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sábado, 10 de abril de 2010

Santa Maria Faustina Kowalska

Irmã María Faustina, apóstolo da Divina Misericórdia, forma parte do círculo de Santos da Igreja mais conhecidos. Através dela o Senhor Jesus transmite ao mundo a grande mensagem da Divina Misericórdia e apresenta o modelo da perfeição cristã apoiada sobre a confiança em Deus e a atitude de caridade para o próximo.
Nasceu em 25 de agosto de 1905 como a terceira filha entre dez irmãos na família de Mariana e Estanislao Kowalski, camponeses da aldeia de Glogowiec. No santo batismo, celebrado na igreja paroquial de Swinice Warckie, lhe impôs o nome da Elena. Desde pequema se destacou pelo amor à oração, a laboriosidade, a obediência e uma grande sensibilidade diante da pobreza humana. Aos 9 anos recebeu a Primeira Comunhão. Viveu-a muito profundamente, consciente da presença do Hóspede Divino em sua alma. Sua educação escolar durou apenas três anos. Ao fazer 16 anos abandonou a casa familiar para que, trabalhando de empregada doméstica em casas de famílias abastadas deo Aleksandrów, £ódz e Ostrówek, conseguir manter-se e ajudar aos pais.
Já dos 7 anos sentia em sua alma o chamado à vida religiosa, mas com a negativa dos pais para sua entrada no convento, tentou apagar dentro de si a voz da vocação divina. Entretanto, apressada pela visão de Cristo sofredor foi a Varsóvia e ali, em 1 de agosto de 1925 entrou na Congregação das Irmãs da Mãe de Deus da Misericórdia onde, como irmã María Faustina, viveu treze anos. Trabalhou em distintas casas da Congregação. Passou os períodos mais compridos no Cracóvia, Plock e Vilna cumprindo os deveres de cozinheira, jardineira e porteira.
Para quem a observasse de fora nada percebia de sua singular intensa vida mística. Cumpria seus deveres com ardor, observava fielmente todas as regras do convento, era recolhida e calada, mas ao mesmo tempo natural, cheia de amor benévolo e desinteressado ao próximo. Sua vida, aparentemente ordinária, monótona e cinza, caracterizou-se pela extraordinária profundidade de sua união com Deus.
Sua espiritualidade se apóia no mistério da Divina Misericórdia, que ela meditava na Palavra de Deus e contemplava no cotidiano de sua vida. O conhecimento e a contemplação do mistério da Divina Misericórdia desenvolviam nela uma atitude de confiança de criança para Deus e a caridade para o próximo. Ó meu Jesus -escreveu- cada um de seu Santos reflete em si uma de suas virtudes, eu desejo refletir seu Coração compassivo e cheio de misericórdia, desejo glorificá-lo. Que sua misericórdia, Ó Jesus, fique impressa sobre meu coração e minha alma como um selo e este será meu sinal distintivo nesta vida e na outra. (Jornal 1242). Irmã Faustina era uma fiel filha da Igreja a que amava como a Mãe e como o Corpo Místico do Jesus Cristo. Consciente de seu papel na Igreja, colaborou com a Divina Misericórdia na obra de salvar às almas perdidas. Com este propósito se ofereceu como vítima cumprindo o desejo do Senhor Jesus e seguindo seu exemplo. Sua vida espiritual se caracterizou pelo amor à Eucaristia e por uma profunda devoção à Mãe da Divina Misericórdia.
Os anos de sua vida no convento abundaram em graças extraordinárias: revelações, visões, estigmas ocultos, a participação na Paixão do Senhor, o dom de bilocação, os dons de ler nas almas humanas, de profecia e de esponsais místicos. Um contato vivo com Deus, com a Santíssima Mãe, com anjos, Santos e almas do purgatório: todo mundo extraordinário não era para ela menos real que o mundo que percebia através dos sentidos. Cheia de tantas graças extraordinárias sábia, entretanto, que não são estas as que determinam a santidade. No Diário escreveu: Nem graças, nem revelações, nem êxtase, nem nenhum outro dom concedido à alma a faz perfeita, mas sim a comunhão interior de minha alma com Deus. Estes dons são somente um adorno da alma, mas não constituem nem a substância nem a perfeição. Minha santidade e perfeição consistem em uma estreita união de minha vontade com a vontade de Deus (Jornal 1107).
O Senhor Jesus escolheu a irmã Faustina por secretária e apóstolo de sua misericórdia para, através dela, transmitir ao mundo sua grande mensagem. No Antigo Testamento -lhe disse- enviava aos profetas com trovões a meu povo. Hoje lhe envio a ti a toda a humanidade com minha misericórdia. Não quero castigar à humanidade doente, mas sim desejo saná-la, abraçá-la com meu Coração misericordioso (Jornal 1588).

A missão de irmã Faustina consiste em 3 tarefas:

- Aproximar e proclamar ao mundo a verdade revelada na Sagrada Escritura sobre o amor misericordioso de Deus a cada pessoa.

Dois possíveis milagres aproximariam João Paulo II dos altares

O jornal espanhol La Razón assinala que os testemunhos de uma pessoa que teria sido curada de paralisia nos Estados Unidos, e a possível cura de uma hérnia de disco do ex-barbeiro do então Cardeal Karol Wojtyla, na Itália; aproximariam João Paulo II da sua beatificação.
O mencionado jornal se referiu aos casos do Joe Amaral (Estados Unidos) e do Gianni Vecchio (Itália), ambos entrevistados pela imprensa de seus países. O primeiro sofria de paralisia durante 30 anos e o segundo tinha sido diagnosticado de hérnia de disco.
A história de Amaral foi recolhida na quarta-feira passada pela cadeia americana ABC News. Em seu testemunho, o ex-paralítico disse: "Olhei a imagem de João Paulo II e, simplesmente, pus-me de pé".
Amaral era paroquiano da paróquia de Santo Antônio da Pádua, em New Bedford, e sofria uma paralisia desde sua juventude. Um sábado de 2008, Joe foi confessar se com o Pe. Roger Landry.
"No domingo pela manhã despertei e me sentia diferente", recordou Amaral. Embora fisicamente se encontrasse igual, "estava cheio de uma grande paz". "Senti que, nesse momento, precisava rezar a João Paulo II". Ao término da oração, ligou a televisão e apareceu um documentário sobre o agora Servo de Deus. 

Projeto de Hitler para seqüestrar Pio XII em filme que será visto por Bento XVI

O Papa Bento XVI assistirá esta tarde na residência pontifícia de Castelgandolofo à projeção do filme "Sob o céu de Roma", que reconstrói o projeto de Hitler para seqüestrar Pio XII.
Conforme informa o Escritório de Imprensa da Santa Sé, este filme é "uma superprodução internacional que reconstrói o projeto de Hitler de seqüestrar o papa Pio XII, e cujo protagonista principal é o ator James Cromwell".
Pio XII foi considerado pelos nazistas como um inimigo, especialmente por seu incansável trabalho em favor dos judeus. Seu trabalho chegou a salvar a vida de mais de 700 mil pessoas.

