é simplificar a moral sexual católica. “Nenhu­ma mu­­lher é obrigada a ter relações sexuais com o marido se ele estiver fora de si ou recorrer à vio­­lência. Nem quando há a possibilidade real de transmissão de doenças como aids e sífilis”, explica.

A reportagem da Gazeta do Povo mostrou a questão ao presidente da Associação de Gine­­cologia e Obstetrícia do Paraná (Sogipa), Hamil­ton Jú­­lio, que na ocasião es­­tava com outros cinco colegas. “Ne­­nhum de nós teria optado pela alternativa c), teríamos marcado uma das duas úl­­timas opções”, diz. Júlio explica que o exame colpocitológico, mais conhecido como papanicolau, serve para detectar o câncer de colo do útero. “No en­­tanto, por meio do recolhimento de material também é possível encontrar fungos ou bactérias característicos das DSTs”, acrescenta.
A Ceperj informou ainda que os recursos solicitando revisões do gabarito do concurso fo­­ram enviados ontem a uma banca, mas não é possível dizer se houve recursos contra a questão 14. Outra possibilidade é a anulação da questão, com todos os candidatos recebendo a pontuação. O gabarito definitivo será divulgado nesta semana.

Veja essa entrevista com Olavo de Oliveira sobre esse assunto: 

Deus ouve a oração daquele que sofre

“ Invoca-me nos dias de tribulação, e eu te livrarei “( Sal 49,15).

Os momentos de sofrimentos deveriam ser os mais propícios a entregarmos à oração, pois é exatamente nesses momentos que não há outra coisa que se possa fazer , a não ser contar com a ajuda de quem pode nos ajudar de verdade. O problema começa quando não entendemos o sentido da dor, e acabamos culpando a Deus por aquilo que está acontecendo . Esta deve ser a primeira barreira que tem impedido a muitos buscarem na oração o consolo para os sofrimentos. Lendo este livro, estamos aprendendo a quebrar esses bloqueios, embora muitos estejam nesta situação ainda e não conseguiram se libertar desta mágoa para com Deus . Quando lidarmos melhor com o problema do sofrimento, quando estivermos bem tranqüilos quanto ao verdadeiro papel de Deus nas ocasiões de dor, certamente vamos experimentar através da oração o maior alívio que se pode encontrar , como que um bálsamo a acalentar e suavizar as nossas dores.

A sensação que temos quando estamos sofrendo , é de que Deus está distante de nós, e o que nos parece é que , quanto mais o invocamos , mais as coisas parecem ficar no mesmo lugar . Tem até o famoso ditado de que “ quanto mais se reza mais capetas aparecem” , e não é verdade ; o que acontece é que a tentação procura ao máximo retirar dos que sofrem no Senhor, a perspectiva de verem as coisas se resolvendo. E também , na imagem de Deus que formamos para nós, não queremos admitir que há lugar para o sofrimento. Se acreditamos que a bíblia é sem dúvida a palavra de Deus, tomemos posse desse salmo acima que deixa bem claro que os ouvidos de Deus estão abertos para escutar a oração daquele que o invoca, e não somente escutar , mas executar o pedido do seu sofrimento também ; é real . Muitas pessoas de fé tem experimentado pela oração a cura de Deus nos seus sofrimentos, e até o livramento das desgraças.

Deus é imensamente misericordioso, e certamente não tardará em nos socorrer se formos a Ele com gritos e gemidos de dor. Só que os papéis estão invertidos : Deus que deveria nos consolar, acabou sendo o alvo da culpa, o réu ; aquele que parece ter que pagar o “pato”. Quando se reza , adquire - se outra postura em relação ao sofrimento, é por isso que dificilmente uma pessoa de verdadeira oração irá entrar em desespero, cometer suicídio, e até mesmo o que já é comprovado cientificamente : o percentual de pessoas que encontram a depressão nos períodos de sofrimento é menor entre aqueles que rezam e têm a prática assídua da fé .

Se estamos sem controle emocional nas tribulações, é porque estamos sem controle espiritual . Em primeiro lugar, a espiritualidade precisa nos levar a um conhecimento profundo de nós mesmos, a ponto de nos equilibrar de todas as formas e sentidos ; portanto uma pessoa sem equilíbrio, que demonstra atitudes desregradas quando as coisas saem do seu controle, é uma pessoa que está com necessidade de espiritualidade urgente, e esta só pode ser adquirida e vivida no dia a dia. O que acontece muitas vezes é que estamos querendo “ usar a Deus “ como se usa uma droga , e uma droga milagrosa ainda por cima. Entrego tudo para Deus e Ele vai endireitar tudo , curar tudo , e eu não preciso fazer mais nada. Não quero me apresentar para somar forças na solução dos meus problemas, e nem quero enfrentar as conseqüências passadas geradas por eles , mas quero passar por cima de tudo e imaginar que Deus magicamente fará tudo desaparecer ! Não posso achar que como uma droga , usar a Deus pelas vias da oração seja escapar da própria realidade.

“Sara fez a prece : Senhor, vós não vos comprazeis na nossa perda, mas após a tempestade, mandais a bonança; depois das lágrimas e dos gemidos , derramais alegria. Esta oração foi ouvida ao mesmo tempo diante do Senhor , que enviou o Santo Anjo Rafael para curar Tobit e Sara “ .( Tob 3,22-25).

Que maravilhoso o socorro de Deus aos que , ao invés de falar “asneiras” nos momentos de tensão, de querer fugir da realidade e expulsar as chances D’Ele agir em meio aos sofrimento, dirigem-se a Ele com confiança trazendo a oferta do seu pedido e da sua oração . O Senhor, maravilhoso como é, por sua vez , vem imediatamente socorrer o que pede , tanto com a sua presença, quanto com a presença dos seus anjos. Quando invocamos a Deus e quebramos essa barreira do sentimento de distância entre nós e Ele durante os sofrimentos, o poder curador de Deus age sobre nossas dificuldades , e o Santo Anjo Rafael, que significa a cura de Deus , chega até nós também por uma ordem do Senhor.