Autor: ACI Digital -

Três maneiras de praticar as obras de misericórdia

Jesus nos indicou três maneiras de praticar as obras de misericórdia: a ação, a palavra e a oração. Santa Faustina fala sobre isso em seu diário: "Existe uma tríplice forma de praticar a misericórdia: a palavra misericordiosa - pelo perdão e pelo consolo; em segundo lugar, onde não é possível pela palavra, oração - e isso também é misericórdia; em terceiro, obras de misericórdia" (D. 1158).
As palavras de Jesus são misericordiosas, palavras que levam consolo e perdão. A oração é uma grande arma que Deus colocou nas nossas mãos. Podemos e devemos dobrar os joelhos para rezar pela paz no mundo, por exemplo. Não podemos ir ao Afeganistão para aliviar o sofrimento dos nossos irmãos atingidos pela violência da guerra, mas podemos rezar por eles. E rezando tocaremos o coração do nosso Deus que terá compaixão daquele povo, trazendo-lhes a paz. Todos são chamados á misericórdia. "Escrevo-o para muitas almas que às vezes se preocupam por não possuírem bens materiais, para com eles praticar a misericórdia. Tem um mérito muito maior a misericórdia do espírito, para a qual não é preciso ter autorização nem armazém e que é acessível a todos. Se a alma não praticar a misericórdia de um ou de outro modo, não alcançará a Minha misericórdia no dia do Juízo. Oh! Se as almas soubessem armazenar os tesouros eternos, não seriam julgadas, antecipado o Meu julgamento com obras de misericórdia" (D. 1317).

Como praticar a Misericórdia com o próximo

A devoção à Divina Misericórdia respira com dois pulmões: o primeiro é o da confiança, o segundo, o das Obras de Misericórdia. De fato, Jesus disse a Santa Faustina: "Se por teu intermédio peço aos homens o culto à Minha misericórdia, por tua vez deves ser a primeira a distinguir-te pela confiança na Minha misericórdia. Estou exigindo de ti atos de misericórdia, que devem decorrer do teu amor para Comigo. Deves mostrar-te misericordiosa com os outros, sempre e em qualquer lugar. Tu não pode te omitir, desculpar-te ou justificar-te. Eu te indico três maneiras de praticar a misericórdia para com o próximo: a primeira é a ação, a segunda, a palavra e a terceira, a oração. Nesses três graus repousa a plenitude da misericórdia, pois constituem uma prova irrefutável do amor por Mim. É desse modo que a alma glorifica e honra a Minha misericórdia" (D. 742).Faça sua experiência!

Depois de dez anos, Santo Sudário volta a ser exposto em Turim.

O Santo Sudário de Turim, a mortalha que teria cobriu o corpo de Jesus Cristo no sepulcro, está sendo exibido ao público, pela primeira vez em dez anos, a partir deste sábado (10) na catedral da cidade, no norte da Itália.
Até 23 de maio está prevista a visitação de mais de dois milhões de pessoas à capela real da catedral de São João Batista de Turim, onde acontece a exposição.
O cardeal arcebispo de Turim, Severino Poletto, observa o Santo Sudário, na catedral da cidade, neste sábado (10). (Foto: AP)
O Santo Sudário, uma peça de linho de 4,36 m de comprimento por 1,10 m de largura na qual, segundo a tradição, ficou gravada a imagem do corpo de Cristo crucificado, foi encontrado em meados do séculos XIV perto de Troyes, na França.
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Desde então seguiu-se uma batalha entre cientistas céticos e os que acreditam em sua autenticidade.
Historiadores com base na datação pelo método do carbono 14, realizada em 1988, asseguram que o lençol foi fabricado na Idade Média, entre 1260 e 1390. Mas esta evidência não foi confirmada.
Apesar da polêmica, a relíquia desperta grande fascinação nos fiéis. O presidente da comissão arcebispal de Turim para o Santo Sudário, Giuseppe Ghiberti, não duvidou em qualificá-lo de “instrumento de evangelização”.
O Vaticano nunca se pronunciou sobre sua autenticidade. O papa Bento XVI deve visitar a exposição em 2 de maio.
Ante o afluxo de visitantes, as autoridades instalaram barreiras numa extensa área em torno da catedral, mobilizando numerosos voluntários e equipes médicas.
Os peregrinos têm, cada um, entre três e cinco minutos, para admirar uma das maiores relíquias da Cristandade.
A última exposição do tecido ocorreu em 2000

Fonte G1

Papa pediu prudência e não escondeu caso de pedofilia.

O subdirector do escritório de imprensa do Vaticano, Ciro Benedettini, negou as acusações feitas ao Papa Bento XVI, que alegam que quando era cardeal escondeu o caso de um padre acusado de pedofilia na Califórnia.
Benedettini, em declarações ao jornal italiano «Corriere della Sera», citado pela Efe, explicou a mensagem que Ratzinger quis transmitir na carta enviada à diocese de Oakland, pedindo que se levasse em conta «o bem da Igreja».

«O então cardeal Ratzinger não escondeu o caso, mas, como mostra claramente a carta, ressalvou a importância de estudá-lo com maior atenção», defendeu.
«É preciso ter presente que a suspensão da acusação ao padre era competência do bispo local e não da Congregação da Doutrina da Fé», da qual Bento XVI era o responsável antes de se tornar Papa.
De acordo com fontes do Vaticano, este caso é uma alegada tentativa de envolver Ratzinger nos escândalos de pedofilia.

Veja essa outra notícia:

Por Silvia Aloisi

O Vaticano defendeu neste sábado o Papa Bento 16 de acusações de ter tentado, quando ocupava um cargo anterior como importante autoridade do Vaticano, impedir a exoneração de um padre da Califórnia que abusou sexualmente de crianças.
Em comunicado, um advogado do Vaticano acusou a imprensa de “julgamento precipitado”.
Em uma carta de 1985, digitada em latim e traduzida pela Associated Press, o então cardeal Joseph Ratzinger disse ao bispo de Oakland que precisava de mais tempo para “considerar o bem da Igreja Universal”, enquanto examinava um pedido para remover o padre.
O advogado do Vaticano Jeffrey Lena, que tem base na Califórnia, disse que não poderia confirmar a autenticidade da carta, mas indicou que parece ser “uma carta modelo, tipicamente enviada inicialmente a respeito de casos de laicização”, quando homens pedem para deixar sacerdócio.
A carta apareceu em um período no qual o Vaticano combate acusações de que o Papa lidou mal com casos de abuso quando era bispo na Alemanha e autoridade do Vaticano, antes de sua eleição, em 2005.
Lena negou que “a carta reflita o então cardeal Ratzinger resistindo a apelos do bispo para exonerar o padre”, informou o comunicado.
“Podem estar ocorrendo excessos e julgamentos precipitados”, disse Lena.
Ratzinger escreveu na carta que os argumentos para remover o padre eram de “grave importância”, mas também se preocupava sobre o que “assegurar a dispensa pode provocar na comunidade da fé cristã, particularmente considerando a jovem idade do requerente”.
De acordo com a Associated Press, que publicou o assunto pela primeira vez na sexta-feira, o reverendo Stephen Miller Kiesle tinha 38 anos quando foi sentenciado, em 1978, a três anos de suspensão depois de assumir acusações de mau comportamento por conduta lasciva após amarrar e molestar dois jovens garotos em um presbitério.
De acordo com uma carta da Diocese de Oakland a Ratzinger, em 1981, Kiesle pediu para deixar o ministério e a diocese solicitou que Ratzinger concordasse que ele fosse “dispensado de todas as obrigações do sacerdócio, incluindo o celibato”.

Fonte: Reuters

Vaticano: Carta de Ratzinger não mostra tentativa de encobrir caso de pedofilia.

Impressiona-me como o foco da exploração midiática sobre os escândalos de pedofilia envolvendo sacerdotes foi TRANSFERIDO para o Papa, como se ele fosse o culpado e sobre ele recaísse todos os erros pessoais dos envolvidos.
Interessante também que os advogados da vítimas são os que estão à frente destas divulgações.
Por que será? Qual o interesse que se esconde por detrás?

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Associated Press

O cardeal Joseph Ratzinger, hoje papa Bento 16, resistiu a pedidos para suspender um padre americano acusado de abusar sexualmente de crianças, segundo uma carta de 1985 que contém sua assinatura. O Vaticano negou que Ratzinger tenha tentado encobrir o caso.
Um porta-voz do Vaticano confirmou ser mesmo a assinatura de Ratzinger. Outro porta-voz, Ciro Benedettini, disse que a carta não mostra nenhuma tentativa de encobrir o caso. “O então cardeal Ratzinger não encobriu o caso, mas, como a carta claramente mostra, deixou claro a necessidade de analisar o caso com mais atenção, levando em consideração o bem de todos os envolvidos.”
“Ele admitiu ter molestado muitas crianças dizendo ser o Flautista de Hamelin [personagem do conto dos Irmãos Grimm] e disse que tentou molestar todas as crianças que se sentaram em seu colo”, disse Lewis VanBlois, um advogado de seis vítimas de Stephen Kiesle, que entrevistou o ex-padre na prisão. 

Seis meses de formação obrigatória antes do matrimônio, avalia Santa Sé.

Com uma proposta para que os casais que desejam contrair Matrimônio tenham previamente um período de seis meses de formação obrigatória, culminou em Roma um seminário internacional de estudo organizado pelo Pontifício Conselho para a Familia, no qual participaram diversas organizações pró -vida dos cinco continentes, realizado na capital italiana.
Além do vade-mécum para a preparação para o sacramento do matrimônio, este dicastério está considerando esta proposta. Uma das autoridades do Pontifício Conselho, o franciscano Gianfranco Grieco, assinala a respeito que “o direito a contrair matrimônio é um direito natural mas deveria ser regulamentado. Esta formação serviria para avaliar se o casal adquiriu a necessária maturidade”.
Se for aceita esta proposta, a exigência destes seis meses de formação obrigatória seria feita através de uma emenda ao código de direito Canônico, explica a nota do L’Osservatore Romano.
Outro tema importante deste seminário foi o da defesa da vida desde a concepção até a morte natural.
A respeito disto, o Presidente do Pontifício Conselho para a Família, Cardeal Ennio Antonelli, assegurou que “em nome da liberdade de todos, do pluralismo cultural e da subsidiariedade social, é necessário reivindicar firmemente, já seja para as pessoas ou as instituições, o direito à objeção de consciência contra o aborto e a eutanásia, direito que ainda não é reconhecido em muitos países”.
Depois de exortar as organizações pró-vida a não deixar de dizer sempre “sim” a este direito fundamental do homem, o Cardeal explicou que contra o mal do aborto “é necessário promover o apoio à maternidade, em nome não só da vida, mas também do direito da mulher a uma efetiva liberdade de opção.

Fonte: ACI

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Você nasceu para dar Certo!

Quantas vezes o fracasso aparece no quintal de nossa casa, bate em nossa porta e quer ocupar espaço em nossa vida. O mais engraçado é que às vezes abrimos a porta e dizemos: “Pode entrar”.
Chegamos aos 45 minutos do segundo tempo de nossa vida com um saldo de “bolas murchas” que nem mesmo sabemos dizer do que realmente aconteceu! Mas o fracasso está ali para nos levar mais e mais ao chão!
“Nesta hora é incrível como sempre aparecem pessoas com o “dom” de nos levar para mais baixo ainda, dizendo palavras como: “a vida é assim mesmo”, “nascemos pra sofrer”, “não adianta, não vai mudar”. Estas pessoas esqueceram que a vida é para ser vivida e não uma morte decidida!
Não sei o que te fez parar neste texto, pode ser que esteja se sentindo mal, um fracassado, já tenha tentado mudar de atitude, mas ainda a tristeza está falando mais alto que antes. E a conclusão que chega é a de que o passado com seus erros venceu, ele é o grande vencedor.
Queria entrar no quintal de sua casa, bater em sua porta e ocupar 3 minutos do seu tempo para te dizer:
Seu passado não tem o poder de impedir a sua felicidade! Você nasceu para dar certo! Se ainda não deu certo ainda é porque não acabou e as possibilidades estão em suas mãos! Acredite você é um acerto e não um erro. Mesmo que tenha cometido muitos erros, eles não têm o poder de fazer de você um erro. Uma vida de erros, não te faz uma pessoa-erro! Você é um acerto!
Mesmo que o jogo da vida tenha chego aos 45 minutos do segundo tempo, Deus prorroga o tempo e dá mais alguns minutos de acréscimo, isso é Misericórdia!
Feche a porta de seu coração para o fracasso, e se você já chegou ao chão e as forças são tão poucas que te impedem de se levantar, pode gritar: “Jesus eu confio em vós!”
Ele com mão forte tem o poder de mudar o placar, só Nele o fraco é forte e o derrotado sai vitorioso!
Hoje, escolha as respostas em Deus, tudo vai ser diferente. Descubra o Senhor nos pequenos detalhes da sua vida. Ele está ai!
Quero com você proclamar este grito: Nasci para dar certo!!!
Por isso também deixo espaço para você comentar. Não perca tempo, proclame aqui neste espaço que você toma posse desta verdade! É um gesto exterior mais que reflete nosso interior. Comente para o mundo que você nasceu para dar certo!
Tamu junto!

Adriano Gonçalves

Chinês tenta vender sua Alma e um site de Leilão

por: Gessivandro Queiroz

Através do maior site de leilão da China, o Taobao, um chinês tenta vender sua alma “por impulso”, segundo ele. Porta-voz do site de leilão diz: "Nós retiramos a oferta porque achamos que apenas Deus pode controlar as almas, além disso, as almas não podem ser vendidas, já que não são vistas ou tocadas".

Brincadeira ou não, enquanto a alma do ser humano é disputada pelo céu e pelo inferno há milênios, pois segundo a Bíblia não somos filhos de Deus, mas criaturas de Deus que precisam entregar suas almas a Jesus o recebendo como seu Senhor e Salvador, para se tornarem filhas de Deus - João 1:12. Alguns brincam com sua alma. E o mais curioso é que ele recebeu 58 ofertas!

João 1:12 - "Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus."

Kit vodu para a Copa do mundo, só 14.95 euros !


por Gessivandro Queiroz

Um site alemão lança um kit vodu, com um boneco, 4 agulhas e outras cositas mas. Saiu no Bluebus.com.br.
Essa foi boa, até que ponto chega o oportunismo. Aproveitando-se de uma mescla entre um dos maiores eventos esportivos do mundo e crendices populares, este site cria um produto que apesar de muito curioso, faz uso de uma técnica do vodu que tem o objetivo de prejudicar uma pessoa através do ocultismo, contrariando diretamente os princípios bíblicos. Seria apenas cômico, se não fosse espiritualmente triste.

Telegrama do Papa ao Arcebispo do Rio de Janeiro expressa sua proximidade às vítimas das chuvas

VATICANO, 09 Abr. 10 / 12:20 pm (ACI).- O telegrama enviado pela Santa Sé ao Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, com data de 8 de abril expressa a solidariedade do Papa Bento XVI com as vítimas das enchentes ocorridas em todo o Estado “suplicando conforto e apoio para suas famílias, para os feridos e quantos perderam seus bens”. A nota é assinada pelo Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado de Sua Santidade e pode ser vista abaixo na íntegra:

“Exmo. Revmo. Dom Orani João Tempesta
Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro

Informado sobre as trágicas consequências das inundações que semearam luto e devastação em tantas famílias do Estado do Rio de Janeiro, o Sumo Pontífice deseja assegurar a toda comunidade local a sua solicitude, recomendando as vítimas à misericórdia de Deus e suplicando conforto e apoio para suas famílias, para os feridos e quantos perderam seus bens. Para todos os provados por este drama, sem esquecer das pessoas que participam na obra de socorro e assistência, Sua Santidade Bento XVI invoca reconfortantes graças divinas em penhor das quais lhes concede paterna benção apostólica”.
Segundo o Jornal do Brasil, o Corpo de Bombeiros registrou, até as 21h da quinta-feira, 182 mortes causadas pelas chuvas e deslizamentos que atingem o Estado do Rio de Janeiro desde segunda-feira. Outras 161 pessoas ficaram feridas por causa das tempestades, elevando as vítimas para 343.
Para saber como ajudar os desabrigados através da Arquidiocese do Rio fazendo um depósito bancário ou enviando doações ingresse em:


* Por que atacam o santo padre? Seis acusações, uma questão.