A sensação de distanciamento é normal , Jesus na sua humanidade também sentiu –se assim quando disse : “ Pai, se for possível afasta de mim este cálice, mas contudo não se faça a minha vontade, mas realiza o que tu queres”(Mat 26,39) . Jesus também, emocionalmente abalado pelo sentimento de dor e de morte, sentiu-se profundamente abandonado por Deus, mas teve clareza no seu coração que, se Ele tinha que passar por aquilo, que fosse feito como o pai queria. Não é pecado algum diante de uma forte tribulação nos sentirmos distantes de Deus também, mas é preciso exercitar essa certeza adquirida por Jesus da aceitação da vontade de Deus e do alívio vindo do Pai para aquela situação, ainda que não estejamos sentindo. Uma coisa é sentir –se só, sabendo que isso é só sentimento e por ser sentimento vai passar, a outra coisa é acreditar que estamos sós, aí é que está o problema.

Deus não vai nos desamparar, não é preciso temer. Enquanto estamos sofrendo, Deus está operando maravilhas em nosso favor, e volto a dizer, ainda que não sentamos, pois quando a dor é muito intensa , nada nos faz sentir que estamos sendo aliviados, e só vamos tomar consciência do que Deus estava fazendo depois que tudo passou.

Não dê lugar à tristeza , pois , como diz o livro do eclesiástico : ela matou a muitos ! Mas ao contrário, refugie-se na oração e na intimidade com Deus nos momentos de dificuldades, reze mesmo sem vontade , pois muitas vezes não temos vontade de rezar mesmo. Reze mesmo sem estar vendo fruto algum, não tem importância. Reze mesmo com uma imensa dificuldade de concentrar que normalmente temos quando estamos sofrendo, não tenha vergonha de se perder nas orações, de até dormir rezando, de parar as orações com lágrimas, do pensamento se esvair pelo ar. Experimentar a Deus pela oração também tem a ver com sofrer, quem não se arrisca não faz a experiência da resposta, quem quer se preservar, só pode ficar trancado em casa. Sem correr riscos ninguém pode experimentar momentos novos, experiências novas. Fazer a experiência aventurosa de Deus pela oração é ocupar-se com Ele , para prová-lo.

E, se de todas as formas que tentares, o sofrimento for tão forte que não tenha força alguma para rezar, faça como nos ensina São Tiago nessa palavra . “Alguém dentre vós está triste? Reze! Está alegre? Cante! Façam orações sobre ele , ungindo-o em Nome do Senhor. A oração o salvará e o restabelecerá” ( Tg 5,13-15).

Chame alguém para rezar com você, para fazer orações muito mais do que só com você, mas sobre você e por você. Peça alguém para ungi – lo com água benta, com óleo santo ; se o problema for físico peça a unção dos enfermos sobre você, faça reuniões e cenáculos de oração em sua casa , mas o que você não pode fazer é passar as suas dores sozinho sem estar diante de Deus, no colo D’Ele, abandonado por completo à sua vontade .“ Deus ouviu seus gemidos e lembrou-se de sua aliança “ ( Exo 2, 24) . Se lhe faltarem as palavras , ofereça os seus gemidos, as suas lágrimas, seus sussurros . Nos momentos de dor, Deus vê todo o conjunto da história da pessoa que sofre, cada detalhe lhe é importante : “Eu vi a aflição do meu povo e ouvi os seus clamores por aquilo que os oprime” (Exo 3, 7). O dia em que desistirmos de buscar a Deus, passaremos a nos contentar com coisas sem valor e neste dia reduziremos o grande desejo da nossa alma a meros momentos humanos . Só em Deus é que encontramos forma da nossa alma permanecer viva , ainda que com momentos e fazes de profundo sofrimento.

Moisés Rocha é Pregador e fundador da Comunidade Resgate



quinta-feira, 27 de maio de 2010

Caí mas venci!

“A vida é como andar de bicicleta. Para manter seu equilíbrio você deve continuar em movimento”, dizia Einstein. E ao aprender a andar de bicicleta você garante alguns tombos, hematomas e torções. Mas nada se compara aquele vento no rosto que sente só quem se arrisca na ladeira.
Volte um pouco comigo em sua vida, aquele tempo de engatinhar onde você arriscava ficar em pé sozinho. Com certeza caiu muito. Se você tivesse parado no primeiro tombo? Você com certeza não estaria aqui. A queda não foi capaz de parar você! Você caminhou!
Mesmo com “rodinhas” na bicicleta, você se arriscou.

O equilíbrio no andar que aparentemente era um obstáculo se tornou a vitória!

A todo instante a vida nos traz questões, hora abertas, hora de múltiplas escolhas. Mas quem dá a resposta é você! E o sentido da vida se encontra no significado que dá a cada pergunta!
Aprendi nesta manhã que a vida está cheia de obstáculos, porém quando invisto com perseverança nestes obstáculos, eles se tornam impulso para vitória.

Minha queda não tem o poder de impedir o movimento! O sentido está em não desistir!

Qual a dor que você enfrenta? Qual sofrimento? Qual angústia aperta seu coração? Se não há como mudar a situação, deixe que a situação mude você! Diga sim a vida! Diga sim a você! Diga sim a Deus.

Apesar das adversidades, das inevitáveis misérias somos capazes de responder à vida utilizando-se da capacidade de transformar criativamente os aspectos negativos em algo positivo, construtivo. Retirar do caos o melhor que puder, esse é o nosso dever. Este é o segredo da felicidade.
Não foram as quedas e os obstáculos que me impediram de caminhar, foram eles que me impulsionaram a vencer!

No cego que foi curado por Jesus, vejo minha vida. O manto da indigência não tem a ultima palavra, a margem não foi o lugar preparado para mim. As vozes querendo me calar não foram capazes de silenciar minha sede de felicidade! Eis o meu grito:
“Jesus Filho de Davi tem piedade de mim”.
Mesmo caído, não sou a queda, não sou o erro!
Hoje quero dizer a você, o obstáculo que enfrenta ou a multidão que te sufoca não são pontos finais em sua vida e sim pontos de interrogação. É a vida te perguntando: Vai parar aqui? E Deus coloca um ponto de exclamação e diz: “Você foi criado para ser feliz!”. O travessão que precisa dar é a resposta que a vida espera!
Você nasceu para ser feliz!
Espero seu comentário! Lógico começando com um travessão!
O meu comentário foi o primeiro!

Tamu junto

Adriano Gonçalves- Revolução Jesus Canção Nova

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Esfaqueiam imagem da Virgem de Guadalupe em igreja católica na Califórnia.

Desconhecidos irromperam na Igreja Santa Rosa de Lima na localidade de Maywood e a profanaram cravando uma faca em uma imagem da Virgem do Guadalupe e ademais escreveram 666 com molho de tomate nas paredes, defecaram no auditório paroquial e sacudiram tudo em seu trajeto.

A respeito disto o Pe. David Velásquez assinalou que “estamos tristes pelo que ocorreu, mas mais que pelo dano que causaram, estamos preocupados com a agressão ao coração destas pessoas. Acredito que estas ações refletem o que acontece em seus corações (dos vândalos)”.

O sacerdote indicou também que os desconhecidos “destruíram a imagem de Jesus e da Virem Maria no hall da paróquia” que convoca majoritariamente latinos. “Fizeram um desastre nas instalações”, denunciou o Pe. Velásquez.

Um dos paroquianos, Humberto Herrera, condenou esta agressão e comentou que “me incomodo porque esta é minha igreja. Não posso acreditar que alguém possa fazer algo assim”.

O departamento de polícia assinala a respeito que “o vandalismo foi de uma natureza terrível. De fato é consistente com o que poderia chamar um crime de ódio”.

O capitão Herb Aguirre explicou que até o momento não encontraram com os suspeitos desta deplorável ação que poderia ter sido realizada no domingo de noite ou na segunda-feira cedo pela manhã. Entretanto o policial indicou que os responsáveis foram gravados pelas câmaras de segurança e o que falta agora é identificá-los.

POR: ACI

Revelados detalhes inéditos da beatificação dos pastorinhos de Fátima

ROMA, 26 Mai. 10 / 02:06 pm (ACI).- Em entrevista concedida ao jornal vaticano L’Osservatore Romano, o Prefeito Emérito da Congregação para as Causas dos Santos, o Cardeal Português José Saraiva Martins, deu a conhecer uma série de detalhes até agora desconhecidos da beatificação dos pastorinhos videntes de Fátima, como por exemplo a criação de uma comissão querida pelo Papa João Paulo II que chegou à conclusão de que as crianças efetivamente podem viver as virtudes cristãs em grau heróico.
O Cardeal começou explicando que a beatificação de Jacinta e Francisco Marto, cujo décimo aniversário coincidiu com a recente visita a Portugal do Papa Bento XVI, é "um evento histórico porque são os primeiros meninos não mártires em ser elevados às honras dos altares".
"Antes deles, de fato, não era praxe da Igreja a canonização de crianças: pensava-se, em consideração de sua idade, que não tinham a capacidade de praticar em grau heróico as virtudes cristãs, primeira condição para a beatificação. Lembro-me que, em seu caso, verificou-se uma coisa muito interessante: chegaram a Roma milhares de cartas de todo o mundo –não só da parte de fiéis leigos mas também de bispos e cardeais– que solicitavam a beatificação dos pastorinhos", comentou o Cardeal.

Esta grande quantidade de solicitudes, continuou o Prefeito Emérito, "gerou uma reflexão ao interior da Congregação das Causas dos Santos. João Paulo II nomeou uma comissão de peritos –teólogos, psicólogos, pedagogos– para examinar o problema. Logo depois de um estudo profundo, chegou-se a uma conclusão: as crianças estão em capacidade de praticar as virtudes cristãs, naturalmente no modo possível para eles. Graças a esta conclusão foi possível proceder à beatificação".

Falando logo depois dos rasgos de santidade de Jacinta e Francisco, o Cardeal ressaltou que neles se podia apreciar "uma piedade profunda, uma devoção fervente à Santíssima Trindade, à Virgem e à Eucaristia. Falando de heroísmo, destaca como cada um deles estava disposto a dar a vida antes que mentir. Foram ameaçados, de fato, coagidos a dizer que as visões eram falsas, mas não cederam às pressões".

Em referência ao processo de beatificação da Irmã Lúcia, a terceira vidente que faleceu há poucos anos atrás, o Cardeal recordou que este ainda está na fase diocesana dispensada dos cinco anos que se deve esperar em todos os casos para o começo do mesmo depois da morte.



Milagres

O Cardeal precisou que quanto à investigação dos milagres na atualidade, devido ao avanço da ciência médica, é necessário constatar que para ser considerado efetivamente "um milagre a cura deve ser instantânea, completa e duradoura. Se os médicos concluírem que não é explicável cientificamente, os documentos passam logo aos teólogos. Corresponde a eles determinar se existe elo entre a cura e a oração de intercessão feita a Deus através do candidato à beatificação".
"Só os teólogos, e não os médicos, podem então falar de milagres. Suas conclusões passam logo ao exame e a eventual aprovação dos cardeais. E finalmente o Papa é quem tem a última palavra: aprova-se o milagre e tudo fica preparado para a beatificação", relatou.

Fonte: ACI 

Papa nomeia dois bispos para o Brasil

Vaticano, 26 Mai. 10 / 12:55 pm (ACI).- O Papa Bento XVI nomeou hoje Dom Célio do Oliveira Goulart, até agora Bispo de Cachoeiro do Itapemirim, como novo Bispo de São João del Rei. Da mesma forma nomeou Dom Wilson Tadeu Jönck, até agora Bispo Auxiliar de Rio do Janeiro, como novo Bispo da diocese de Tubarão, em Santa Catarina.

Segundo a nota divulgada hoje no site da CNBB, Dom Wilson assumirá a diocese de Tubarão, que estava vacante desde setembro do ano passado. Nascido em Vidal Ramos (SC), no dia 10 de julho de 1951, o novo bispo de Tubarão foi ordenado padre em 17 de dezembro de 1977 pela Congregação do Sagrado Coração de Jesus (SCJ). Ele realizou seus estudos de Filosofia e Teologia nos conventos Sagrado Coração de Jesus, respectivamente, em Brusque (SC) e Taubaté (SP). Ele também estudou psicologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.

Nomeado bispo auxiliar do Rio de Janeiro em junho de 2003, dom Wilson recebeu a ordenação em 16 de agosto do mesmo ano. Seu lema episcopal é “Amar é dar a vida”.

O novo bispo de São João del Rei, dom Célio Goulart, sucede a dom Waldemar Chaves de Araújo, 75, que teve seu pedido de renúncia aceito por Bento XVI, conforme prescreve o Código de Direito Canônico, cânon 401 § 1º. Dom Célio foi ordenado bispo para a diocese de Leopoldina (MG) em 28 de agosto de 1998 e adotou como lema “A cruz é a força de Deus”. Em 2003, foi nomeado para a diocese de Cachoeiro do Itapemirim. De 2003 a 2007, foi presidente do Regional Leste 2 da CNBB (estados de Minas Gerais e Espírito Santo) e membro do Conselho Permanente da CNBB.