A pedofilia é somente a última arma apontada para Joseph Ratzinger. Cada vez mais, ele é atacado onde mais exerce seu papel de liderança. Um por um, os pontos críticos de seu pontificado.
Por Sandro Magister

Os ataques ao Papa Joseph Ratzinger usando os escândalos envolvendo padres da Igreja como arma são uma constante em seu pontificado.
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São constantes porque cada vez mais, em terrenos diferentes, atacar Bento XVI significa atacar o homem que trabalhou e está trabalhando, nestes mesmos terrenos, com a melhor visão, direção e sucesso.
A tempestade que se seguiu à sua palestra em Ratisbona em 12 de setembro de 2006 foi o primeiro da série de ataques. Bento XVI foi acusado de ser inimigo do Islã, e um proponente incendiário do choque de civilizações. O mesmo homem que com clareza e coragem singulares havia revelado onde a raiz última da violência pode ser encontrada, em uma ideia de Deus mutilada de racionalidade, e então ensinou como superá-la.
A violência e até mesmo matanças que se seguiram às suas palavras foram a prova triste de que ele estava certo. Mas o fato de que ele tinha acertado na mosca foi confirmado acima de tudo pelo progresso que se viu daí em diante no diálogo entre a Igreja Católica e o Islã – não apesar da, mas justamente por causa da palestra em Ratisbona – do qual a carta ao Papa dos 138 intelectuais muçulmanos e a visita à Mesquita Azul em Istambul foram os sinais mais evidentes e promissores.
Com Bento XVI, o diálogo entre o Cristianismo e o Islã, bem como outras religiões, está atualmente prosseguindo com maior consciência sobre o que distingue, por virtude de fé, e o que pode unir, a lei natural escrita por Deus no coração de todo homem.
*
Uma segunda onda de acusações contra o Papa Bento o retrata como um inimigo da razão moderna, e em particular de sua expressão suprema, a ciência. O pico desta campanha hostil foi alcançado em Janeiro de 2008, quando professores forçaram o Papa a cancelar uma visita à principal universidade de sua diocese, a Universidade de Roma “La Sapienza”.
E, no entanto – como previamente em Ratisbona e então em Paris no “Collège des Bernardins” em 12 de setembro de 2008 – o discurso que o Papa pretendia dar na Universidade de Roma era uma defesa formidável da conexão indissolúvel entre fé e razão, entre verdade e liberdade: “Eu não venho impor a fé, mas exortar a ter coragem para a verdade”.
O paradoxo é que Bento XVI é um grande “iluminista” em uma época em que a verdade tem tão poucos admiradores, e a dúvida está no comando, ao ponto de se querer silenciar a verdade. 

Novo recorde no número de batismos e a participação nos ritos pascais, na China.

Segundo informações enviadas à Agência Fides, o número de batizados e a participação aos ritos pascais no continente Asiatico registraram este ano um novo recorde.
Na expectativa das estatísticas completas, apresentamos a seguir alguns testemunhos recolhidos sobre a recente celebração da Páscoa, na China.
Segundo a Catedral da Diocese de Bao Ding, a participação solene da Santa Páscoa superou todos os anos precedentes. Além disso, muitos não cristãos depois de participarem dos ritos se inscreveram no curso de catecismo.
Durante a Vigília Pascal 15 catecúmenos que foram batizados, receberam o Sacramento da Crisma e a Primeira Comunhão. O pároco exortou: “continuemos este caminho de evangelização para que sempre mais pessoas tenham a possibilidade de conhecer Jesus Cristo”.
Mais de 30 catecúmenos adultos da diocese de Nan Chong durante a vigília celebrada na Catedral receberam os sacramentos da iniciação cristã. Segundo o pároco, a “porcentagem dos jovens e dos adultos supera visivelmente o do ano passado”.
Em nome da comunidade, presenteou a cada batizado uma cópia da Sagrada Escritura. Mais de mil fiéis participaram da celebração solene. Na noite de Pácoa foram batizados 24 adultos e 19 crianças da paróquia de Ju Lu, della diocesi de Xing Tai, na província de He Bei.
A paróquia de Gui Lin da província de Guang Xi durante a solene celebração pascal acolheu de modo particular os amigos estrangeiros que vivem que vivem no local. Durante a vigília 2 irmãs foram batizadas e uma idosa de sessenta anos receberam o Sacramento da Unção dos Enfermos.
Logo depois da celebração, sacerdotes e religiosos partiram para chegar às comunidades nos povoados, para festejar também com eles Jesus Ressuscitado. Na ocasião foram distribuídos panfletos sobre evangelização para os participantes não cristãos.

Fonte: Agência Fides

quinta-feira, 8 de abril de 2010

A Imagem de Jesus Misericordioso

A imagem de Jesus Misericordioso tem sua origem na visão que Faustina teve em 22 de fevereiro de 1931, conforme registrou ela no Diário:
À noite, quando me encontrava na minha cela, vi Nosso Senhor vestido de branco. Uma das mãos erguida para a bênção, e a touca tocava-lhe a túnica, sobre o peito. Da túnica entreaberta sobre o peito saíam dois grandes raios, um vermelho e o outro pálido. [...] Logo depois, Jesus me disse: "pinta uma imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição: 'Jesus, eu confio em Vós'. Quero que essa imagem [...] seja benzida solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia".
Características dessa Imagem de Jesus são os dois raios, cujo significado foi por Ele esclarecido: "O raio pálido significa a água que justifica as almas; o raio vermelho significa o sangue que é a vida das almas. [...] Feliz aquele que viver à sua sombra". Disse ainda a Faustina o Divino Mestre: "Por meio desta Imagem concederei muitas graças às almas. Ela deve lembrar as exigências da Minha misericórdia, porque mesmo a fé mais forte de nada serve sem as obras".

A Festa da Misericórdia Divina

Manifestou Jesus a Faustina: "Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que essa Imagem, que pintarás com o pincel, seja benta solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia". Disse-lhe também Jesus: "Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores". Em outro trecho do Diário, Faustina registrou outras eloqüentes palavras que Jesus lhe dissera: "As almas se perdem, apesar da Minha amarga Paixão. Estou lhes dando a última tábua de salvação, isto é, a Festa da Minha misericórdia. Se não venerarem a Minha misericórdia, perecerão por toda a eternidade".

O Terço da Misericórdia Divina
Nosso Senhor ensinou a Faustina como rezar o Terço da Misericórdia Divina, piedosa prática para aplacar a ira de Deus: Essa oração serve para aplacar a Minha ira. Tu a recitarás por nove dias, por meio do Terço do Rosário, da seguinte maneira: Primeiro dirás o Pai Nosso, a Ave Maria e o Credo. Depois, nas contas do Pai Nosso, dirás as seguintes palavras: "Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro". Nas contas da Ave Maria rezarás as seguintes palavras: "pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro". No fim rezarás três vezes estas palavras: "Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro".