Ordenado sacerdote pela Ordem dos Frades Menores (OFM) em 12 de julho de 1969, Dom Célio nasceu em Piracema (MG) no dia 14 de setembro de 1944. Fez seus estudos de filosofia no Convento São Boaventura, em Daltro Filho (RS) e no Convento Santa Maria dos Anjos, em Betim (MG). Ele realizou curso de teologia no Convento Santo Antônio, em Divinópolis (MG), e no Instituto de Teologia da PUC-Minas, em Belo Horizonte (MG).

FONTE: ACI

terça-feira, 25 de maio de 2010

Dia Nacional de Intercessão pela juventude

Intercessão dia 25 de Maio



Juventude do Brasil em Unidade com toda Juventude da América Latina, vamos nos colocar na brecha como intercessores no dia 25.



Estamos celebrando o mês de Maio. Mês dedicado a Maria nossa mãe e intercessora junto a Jesus no céu, por isso queremos neste dia 25 de maneira especial nos unir pedindo a intercessão de Maria por toda a Santa Igreja Católica Apostólica Romana.



A Igreja Católica tem passado nos últimos tempos por algumas tribulações. O Santo Padre o Papa, os Bispos e Padres necessitam de nossas orações nos dias de hoje. Por isso o mês de maio será um mês especial de intercessão por aqueles que estão a frente de nossa igreja. Estamos vivendo o ano sacerdotal por isso nos unimos em intercessão pelos sacerdotes.



Reúna seu Grupo de Oração, os jovens do seu ministério, jovens de sua cidade, diocese, Forania, região para vivenciar esse dia de intercessão jovem. Realize a intercessão conforme a realidade local que você vive. Deixamos como sugestão dia de Adoração, Oração do Rosário, Participação da Eucaristia em intenção a juventude do país e da América Latina, vigílias, tardes de intercessão, etc. Se possível passe essas intenções para o seu sacerdote e bispo para estar em unidade com toda juventude do Brasil em oração nesse dia.



A Palavra para meditarmos neste dia é Jeremias, 1,11
“Ah! Senhor, prestai ouvidos à oração deste vosso servo e à oração dos vossos servos que veneram o vosso nome. Dignai-vos hoje dar bom êxito ao vosso servo, e fazei-o ganhar o favor do rei. Eu era então copeiro do rei.”. (Jeremias 1,11)



Intenções do Mês



- Pelo Santo Padre o Papa Bento XVI;



- Por todos os Bispos;



- Por todos os Sacerdotes;



- Pelos Diáconos;



- Pelos Seminaristas;



- Por todas as vocações;







São Marcos...



Rogai por nós







Beato João XXIII



Rogai pela nossa juventude

Canonista explica como atua a Igreja diante das denúncias contra sacerdotes

O Pe. Alberto Pacheco Escobedo, Vigário Judicial do Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese do México e doutor em Direito Canônico, explicou que o direito eclesiástico tem uma competência distinta ao civil e que a Igreja sempre recomenda às possíveis vítimas de abusos sexuais denunciar o fato ante as autoridades locais.
"O que posso dizer claramente é que o direito de defesa na Igreja está garantido e ninguém pode ser interpelado em sua esfera jurídica sem ter sido escutado", afirmou em entrevista com o semanário Desde la Fe.
O sacerdote disse que quando uma pessoa foi vítima de algum abuso deve apresentar a denúncia ante a Vicaria Episcopal correspondente. Entretanto, esclareceu que não se pode atuar perante uma denúncia anônima "por princípio elementar de justiça", pois se encontraram casos de "mera animadversão pessoal contra algum sacerdote".
"Se forem anônimas nem sequer podemos investigar, como tampouco o faz a autoridade civil. Se a denúncia formal é apresentada assinada pelos denunciantes e tem reflexos de veracidade, o Sr. Arcebispo decretou que no período mais breve possível esta passe ao Tribunal Eclesiástico, e ele começará a investigar citando testemunhas, denunciantes e o acusado", explicou.
Do mesmo modo, indicou que "nessa prévia investigação o Bispo deve ter o cuidado de que não seja uma calúnia contra o clérigo. Quando essa investigação prévia outorga ao menos possibilidades da existência desse delito, é quando deve comunicá-lo" à Congregação para a Doutrina da Fé. Acrescentou que durante a investigação o sacerdote pode ser suspenso de suas funções.
O Pe. Pacheco disse que o Direito Canônico "tem um capítulo inteiro sobre as penas que podem ser imposta aos fiéis (.) que cometem algum delito, não só aos clérigos"; em cujo caso "as penas são as maiores, e devem ser impostas aos clérigos que tenham cometido atos imorais contra o sexto mandamento do decálogo".
Depois de assinalar que a Igreja "não estorva as autoridades civis na investigação e aplicação das penas civis", o perito reiterou que não se pode proceder "perante acusações anônimas, por notas jornalísticas, por difamações não comprovadas".
"Assim como se deve ter em conta os direitos humanos dos ofendidos, também se deve tomar em conta os direitos humanos dos clérigos que podem ser falsamente acusados. Estes também têm direito à sua boa fama. Muitas vezes o que se imputa falsamente como encobrimento, é amparo da intimidade e boa fama dos ofendidos", indicou.
O Pe. Pacheco esclareceu que a Igreja não tem maneira de impor uma sanção econômica nem de colocar a ninguém no cárcere, pois isto é competência da autoridade civil. "O máximo que a autoridade eclesiástica que pode fazer é expulsá-lo como sacerdote: essa é a pena máxima que pode ser imposta", indicou.


Autor: ACI Digital

Onde é que você gasta o seu tempo?

O que é essencial ou acidental em você?
Onde é que você gasta o seu tempo? O que é essencial ou acidental em você? Onde é que você derrama a sua vida?
Amar é doer o tempo todo. Você ama um filho e sabe que ele precisa ir para a escola, mesmo que ele fique lá gritando e você saia chorando, porque ele precisa se desprender de você. Na minha infância, eu fazia xixi na calças na escola só para ir para casa ficar com minha mãe. Até que no quarto dia a professora disse que tinha providenciado uma cuequinha. Ali foi o momento em que eu aprendi a perder.
Você mãe tem dor de parto para trazer seu filho ao mundo. Mas você vai "parturir" esse menino o tempo todo. Mãe que não sabe perder, não sabe educar o filho. Digo tudo isso para falar da sarça ardente e da ordem de Jesus sobre a travessia rumo à nossa conversão.
Moisés reconhece a missão de levar o povo a passar pelo deserto. E vê uma sarça que queima sem se consumir. Mas ele tem consciência de aquele momento é acidental em sua vida. Deus poderia ter se manifestado de outra forma. Acidental é aquilo que poderia ser diferente, que não faz falta, que com a ausência a vida continuaria do mesmo jeito.
Voltamos à música. "Eu só peço a Deus que a dor não me seja indiferente, que a morte não me encontre um dia solitário sem ter feito o que eu queria".
A morte teria encontrado Moisés se ele pensasse que na sarça ele tinha visto tudo. Deus não nos entrega nada para que isso morra, mas para ser multiplicado. Qualquer experiência humana não termina ali, mas sempre tem um algo a mais.
Sarças podem arder tanto para encantar, como para desesperar, quando você viveu aquele momento de dor e disse que era demais, que não iria suportar. "Não vejo outra perspectiva, não vejo solução". Mas você fez um desafio a si mesmo e não ficou parado com a sarça.
A vida, às vezes, nos faz parar para ver a sua beleza, mas também a sua tragédia. E nada pode nos parar. É a junção do calvário e sepulcro vazio que dão sentido à nossa vida. O que vai fazer a diferença é o modo como você encara o momento que vive.
A vida é inteligente o tempo todo. A morte é um processo natural de dar lugar ao outro. Está certo que a gente ama, mas você não pode ficar parado. Não pare naquele momento, porque o definitivo é destrutivo sempre. O definitivo chama-se inferno e quem cai no definitivo corre o risco da arrogância. Amor sobrevive daquilo que não sabemos do outro, mas desconfiamos, estamos descobrindo a cada dia.
"Essa festa está tão boa que eu não queria que acabasse". Mentira! Já está na hora de ir embora. O resto da vida é tempo demais. O pôr do sol só é bonito porque está acabando. Se não fosse passageiro não iríamos prestar atenção nele, pois estaria ali toda hora.
Deus nos indica um caminho a percorrer. O que Jesus nos fala é: "Corra atrás do que está em você. Dentro de você há tantos lugares para chegar, tanto pôr do sol. No lugar da trovoada também ter pôr do sol". Você não nasceu para o definitivo das tragédias.
Religião é antes de qualquer coisa a mistura do sagrado e divino em nós. Conheça o que você é, porque assim você saberá trabalhar melhor com você mesmo. Nós queremos conhecer o outro, mas não queremos conhecer a nós mesmos. É luta o tempo todo. Você vai ver o que é atraente, mas também os seus espinhos. E fazer a experiência de caminhar no deserto e ir além.
E se Jesus perguntar quem é você? O que você tem feito da sua vida? O que você tem permitido que os outros façam da sua vida? O que na sua vida é essencial? Onde você gasta os seus dias, as suas horas?
A gente está lidando o tempo todo com "abelhas" que nos rondam o tempo todo para extrair alguma coisa de nós. O que sai? Mel ou fel? É muito fácil produzir mel quando tudo está favorável a nós. Mas o desafio está em dar testemunho da nossa fé quando tudo está desarrumado e proclamá-la para aquele que nos fez "descer da árvore".

Você quer ser feliz, acertar, mas corre o risco de chegar lá e dar conta de que não deu certo. Só chega lá quem toma a disciplina de não desistir.
O que você gostaria de fazer? O que você gostaria de sonhar diferente? Se hoje você morresse, quais sonhos morreriam junto com você?
Só sobrevive no deserto quem se planeja para fazer uma travessia segura. A coisa mais fácil é perder o rumo da vida, gente. Basta uma luz no foco errado. Cuidado com tudo aquilo que brilha demais, que é muito artificial.
Nunca vi um rapaz chorando porque não ganhou o iate que queria. Mas já vi muitos rapazes chorando sem terem coragem de contar que queriam se sentir amados. A falta de amor faz chorar, destrói. Amor é essencial. E muitas vezes nos prendemos para dar aos filhos o que é acidental.
Nós só conseguimos suportar a travessia do deserto se estivermos agrupados. Ninguém chega ao céu ou ao inferno sozinho. Sempre estamos agrupados.
Essa música é diferente da outra e nos dá esperança: "Eu preciso de Ti, meu Senhor. Quero caminhar contigo e não mais andar sozinho. Eu preciso de Ti".
Se quiser ir longe segure nas mãos desse Deus, que se oferece na Eucaristia.

Autor: Padre Fábio de Melo

Ex-modelo surpreende a Colômbia com sua conversão

Amada Rosa Pérez chegou a ser uma das top models de passarela mais cotadas do país mas há cinco anos atrás ela desapareceu da vida pública sem deixar rastro. Há umas semanas voltou a ser notícia ao compartilhar seu testemunho de conversão em uma entrevista concedida ao jornal El Tiempo da Colômbia.
Amada confessou que padeceu uma enfermidade que reduziu a 40 por cento sua audição no ouvido esquerdo e começou a questionar toda sua vida. "Sentia-me inconformada, insatisfeita, sem rumo, inundada em satisfações passageiras, mas sempre procurava respostas e o mundo jamais me deu isso", indicou.
"Antes era uma pessoa que trabalhava em excesso, estressada, alterava-me facilmente. Agora vivo em paz, o mundo não exerce afã em mim, desfruto de cada momento que me oferece o Senhor. Vou à Missa e reza o Santo Terço diariamente, também o Rosário da Divina Misericórdia às 3:00 p.m, confesso-me com freqüência com um sacerdote", acrescentou.
Agora ela se chama Amada Rosa de Jesus e Maria, e é devota da Virgem e uma ativista incansável da comunidade religiosa Laços de Amor Mariano.
Amada afirma que "ser modelo significa ser um ponto de referência, alguém cujas atitudes são dignas de reproduzir e eu me cansei de ser uma modelo de superficialidade. Cansei-me de um mundo de mentiras, aparências, falsidade, hipocrisia e enganos, uma sociedade cheia de anti-valores, na que se ressalta a violência, o adultério, a droga, o álcool, as brigas, um mundo que exalta as riquezas, os prazeres, a imoralidade sexual e a fraude".
"Quero ser modelo de promoção da verdadeira dignidade da mulher e não de sua utilização comercial", concluiu.