Venerar a Hora da Misericórdia de Deus< /p>
Nosso Senhor ensinou a Faustina uma diferente devoção: venerar a hora de Sua morte: "Todas as vezes que ouvires o bater do relógio às três horas da tarde deves mergulhar toda na Minha misericórdia, adorando-a e glorificando-a. Implora a onipotência dela em favor do mundo inteiro, e especialmente dos pobres pecadores, porque nesse momento [a misericórdia] foi largamente aberta para toda a alma".
Nosso Senhor chegou a detalhar uma forma de praticar esse ato de piedade: "Minha filha, procura rezar, nessa hora, a Via Sacra, na medida em que te permitirem os teus deveres, e se não puderes fazer a Via Sacra, entra, ao menos por um momento na capela, e adora o Meu Coração, que está cheio de misericórdia no Santíssimo Sacramento. Se não puderes sequer ir à capela, recolhe-te em oração onde estiveres, ainda que seja por um breve momento".

Elevada à honra dos altares
João Paulo II procedeu à sua beatificação em 18 de abril de 1993, e posteriormente a canonizou em 30 de abril de 2000. Nesse mesmo ano o Pontífice instituiu a Festa da Divina Misericórdia, a ser comemorada liturgicamente no domingo que se segue à Páscoa, o que havia sido pedido por Nosso Senhor a Santa Faustina, que do Céu viu concretizar o desejo que manifestara quando ainda vivia neste mundo: "A glorificação da Tua misericórdia, ó Jesus, é a missão exclusiva da minha vida".

Fonte: Diário (a Misericórdia Divina na minha alma), Santa Maria Faustina Kowalska, edição brasileira feita pela Congregação dos Padres Marianos, Curitiba, 1995.

A mensagem da Misericórdia Divina é que Deus é misericordioso. Ele é o próprio amor derramado por nós e quer que ninguém escape desse amor misericordioso.
Deus quer que recorramos a Ele com confiança e arrependimento enquanto ainda é tempo de misericórdia, antes que Ele venha como o Juiz imparcial. Essa volta com confiança a Ele, que é a própria Misericórdia, é a única fonte de paz para a humanidade. Recorrer a Deus e implorar a Sua misericórdia é a resposta para o mundo atribulado. Não se pode fugir dessa resposta.

A Resposta de Confiança e Conversão

O que Deus mais quer de nós é que recorramos a Ele com confiança. E o primeiro ato de confiança é: receber a Sua misericórdia. Confiar em Deus é contar com Ele, que é a própria misericórdia. O Senhor quer que vivamos com confiança n'Ele em todas as circunstâncias. Confiamos n'Ele porque Ele é Deus, e nos ama e se preocupa conosco.

A Sua misericórdia está sempre à nossa disposição, não importa o que tenhamos feito ou em que estado nos encontremos, mesmo que os nossos pecados sejam tão negros como a noite, e estejamos cheios de temores e ansiedades.
Quanto maior o pecador, tanto maiores direitos tem à Minha misericórdia (Diário da Santa Faustina, 723).
Mas podemos fazer mais ainda. Como Católicos, como Cristãos, podemos participar do Sacramento da Reconciliação e nos reconciliar com Deus e com o homem. O Senhor quer que vivamos reconciliados com Ele e uns com os outros.

Dom Tempesta pede solidariedade às paróquias do Rio para com os desabrigados das chuvas

RIO DE JANEIRO, 08 Abr. 10 / 02:19 pm (ACI).- Diante das torrenciais chuvas dos últimos dias que deixam um saldo de mais de 150 mortos, o Arcebispo metropolitano do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, enviou uma mensagem pedindo às paróquias e organismos da arquidiocese solidariedade com os atingidos pelas enchentes.

Abaixo segue a nota enviada pelo prelado, com data de 08 de abril:
“Diante da calamidade pela qual passa nossa querida cidade do Rio de Janeiro, peço às paróquias de nossa Arquidiocese para acolherem os desabrigados, bem como às capelas, colégios e organismos arquidiocesanos para auxiliarem no socorro das suas necessidades, juntamente com os padres, religiosas e religiosos, somando esforços ao poder público e outras entidades, neste momento difícil.
Também encaminharemos todas as doações que recebermos nas paróquias, para minimizar os sofrimentos das famílias. Seja ajuda material — como colchonetes, produtos de higiene, água potável ou alimentos — ou ainda a ajuda financeira, depositada na conta bancária da Cáritas Arquidiocesana, no banco Bradesco, Agência 0814-1, C/C: 48500-4.
Nesta Semana Pascal, quando resplandece o vigor da caridade de Cristo por todos os seres humanos, invoco a intercessão de São Sebastião, Padroeiro da nossa Cidade, para que cessem as calamidades, e a de São Jorge, para que renove a força dos cariocas diante das dificuldades”, conclui a missiva.
Canção Nova Notícias informou que Niterói e São Gonçalo são as duas cidades mais castigadas pela chuva, com o registro de mais de 80 mortes e dezenas de pessoas desaparecidos.
A Defesa Civil da capital carioca informa que a cidade permanece em estado de atenção em razão das chuvas que devem continuar, porém, perdendo força ao longo da semana. A maior parte das ocorrências ainda é relativa a desabamentos de imóveis, rachaduras, deslizamentos de barreiras e quedas de muros.
Segundo a informação da página da arquidiocese carioca, os danificados já estão encontrando abrigo e solidariedade nas paróquias e capelas da cidade. Estas porém estão necessitando todo tipo de ajuda material para seguir apoiando os danificados, alguns dos quais perderam todos os seus pertences.

Para saber como ajudar veja:

http://www.arquidiocese.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=3172&sid=39

O Tempo Pascal

Cristo ressuscita naqueles que sabem partir o pão
Páscoa é passagem para uma situação melhor, da morte para vida, do pecado para graça, da escravidão para liberdade, baseado não em nossas forças, mas na fé em Jesus Cristo. Páscoa se dá não só no rito da Liturgia; deve acontecer em cada instante da vida do homem em busca da terra prometida, da vida nova da felicidade. O Tempo Pascal acontece do Domingo da Ressurreição até o Domingo de Pentecostes, por isso, cinquenta dias na presença do Ressuscitado nos preparando para receber o Espírito Santo prometido.
Nas leituras bíblicas, sobretudo nos Evangelhos do Tempo Pascal, percebemos que Jesus se dá a conhecer, que Ele ressuscita lá onde existe acolhimento, lá onde se presta serviço ao próximo. Podemos dizer que Cristo ressuscita lá onde se vive o novo mandamento do amor, da caridade. Primeiramente Jesus se dá a conhecer às mulheres que vão ao sepulcro para ungir com aromas o Seu Corpo. Jesus se dá a conhecer a Madalena, que vai em busca do Seu Corpo. O Senhor se manifesta a Pedro e a João que vão ao sepulcro. Jesus aparece à comunidade reunida no cenáculo. Tomé, que não está presente, não usufrui da presença do Senhor; tornando-se presente, no entanto, também O reconhece.
O Evangelho mais significativo nesta linha é certamente o Evangelho dos discípulos de Emaús (Cf. Lc 24, 13-35), aos quais Cristo se dá a conhecer pela Sua Palavra e pela fração do pão (Eucaristia). Os quais, a Seu exemplo, acolhem os irmãos na caridade e compartilham com eles sua vida, constituem o Cristo ressuscitado entre os homens. Cristo ressuscita os que andam à procura; Cristo ressuscita os que vivem os acontecimentos à luz da Escritura; Cristo ressuscita nos que acolhem e nos que servem; Cristo ressuscita nos que sabem partir o pão. À medida que existir entre os homens a atitude hospitaleira, isto é, de serviço, a exemplo dos discípulos de Emaús, Cristo vai ressuscitando através da história dos homens.
É preciso, pois, a exemplo de Cristo, partir o pão e servir, ou seja, colocar-se a serviço do próximo, tornando-se pão e alimento para a vida do mundo. Eis o sentido atual do milagre da multiplicação dos pães.