Autor: ACI Digital

Kaká, jogador da seleção, nos ensina como evangelizar tendo senso de oportunidade.

Kaká além de se um craque, é também um cristão que demonstra ter entendido sua missão particular de evangelização.

Apesar das reservas hoje aplicadas pela FIFA, sempre é possivel “dá um geitinho”, sem ferir a lei, de anunciar o nome de nosso amado Jesus Cristo.

As chuteiras foram feitas sob medida e personalizadas pela Adidas.

Na chuteira de Kaká, uma inscrição mostra a sua fé – nela está escrito “Jesus in First Place”, em inglês, que traduzido significa “Jesus em primeiro lugar”. Mensagem que será levada ao mundo todo,caso o filmem de perto, além de ser uma expressão de sua fé e de seus valores que ele nunca se envergonhou de ter.

E quantos de nós perdemos chances e mais chances de evangelizar! …Tomara que o exemplo dele nos anime a- segundo nosso chamado, estado de vida e dons, com senso de oportunidade, também anunciemos Jesus como o primeiro em nossas vidas.


segunda-feira, 24 de maio de 2010

Quando me sinto fraco… O que fazer?


Corpos bombados, olhar que demostra força, filmes de super herói etc. Afinal quem não assistiu a trilogia de Homem Aranha? Ou Homem de Ferro 1 e 2?
Todo mundo está em busca de mostrar sua força, tem gente até fazendo acordo pra garantir poder nuclear.
Mas quero ir contra, quero contrariar e dizer que a verdadeira força só é possível com fraqueza.
“Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (II Cor 12,10)
Só quando me submeto a Deus sou forte. Fraco não é aquele que possui fraquezas, mas sim aquele que se rende a elas.
Queria contar uma história pra você:
Um garoto de dez anos de idade decidiu praticar judô, apesar de ter perdido o braço em um terrível acidente de carro. O menino ia muito bem. Mas sem entender o porquê, após três meses de treinamento, o mestre tinha lhe ensinado somente um movimento. O garoto então disse:
- Mestre, não devo aprender mais movimentos?
O mestre respondeu ao menino, calmamente e com convicção:
- Este é realmente o único movimento que você sabe, mas também é o único movimento que você precisará saber.
Meses mais tarde, o mestre inscreveu o menino em seu primeiro torneiro. O menino ganhou facilmente seus primeiros dois combates e foi para a luta final do torneio. Seu oponente era bem maior, mais forte e mais experiente. O garoto usando os ensinamentos do mestre entrou para a luta e, quando teve oportunidade, usou seu movimento para prender adversário. Foi assim que o menino ganhou a luta e o torneio. Era campeão. Mais tarde, em casa, o menino e o mestre reviram cada luta. Então, o menino criou coragem para perguntar o que estava realmente em sua mente:
- Mestre, como eu consegui ganhar o torneio somente com um movimento?
- Você ganhou por duas razões - respondeu o mestre, - Em primeiro lugar, você dominou um dos golpes mais difícieis do judô. E, em segundo lugar, a única defesa conhecida para esse movimento é o seu oponente agarrar seu braço esquerdo.
A maior fraqueza do menino tinha-se transformado em sua maior força. Assim, também nós podemos usar nossa fraqueza para que ela se transforme em nossa força.
É hora de se fortalecer. É Pentecostes. Qual sua fraqueza? Deixe seu comentário. Queremos pedir uma dose de Anazopiren, Espírito Santo que faz redimir pra vc! É ai que a força do alto precisa agir. Anazopiren. Vem Espírito Santo.

Tamu junto

Por: Adriano Goncalves- Blog Revolução Jesus Canção Nova

Pacajus Celebra com Fé

Postado em 21 de maio de 2010 às 19:28 pelo o irmão Vanderlúcio Souza no blog: PovoOnline - ancoradouro

Pe. Antonio Furtado presidiu missa em favor dos enfermos



Ontem visitei Pacajus por ocasião dos festejos de seus 75 anos de emancipação política. Com o lema Pacajus celebra com fé a prefeitura decidiu comemorar a data de um modo novo. Ao invés das tradicionais festas regadas a bebida e todo tipo de libertinagem, um encontro religioso.

Multidão lota praça de eventos em Pacajus

Vi uma multidão na praça de eventos da cidade, de todas as faixas etárias. Eram crianças, jovens e adultos unidos numa mesma sintonia. Exemplar o testemunho da cidade. O saldo de festas como as realizadas em Pacajus só deixam um ganham positivo a seus moradores e um exemplo a ser seguido. Claro, não estamos julgando as atrações seculares, mas lembrar-se do sagrado em ocasiões tão importantes faz parte.
Uma missa em favor dos enfermos foi presidida por Pe. Antonio Furtado, da Comunidade Católica Shalom. Em seguida aconteceu show com a cantora Adriana, uma das vozes mais aclamadas na cena
musical católica. A cantora recebeu a imprensa e disse ao blog que estava feliz por participar da comemoração da cidade.

Adriana tem um grande carinho pelo Ceará. “Agradeço muito ao Shalom, pois foi ele quem me trouxe para esta terra”, disse. E adiantou: “Em julho estarei no Halleluya (evento da Comunidade Shalom, de 21 a 25 de julho) com toda minha banda. Será um momento muito especial”, garantiu.


Adriana, Nair Fontoura e Vanderlúcio Souza nos bastidores do evento

Pacajus celebra com fé seu aniversário e deixa para os demais legisladores um exemplo de como construir uma sociedade pautada em valores que conduzem à vida e produzem frutos de alegria, segurança e paz.

Parabéns Pacajus!

Exposição do Santo Sudário atrai mais de 2 milhões de visitantes

Mais de dois milhões de peregrinos visitaram o Santo Sudário, em Turim, na Itália, durante os 44 dias em que ele foi exposto ao público. A exposição do lençol, que segundo a tradição, envolveu o corpo de Cristo no sepulcro encerrou-se neste domingo, 23, e foi a oportunidade, para muitos, encontrarem suas respostas.
"Nesses dias, tive a clara percepção de que o Senhor falava ao coração dessas pessoas, seja às pessoas de fé, seja aos peregrinos que vieram ver o Sudário em busca de respostas. Quem veio, encontrou acolhimento e disponibilidade e espero que possam voltar para casa 'envolvidos' pelo Sudário, símbolo do amor de Deus", declarou o Arcebispo de Turim, Cardeal Severino Poletto, que afirmou estar muito satisfeito com o fato.
Durante uma coletiva de imprensa no encerramento da exposição, o arcebispo explicou a verdadeira razão da relíquia ser exposta para veneração: "O Sudário nos oferece a oportunidade de relançar a fé em um período de neblina espiritual, reconciliando-nos na Palavra de Deus". E divulgou o levantamento do número de visitantes, que apontou 2.113.128 peregrinos dos mais diversos países, 1588 jornalistas e 157 emissoras credenciadas.
Ainda neste domingo, o Cardeal Poletto presidiu uma Missa e leu a mensagem enviada pelo Papa Bento XVI, onde o Santo Padre recorda sua visita pastoral a Turim, durante a qual teve a "íntima e comovida" alegria de venerar o Sudário e agradece à Arquidiocese pelo acolhimento que lhe foi reservado.
Nesta segunda-feira, o Santo Sudário será novamente colocado na estrutura que o conserva na Catedral de Turim. A relíquia estava exposta desde o dia 10 de abril deste ano, e foi a primeira exposição pública desde sua "restauração" no ano de 2002, que levou à remoção de tiras do tecido que ficaram queimadas durante o incêndio de 1532.

Autor: Rádio Vaticano

A importância do silêncio na liturgia

Vivemos em uma civilização profundamente marcada pelo ruído. Há um vozerio por toda parte. A técnica moderna, com extraordinária rapidez, cria instrumentos que enchem os ouvidos e também os olhos com tudo o que ocorre aqui e no mais distante recôndito do mundo. Cada vez mais se torna difícil o silêncio interior e exterior. No entanto, ele é importante para nossa saúde física, mental e, especialmente, espiritual.
Muitos sentem a necessidade de superar essa escravizante estrutura de nossa sociedade moderna. Buscam um ambiente de calma para unir-se a Deus ou mesmo para refletir sobre sua vida e os problemas cotidianos. Na parte religiosa, a Igreja deve preservar nos templos, de modo permanente, um clima de tranquilidade. São oásis mais valiosos hoje, quando a movimentação nas ruas e até nos lares é massificante. Durante o culto, os cânticos, leituras e aclamações, indispensáveis para fortificar uma convivência realmente comunitária, não excluem os momentos de meditação. Em um e outro caso, a Casa de Deus deve oferecer ao coração agitado a oportunidade de usufruir um intenso contato com o divino. Sem recolhimentos, frequentes e profundos, é impensável a sobrevivência e o progresso de uma vida cristã coerente e dinâmica, num mundo que frequentemente repele a mensagem decorrente do Evangelho.
Santo Ambrósio, ao tratar desse assunto, em sua época (século IV) que poderíamos chamá-la de absolutamente silenciosa em comparação com os nossos dias, chega a afirmar: O diabo busca o barulho, Cristo, o silêncio. Assim, que dizer hoje do ruído nas cerimônias litúrgicas? Certamente, os elevados decibéis são um aferidor dos obstáculos do encontro do homem consigo mesmo e Deus. Recordo os falsos profetas que gritavam sem serem ouvidos e que Elias ironicamente estimulava: Gritai com mais força (.) ele é deus, (.) mas certamente estará dormindo (.) (1Rs 18,27).
Do extremo de um imobilismo, fruto do individualismo passa-se para o outro igualmente condenável. Neste, a estridência dos sons de instrumentos que enervam não eleva a Deus o coração do fiel. E os promotores muitas vezes não são advertidos, pois se apresentam com o falso salvo-conduto de observantes das orientações conciliares.
Não me refiro à Missa para jovens, mas simplesmente ao bom-senso. Evidentemente, um auditório composto de pessoas em idade juvenil terá um comportamento diverso do de outras faixas etárias. No entanto, mesmo assim, há limites.
Em nossos dias, urge relembrar a importância de um ambiente que favoreça o contato com o divino nas cerimônias religiosas e lugares sagrados, não como fim, mas como meio válido de fecundo encontro com Deus ou manifestação de respeito à casa do Senhor.
O Concílio Vaticano II, na Constituição Sacrosanctum Concilium sobre a Sagrada Liturgia (nº 30), ao tratar das normas que derivam da natureza hierárquica e comunitária da liturgia, conclui: A seu tempo, seja guardado o sagrado silêncio.
A justa ênfase na prática da renovação conciliar facilmente levou a exageros na comunicação entre os fiéis, quer nos atos oficiais, quer em outros momentos na igreja. E isso, às custas do ambiente convidativo à prece, inclusive pessoal, que deve reinar nos lugares santos, mesmo quando não há celebrações. Nos documentos posteriores ao Concílio, verificamos uma revalorização do silêncio, ao menos em certas circunstâncias, como indica a Instrução Geral do Missal Romano (3 de abril de 1969): Oportunamente, como parte da celebração deve-se observar o silêncio sagrado (nº 23).
A Escritura nos proporciona poderosa argumentação em favor de um grande esforço para restabelecer, em nossas igrejas, um clima de paz, em suma, de oração. Podemos constatar o significativo encontro de Elias com o Senhor, no Monte Horeb: este não se encontrava no vento, nem no terremoto, nem no fogo e sim no 'murmúrio de uma brisa' (1Rs 19,9-15). E também quando o profeta Sofonias conclamava o povo: Silêncio diante do Senhor! (Sf 1, 7).
Na bela obra de Romano Guardini sobre a Missa, o capítulo I tem por título: O silêncio. Explica a razão de iniciar o livro com esse assunto: Este livro trata da liturgia. Ora, se me perguntassem onde começa a vida litúrgica, eu responderia: com o aprendizado do silêncio. Sem ele, nada se obtém de válido (.). É a primeira condição para uma ação sagrada (La messe, cap. I, pág. 20).
O recolhimento nas igrejas, dentro e fora do culto, só poderá existir se for fielmente observado por todos. Facilmente se deduz como é nocivo ter em torno de si pessoas que falam ou se movimentam ruidosamente. O templo é de todos e ninguém possui o direito de prejudicar o próximo.
Na observância do que é permitido e até normal, pode estar inserido algo que sirva de obstáculo à prece e união com o divino. Cito como exemplo a maior ou menor intensidade dos tons de certos instrumentos e a preservação do momento da saudação da paz, antes da Comunhão. Às vezes, ao desejá-la, nós o fazemos como se estivéssemos na via pública.
Temos necessidade de maior contato com o Altíssimo. Decorre daí a utilidade do exercício do silêncio, de modo particular em nossas igrejas. Nessa oportunidade nós homenageamos o Senhor, afastando interior e exteriormente a agitação do mundo. E as manifestações da comunidade devem ser fecundadas por uma atitude que favoreça o íntimo contato com Deus.