Cristo está ressuscitando em sua vida?
Quando os discípulos O reconhecem na fração do pão, Ele desaparece. Não é mais necessidade de Cristo permanecer entre os homens de maneira corpórea, pois Ele continua presente de maneira sacramental nos Seus discípulos, na Sua Igreja, naqueles que vivem o serviço do amor, pois o novo mandamento tudo renova, faz reviver todas as coisas.
“Ide dirá Ele, vós sereis minhas testemunhas até os confins da terra”. Vós sereis meus continuadores no meio dos homens. Isso vem expresso no que segue: “Levantaram na mesma hora e voltaram a Jerusalém. Eles, por sua vez, contaram o que havia acontecido no caminho e como o tinham reconhecido ao partir o pão” (Cf. Lc 24, 33-35).
Pela caridade os cristãos se apresentam no mundo como chagas do Cristo ressuscitado, no qual o homem, a exemplo de Tomé, poderá perceber e apalpar o amor de Cristo e n'Ele crer; e, acreditando, tenha a vida eterna. Cada cristão é convidado para se tornar presença do Cristo ressuscitado entre os irmãos, de tal sorte que os homens reconheçam Sua face na caridade do irmão.
Clique em comentários e diga: Tenho vivido como alguém ressuscitado em Cristo? Deixe os seus pedidos de oração.
Soltemos o nosso grito: ALELUIA! Pois Cristo ressuscitou e nos deu vida nova. Este é um canto litúrgico muito antigo, que se reza em todas as grandes solenidades de nossa fé, cantemos os louvores do Senhor:

Oração: Ó Deus, que fazeis crescer a vossa Igreja dando-lhe sempre novos filhos e filhas, concedei que por toda a sua vida estes vossos servos e servas sejam fiéis ao sacramento do batismo que receberam professando a fé. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Minha bênção fraterna+

Padre Luizinho

O mistério da Igreja

No mistério da Igreja resplandece sua beleza
A Igreja é, antes de tudo, um mistério. Ela está associada de modo íntimo ao mistério de Jesus e, como tal, é parte integrante do plano salvífico de Deus para todos os povos. Nela se revela o 'mistério' do desígnio eterno de Deus, que é o de dar à humanidade o acesso à salvação em Cristo e fazê-lo Chefe universal da Criação[1]. Quando afirmamos ser a Igreja um mistério - mysterium -, intencionamos dizer que a Igreja ultrapassa seu aspecto visível e humano. Nela, no seu interior, habita a graça de Deus, que, conforme o Plano de Salvação, ordena-se à salvação, santificação ou divinização dos homens. A Igreja, assim, é uma realidade humano-divina.
A Igreja remonta ao próprio Jesus[2]. Jesus é seu divino fundador: esta é uma proposição constantemente afirmada pelo Magistério e confirmada pelo Concílio Vaticano II: O mistério da santa Igreja manifesta-se na sua fundação. Pois o Senhor Jesus iniciou a sua Igreja pregando a boa-nova, isto é, o advento do Reino de Deus prometido nas Escrituras...[3]. Tendo sua base na vida e ministério de Jesus de Nazaré, que, num processo de continuidade na descontinuidade com o Antigo Testamento, quis reunir um novo povo de uma nova e definitiva Aliança em seu sangue, a fundação da Igreja consolidou-se com a experiência da ressurreição e a infusão do Espírito Santo, o que garantiu aos apóstolos e discípulos a força e o vigor necessários de anunciar com destemor a vitória de Cristo sobre a morte vergonhosa da cruz e o plano de Deus a respeito dos Homens em Cristo. O livro canônico neotestamentário dos Atos dos Apóstolosoferece-nos uma excelente leitura teológica dos primeiros passos da Igreja, o novo povo de Deus reunido em Cristo, a caminho do Reino definitivo. Nos Atos, a Igreja, na qual os Homens entram pelo Batismo, nos é apresentada como comunidade guiada pelo Espírito de Cristo e vivificada pela vida divina.
A existência da Igreja do Novo Testamento está em perfeita linha de continuidade com o modo pelo qual Deus quis se manifestar ao Homem, isto é, está em linha de continuidade com a estrutura sacramental da Revelação. Deus quis manifestar-se de modo visível. A humanidade de Cristo é o grande sacramento de Deus entre nós. A Igreja, por sua vez, é a comunidade estruturada visivelmente neste mundo, na qual e pela qual a vida divina em Cristo e pelo Espírito é comunicada aos Homens. Se Cristo é o sacramento do Pai, a Igreja é o sacramento de Cristo. A Igreja, assinalada por notas sensíveis, como a unidade, a santidade, a catolicidade e a apostolicidade, é não apenas obra humana, mas, ao mesmo tempo, divina e humana, uma vez que Deus quis assumir seu aspecto visível e humano como portador da vida divina que nos configura a Cristo pelo Espírito. O Vaticano II afirma:
O único Mediador Cristo constituiu e incessantemente sustenta aqui na terra Sua santa Igreja, comunidade de fé, esperança e caridade, como organismo visível pelo qual difunde a verdade e a graça a todos. Mas a sociedade provida de órgãos hierárquicos e o corpo místico de Cristo, a assembléia visível e a comunidade espiritual, a Igreja terrestre e a Igreja enriquecida de bens celestes, não devem ser consideradas duas coisas, mas formam uma realidade complexa em que se funde o elemento divino e humano. É por isso, mediante uma não medíocre analogia, comparada ao mistério do Verbo encarnado. Pois como a natureza assumida indissoluvelmente unida a Ele serve ao Verbo Divino como órgão vivo de salvação, semelhantemente o organismo social da Igreja serve ao Espírito de Cristo que o vivifica para o aumento do corpo (cf. Ef 4,16)[4]
Com efeito, a obra de Cristo não foi deixada ao léu ou ao vento. No plano de Deus, a Igreja, herdeira das antigas promessas e povo escatológico reunido em vista da plena manifestação do Reino, ocupa um lugar insubstituível. É certo que Cristo é o único mediador da nova Aliança; entretanto ele quis tornar-se presente ao longo dos séculos pelo ministério da Igreja. Cristo vive a atua na e pela Igreja. Por isso a Igreja é necessária para a salvação[5]. A Igreja é este o Corpo do qual Cristo é a Cabeça: ela vive dele, nele e por ele; ele vive com ela e nela[6].
Por tudo isso, podemos dizer com Santo Tomás que a beleza da Igreja consiste, antes do mais, na sua riqueza interior; mas a sua atividade exterior contribui para tanto na medida em que ela procede do interior e conserva essa beleza interior[7].
Com isso não negamos que o pecado esteja presente na Igreja, uma vez que ela se compõe também do elemento humano, e, por isso mesmo, ela está sempre necessitada de renovação; entretanto afirmamos que a fidelidade de Deus não depende dos méritos humanos, de modo que a Igreja é seu sacramento indefectível; nela sempre podemos encontrar o Cristo, apesar do pecado de seus filhos. Assim, a Igreja é indefectivelmente santa e bela, na medida em que é sinal indefectível da presença de Cristo pelo Espírito.
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[1] Gomes, Cirilo Folch, op. cit., p. 484.

[2] Sobre a fundamentação desta afirmação, ver: Ratzinger, Cardeal Joseph. Compreender a Igreja hoje. Vocação para a comunhão. Petrópolis: Vozes, 1992, p. 9-26.

[3] Lumen Gentium, n. 5.

[4] Gaudium et Spes, n. 8. Obs.: Fala-se da necessidade da Igreja para a salvação em duplo sentido: necessidade da pertença à Igreja para aqueles que crêem em Jesus, e necessidade salvífica do ministério da Igreja que, por encargo de Deus, tem de estar a serviço da vinda do Reino de Deus [...] O Concílio Vaticano II faz sua a frase extra Ecclesiam nulla salus. Porém, com ela se dirige explicitamente àqueles que conhecem a necessidade da Igreja para a salvação. O Concílio considera que a afirmação se funda na necessidade da fé e do batismo afirmada por Cristo (LG 14) (Comissão Teológica Internacional. O Cristianismo e as Religiões. São Paulo: Loyola, 1997, p.37-38).

[5] Cf. Lumen Gentium, n. 14.

[6] Catecismo da Igreja Católica, n. 807.

[7] In IV Sententiarum, distinção 15, q. 3, a. 1, solução 4, ad 1, apud Escola Mater Ecclesiae. Curso de eclesiologia. Rio de Janeiro, [s.n.], 1996

PORQUE SERVIR À IGREJA- pe. Zezinho

Amigos e adversários me perguntaram por que sirvo à Igreja Católica, ontem e hoje tão controvertida. Isso mesmo, e já vai para cinqüenta anos. Respondi que controvérsia existe por toda a parte. Se tivesse escolhido ser político ou servir algum exército vede ou vermelho também a encontraria. Além do mais, nutro a convicção de que sirvo é a Deus e ao meu povo e faço isso na instituição chamada Igreja Católica.
Ao escolher a vida que vivo escolhi o sinal, a provocação, a controvérsia, mas também o diálogo, o estudo, a prece, a convivência e a paz. De alguma forma sou mestre e sou visto como mestre. Se outros quiseram ser mestres em história, sociologia, filosofia, medicina, ciências biológicas e política, eu quis ser um eco de Jesus, portanto: catequista e mestre de espiritualidade, o que não me parece coisa pouca nem pequena.
De homens e mulheres que assumiram crer e ensinar espiritualidade nasceram hospitais, creches, asilos, orfanatos, universidades, grandes obras de filantropia, grandes livros, grandes estudos, grandes descobertas, o processo civilizatório da Europa, da América Latina e de boa parte de outros continentes. Houve erros? Houve. E as ideologias de hoje também não impuseram e não erraram?
Os católicos iam lá anunciar Jesus do jeito deles e lá criavam escolas e cidades. Aconteceu no Brasil onde milhares de obras sociais têm o sinal da cruz nas suas paredes, onde famosas universidades de hoje nasceram de escolas católicas de ontem e onde, primeiro existiu uma capela no lugar em que hoje se erguem pujantes metrópoles.
É a esta Igreja que eu sirvo com todos os limites de uma agremiação de pessoas. Estamos no mundo há seguramente 20 séculos, ou como querem alguns, há dezessete séculos desde que nos chamamos de católicos, o que é mais tempo do que a maioria dos países e continentes de hoje, mais do que a maioria das igrejas e mais do que a maioria dos partidos e instituições de agora. Se duramos tanto tempo é porque soubemos durar e não nos faltou a graça de Deus que, cheio de misericórdia, viu nossos pecadores mas viu também os nossos santos e mártires.
Não tenho porque me achar mais do que os outros por ser católico, mas também não tenho porque pedir desculpas por servir a uma Igreja que modificou a história do mundo. Não devo encurralar ninguém com meus argumentos, mas também não tenho porque deixar me encurralar por este ou aquele autor que nos diminui. Mostro a quem me fala deles e de suas denúncias, centenas de outros que nos respeitam e admiram. Além disso, historiadores são humanos: há os que só destacam o lado bom e os que só acentuam o lado ruim. E há os honestos que mostram o poder, a glória e as derrotas. Fico com estes. Faço o mesmo diante dos pregadores de religião. Suas religiões e igrejas têm méritos e pecados, também a nossa. Respeito-os e espero ser respeitado.
Disse mais aos meus amigos naquela tarde fria de fogo a crepitar na lareira. Não escolhi ser sacerdote e aceitar que me chamem de reverendo e de padre apenas pelas honrarias e medalhas. Eu sabia que seria questionado porque teria que ensinar a doutrina da Igreja que é muito mais do que confeites, pudins e chantilis. Ela mexe com relacionamentos humanos e macro-políticas. Eu teria que anunciar e denunciar. Sabia disso há cinqüenta anos e sei agora. Se aceitei é porque achei que a isso Deus me chamava.
Continuo não me achando melhor do que os outros, mas não silenciei nem escolhi o conforto da palavra que agrada. Abracei um caminho que às vezes fere primeiro o pregador. Sirvo a Deus, assim penso eu, numa Igreja rica de história e de martírios. Os pecados? Sou leitor de História. Sei o que houve com outras religiões, com as esquerdas e direitas e outras ideologias. Não fujo ao debate. Espero que eles também não fujam! Não se descartam vinte séculos com algumas frases feitas. Nem do nosso lado nem do lado deles!

Bento XVI – Cinco anos debaixo de fogo. Uma síntese de seu pontificado.

di Paolo Rodari
In Il Foglio

Foi a 10 de Março passado. Enquanto os casos dos sacerdotes acusados de terem cometido abusos sobre menores invadiam a Alemanha, na Praça de São Pedro, Bento XVI explicava a sua ideia de governo da Igreja; tomando o exemplo de São Boaventura, afirmava que, para ele, «governar não é simplesmente fazer, é sobretudo pensar e rezar». «Para São Boaventura», prosseguia, «não se governa a Igreja apenas mediante ordens e estruturas, mas conduzindo e iluminando as almas.» Desde esse dia 10 de Março, Bento XVI não voltou a referir-se a este tema; mas, reagiu às acusações referentes à gestão da Igreja, que têm ido num crescendo de intensidade – as mais recentes foram publicadas no New York Times, que refere o caso de dois sacerdotes pedófilos, o americano Lawrence C. Murphy e o alemão Peter Hullermann, para pôr em causa o Cardeal Ratzinger, Prefeito do ex-Santo Ofício desde 1981 –, pondo em prática os ensinamentos do teólogo franciscano; ou seja, dando a conhecer o seu «pensamento iluminado», que é o que pretende ser a carta pastoral à Igreja da Irlanda.
E sempre foi assim, no decurso dos seus cinco anos de pontificado, que completará no próximo dia 19 de Abril. As palavras são o principal modo como o Papa conduz e se dirige à Igreja, ciente que está de que o pensamento cristão autêntico é a verdadeira «espada» lançada contra o mundo. «Note-se que não se trata de uma novidade», salienta o vaticanista Luigi Accattoli. «Já noutros momentos houve reacções furiosas ao pensamento do Papa.» Qual foi então o elemento que desencadeou a tempestade? «A ideia de que o Papa pretende voltar atrás, aos anos que antecederam o Concílio, aos anos obscuros da época tridentina; de que as suas palavras são retrógradas, quando comparadas com a cultura contemporânea, com o progresso dos novos tempos. Paulo VI, que começou por ser a esperança da cultura mediática de tendência “liberal”, tornou-se de repente um demónio ao escrever a Humanae Vitae; não foi por acaso que, em 1973, Vittorio Gorresio escreveu “O Papa e o demónio”, ou que Carlo Falconi, ex-sacerdote e vaticanista, publicou em 1978 “A viragem de Paulo VI”, entendendo por viragem o acento pré-conciliar que Montini pretendia conferir ao seu pontificado com a publicação da Humanae Vitae.
João Paulo II foi alvo das mesmas acusações.