Dom Eugenio de Araujo Sales
Cardeal Arcebispo Emérito do Rio de Janeiro
Fonte: http://www.encontrocomcristo.com.br/

domingo, 23 de maio de 2010

Em protesto ao Vaticano, empresa holandesa distribui 2.000 preservativos com foto do Papa.

Um fabricante de camisinhas holandesa distribuiu gratuitamente nas ruas de Roterdã cerca de 2.000 preservativos com a caricatura do papa Bento 16 estampada nas embalagens.



Além da imagem do pontífice, as camisinhas vêm com a frase: “Eu disse não, mas a gente diz sim”.



A ideia da empresa de preservativos foi fazer um protesto contra o Vaticano, pois a Igreja Católica condena o uso de métodos contraceptivos, que podem evitar doenças transmissíveis e gravidez indesejada.

Nasce ibreviary: Orações no iPhone, iPad e Facebook

fonte: Zenit
Entrevista com o sacerdote italiano Paolo Padrini

Colocar as novas tecnologias ao serviço da vida espiritual de católicos e sacerdotes: este é o objetivo de Paolo Padrini, um jovem sacerdote que criou a iniciativa do iBreviary, uma versão digital do livro da Liturgia das Horas que permite carregá-lo no iPhone e agora no iPad.
O Pe. Padrini, apaixonado pelas novas tecnologias, pertence à diocese de Tortona, no norte da Itália.
Também criou o Praybook, uma aplicação que procura compartilhar orações no Facebook. Ele também é o diretor do blog Passi nel deserto (Passos no deserto), sobre a atualidade eclesiástica.

Outras de suas criações é o portal Pope2You, que permite aos jovens do mundo inteiro entrar em contato com o Papa enviando-lhe cartões digitais.
Mas, principalmente, adverte Padrini, “procuro ser sacerdote, testemunhar o amor de Cristo com a convicção sincera, coerente e presente”.
ZENIT o entrevistou, considerando a recente Semana da Comunicação, organizada por Paulinas Onlus, a propósito do Dia Mundial das Comunicações Sociais, que tem como tema este ano “O sacerdote e a pastoral no mundo digital. Os novos meios da comunicação social ao serviço da palavra”.

- O que você acha da mensagem do Papa Bento XVI no Dia Mundial das Comunicações Sociais?

Pe. Paolo Padrini: Acredito que se assemelha um pouco à do ano passado. Enfatiza o âmbito das novas mídias, como um campo aberto à evangelização e para a presença, de modo particular, dos sacerdotes. Eu acredito que novamente leva à classe eclesiástica um tema que correria o risco de ser deixado a espaços somente de aprofundamento tecnológico, antropológico e até mesmo sociológico. Por outro lado, nós vemos que é um lugar de encontro com o Evangelho.

- Como criador do iBreviary, pode falar conosco das vantagens dele?

Pe. Paolo Padrini: A vantagem é, sobretudo, prática. Com esta tecnologia se aproxima a oração e a liturgia dos jovens. Há pessoas de 30 ou 40 anos, profissionais e professores, que veem a oração como algo plausível e aceitável e não como algo relegado ao ambiente clerical apenas. Porque esta não é a oração dos sacerdotes, mas da Igreja inteira.

- Teme que sua criação possa trazer desvantagens ou perigos?
Pe. Paolo Padrini: Sim. Uma desvantagem pode ser a de se perder a dimensão eclesiástica da oração. importante é equilibrar o uso destes instrumentos pela espiritualidade forte e pela fé profunda, com hábitos como a participação na própria paróquia e a vivência da liturgia, de modo que possa viver de verdade através destes instrumentos a perspectiva da fé, a qual jamais é individualista, mas eclesial.

- Pensemos nos futuros sacerdotes, os que pertencem à chamada “geração digital”, nascidos depois de 1990. Como você os vê no uso destes meios? Deixarão de usar os livros de papel?

Chile promete prêmio a casais que chegarem aos 50 anos de matrimônio.

A reportagem é de Gustavo Hennemann e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 22-05-2010.

Os casais chilenos que completarem 50 anos de matrimônio ganharão um prêmio do governo por fortalecerem a instituição familiar.
O anúncio foi feito pelo presidente do Chile, Sebastián Piñera, católico , que integra o partido de centro-direita Renovação Nacional.
O plano foi divulgado durante a primeira prestação de contas ao Congresso do mandatário, que tomou posse no último mês de março.
Em seu discurso, ele citou Deus cinco vezes e disse que o Chile está em dívida com as famílias, o que exige medidas urgentes para “proteger e fortalecer” os lares do país.
“Estudamos a chance de dar incentivos tributários e prêmios educativos às famílias com mais de dois filhos e premiaremos com um bônus de bodas de ouro os casais que completarem 50 anos de casamento”, disse o presidente.
Ele não disse qual será o valor do prêmio nem como pagará a recompensa.
Piñera também prometeu aumentar os valores repassados a famílias pobres por meio de programas sociais, com o objetivo de estimular os casais a terem mais filhos.
“Não podemos seguir indiferentes ante à diminuição da natalidade e dos casamentos, nem ao fato de nascerem mais crianças fora do que dentro do matrimônio.”
Ele disse ainda que a família, além de formar cidadãos, é o melhor caminho para fortalecer valores, evitar a droga, a delinquência e o alcoolismo.
Durante a prestação de contas, realizada no Congresso chileno, em Valparaíso, o presidente também fez um balanço parcial do plano de reconstrução do Chile, atingido por um forte terremoto no dia 27 de fevereiro.
Segundo o presidente, os prejuízos alcançaram US$ 30 bilhões, o equivalente a 18% do PIB chileno. No entanto, todas as escolas e hospitais danificados já estão em funcionamento novamente.

DEUS É FIEL

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