Até 1989, Wojtyla era uma esperança para toda a gente; após a queda do Muro de Berlim, o seu pensamento deixou de ser útil, e começaram a chover as críticas. Porém, do ponto de vista da imprensa, o mais retrógrado era Ratzinger. “Restauração” foi a palavra que ocorreu nos títulos dos jornais que, em 1985, anteciparam a publicação do seu “Relatório sobre a fé”, escrito de parceria com Vittorio Messori; e “restauração” era quase um sinónimo de infâmia.»
Tudo começa a 22 de Dezembro de 2005, quando Bento XVI faz o seu primeiro discurso à Cúria Romana, lançando um desafio a quantos gostariam de uma Igreja, não tanto «para o mundo», ou «próxima do mundo», mas de uma Igreja «do mundo». Referindo-se ao Concílio, Ratzinger afirma que não foi uma ruptura com o passado, salientando que aqueles que insistem nesta interpretação mais não fazem do que «alinhar com as simpatias dos media e com uma parte da teologia contemporânea». «Foi a 22 de Dezembro de 2005 que toda a gente percebeu definitivamente quem é Ratzinger», observa Benny Lai, o decano dos vaticanistas. «Foi nesta altura que todos intuíram com quem teriam de se haver. Até 2005, ainda havia quem tivesse a esperança de que o primeiro Ratzinger, aquele que fora considerado mais progressista, tinha regressado; mas não foi isso que aconteceu. Já no tempo do Concílio muitos se tinham enganado, tomando Ratzinger por um teólogo progressista; até o Cardeal Giuseppe Siri teve essa opinião: quando o conheceu, não ficou com boa opinião dele. Mas Ratzinger acabou por mostrar que não correspondia a essa designação que lhe tinha sido inicialmente aplicada. E é essa mudança que ainda hoje incomoda, fora e dentro da Igreja.»
Desde o discurso à Cúria Romana até aos nossos dias, o «pensamento de Ratzinger» foi-se manifestando de muitas formas, desencadeando reações indignadas de muitos. «Naturalmente que Ratzinger está em desvantagem relativamente a Wojtyla», comenta ainda Benny Lai, «porque, para ele, as multidões não têm uma função terapêutica, como tinham para o Papa polaco. Mas o problema está na origem. Com multidões ou sem elas, são os conteúdos dos seus discursos que incomodam e que geram aversões. E isto aplica-se ao caso dos sacerdotes pedófilos, porque incomoda a muita gente, que o Papa continue a insistir no celibato dos sacerdotes. E, no entanto, o Papa não se deixa perturbar.
Como aconteceu quando lhe negaram a possibilidade de falar na Universidade della Sapienza: não se apresentou na aula magna da instituição, mas não deixou de lhe fazer chegar o discurso que tinha escrito, e deixou um sinal: “Não pretendo impor a fé”, uma declaração que foi título de todos os jornais. E o mesmo se passou quando foi a África. O Papa afirmou que a SIDA não se resolve com a distribuição de preservativos, e foi uma tempestade; foi atacado pela intelligentsia laica de metade da Europa. Mas estas declarações estavam correctas: combate-se a SIDA através de uma educação do homem que o leve a olhar de outra maneira para o seu corpo; o contrário é uma concepção narcisista e auto-referencial da sexualidade.» 

NÃO EXISTE espiritismo “cristão”. Existe espiritismo e sua doutrina não é cristã.

Rafael Vitola Brodbeck

Chico Xavier está na moda. Até filme fizeram dele, e não faltam católicos que o defendam, que o considerem um santo. Mas como um santo poderá obrar contra a Igreja? E a comunhão dos santos? Pode um santo ensinar algo contra a Igreja dos santos? Um santo que não é católico, que não crê na divindade de Cristo, que ensina a reencarnação e o contato com o além-túmulo?
Tais católicos nem sempre são espíritas. Até não aceitam o espiritismo, mas, diante das obras filantrópicas do médium Chico Xavier, esquecem a fé e apelam ao sentimentalismo barato.
Muitos desses católicos são os primeiros a atacar o Papa…
A verdade é que Chico Xavier não é santo. Pode até ter feito coisas boas, do ponto de vista natural, porém o mérito sobrenatural só pode ser ganho com estado de graça, unindo-se aos méritos infinitos de Cristo, morte na Cruz por nossa salvação. Chico, como espírita, nega o valor expiatório da Cruz. Como terá méritos sobrenaturais? Se está salvo, se está no céu, ou não, isso não é problema nosso. Não julgamos consciências, e não podemos afirmar que não tenha se salvado, por uma contrição perfeita no último suspiro, ou pela invencível ignorância acerca da verdadeira fé. Podemos ter conjecturas com base em sua vida, mas a palavra final é de Deus.
Todavia, podemos, e devemos, analisar seus ensinos e contrapo-los à verdade católica. E, com isso, vemos claramente: Chico Xavier pode ter feito coisas boas, mas não aderiu a Cristo Jesus como seu Rei, Senhor e Salvador, nem confessou a fé da única Igreja deixada por Ele. Não foi, pois, santo algum.
Além disso, o médium praticou diversas fraudes em suas sessões mediúnicas, como mostram os seguintes artigos. Além disso, cometeu inúmeros erros grosseiros, como associar São Luís Gonzaga a São Luís IX (fundou o “Centro Espírita São Luís Gonzaga, Rei da França” – parece que os espiritos superiores não lhe ensinaram que são “luíses” diferentes, e o rei da França era o IX, não o Gonzaga, com séculos de distância um do outro…).

Falece marido da Santa Gianna Beretta Molla.

O marido de Santa Gianna Beretta Molla, Pietro, faleceu à idade de 97 anos no sábado santo, um dia de especial importância para esta Família. “Pietro Molla foi um pilar e uma rocha, um homem de extraordinária fé, simplicidade e santidade”, escreve o Pe. Thomas Rosica, Diretor da Salt and Light TV ao saber da notícia.
Para o sacerdote, Pietro viveu “uma Vidade santidade e como sua amada esposa, Gianna, fez da santidade algo que nós também podemos alcançar”.
Pietro passou muito tempo de sua vida como viúvo logo depois da morte de sua esposa em 1962, quem preferiu dar à luz a sua filha rechaçando o aborto que alguns médicos lhe sugeriam, rechaçando também o tratamento que poderia ter salvado a vida dela.
Gianna, também doutora, faleceu apenas uma semana depois de que nascesse seu bebê. Seu marido ficou com seus quatro filhos e nunca voltou a casar-se. Para o Pe. Rosica “esta história de santidade não terminou com Santa Gianna.
“Tenho a certeza de que a causa de beatificação e canonização será aberta logo. Que poderoso testemunho será isto para a dignidade do matrimônio e a vida familiar!”, manifestou.
A relação dos Molla com o sábado santo está em que foi precisamente esse dia, em 1962, quando Gianna deu à luz a Gianna Emanuela. Uma semana depois, já na Páscoa, Santa Gianna faleceu. “Santa Gianna deu sua vida para que o bebê em seu ventre pudesse viver. Agora Pietro volta para a Casa do Pai na manhã do Sábado Santo de 2010″, explica.
Os funerais do Pietro se celebrarão em Mesero, Itália. Será enterrado no cemitério da cidade junto à sua esposa.

DEUS É FIEL

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