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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Série: Falsas Doutrinas

AS SEDUÇÕES PROPORCIONADAS PELA BUSCA DAS SEITAS
texto: Cassio José- Coordenador do Grupo Renascer

Tornou-se cada vez mais normal no nosso cotidiano a busca incessante de algo que venha a nos preencher e que promova mudança nas situações difíceis da qual passamos e estamos muitas vezes presos e vivenciando. A humanidade tem buscado cada vez mais Deus. Mas, por falta de conhecimento (Os 4,6), muitos cristãos têm sido enganados por Satanás, uma vez que não se raciocina e não se analisa a fonte da qual onde se busca resolver os problemas e as situações da vida. Querem apenas a solução de qualquer jeito, sem a mínima preocupação (muitas vezes) do deus que está resolucionando a causa da qual expomos e queremos sinais de milagre, cura, resolução. Não se pensa que “cada ação tem uma reação” e “colherei do que plantarei”. Dessa maneira, no coração de muitos filhos de Deus há uma preocupação tão grande da busca de uma solução imediata que não se pensa nas conseqüências de como e onde estou resolucionando tal situação que estou passando na minha vida

Série Os 10 Mandamentos


O Quinto Mandamento



“Não matarás” (Ex 20,13). Jesus disse no Sermão da Montanha: “Ouvistes o que foi dito aos antigos: "Não matarás. Aquele que matar terá de responder ao tribunal". Eu, porém, vos digo: todo aquele que se encolerizar contra seu irmão terá de responder no tribunal (Mt 5,21-22).



Portanto, o quinto Mandamento não proíbe apenas “não matar”, mas todo ato ou pensamento que possa ferir o outro física ou moralmente. Assim, a calúnia, a difamação, a perseguição, a exploração da pessoa em qualquer forma, a vingança, o ódio, etc., são pecados contra o Mandamento.


A Igreja ensina que toda vida humana, desde o momento da concepção até a morte, é sagrada, porque a pessoa humana foi querida por si mesma à imagem e à semelhança do Deus vivo e santo. Por isso não se admite o aborto, a eutanásia e o assassinato; são graves ofensas a Deus. A Igreja condena com pena canônica de excomunhão o crime do aborto; os que o praticarem e os que o promoverem. O embrião humano deve ser tratado como uma pessoa desde a sua concepção, e deve ser defendido em sua integridade, cuidado e curado como qualquer outro ser humano. Por isso, a Igreja não aceita a manipulação dos embriões e o desenvolvimento de células tronco embrionárias para fins terapêuticos, porque neste processo se destrói os embriões, que já são vidas humanas. Também a inseminação artificial é proibida pela Igreja, que entende que somente o casal pode gerar os filhos no ato conjugal do seu amor.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Notícias da Igreja



Terra Santa tem beatificação histórica

Estão sendo esperadas mais de três mil pessoas, domingo 22 de novembro, em Nazaré, para a beatificação de Maria Alfonsina Danil Ghattas, fundadora junto com o sacerdote Giuseppe Tannous, da Congregação árabe das Irmãs do Santíssimo Rosário de Jerusalém. “Trata-se da primeira beatificação que se realiza na Terra Santa – disse à agência Sir o pároco da cidade da Galiléia, o franciscano Amjad Sabbara – e por esse motivo há grande expectativa entre os católicos locais. Participarão fiéis de Belém, Jerusalém, Ramalá e dos lugares onde as irmãs do Rosário trabalham.














Fique por dentro



Só o amor gera a verdadeira vida!

“Aquele que crê em mim, mesmo que morra, viverá” (Jo 11,25). Não temos medo da morte porque amamos o Senhor, e é ele quem receberá as nossas vidas na hora da morte. Uma linda canção expressa bem a nossa total dependência do Senhor: “Sei em quem coloquei minha confiança e onde está minha segurança, meu Deus, tesouro meu, Tu és meu Sumo Bem”. (1) Os que amam a Deus e seus irmãos, não morrem! “Quem ama seu irmão permanece na luz” (Jo 2, 10).Teresa de Lisieurx dizia: “Não morro, entro na vida”. Somente o amor de Deus em nós pode nos fazer ficar de pé diante da cruz de tantas situações em que temos que morrer diariamente. Quantos de nós precisamos perdoar os mais difíceis, àqueles que estão conosco na vida cotidiana! Quantos de nós precisamos morrer amando o marido que está no adultério, na droga, na tristeza do desemprego, na frieza da fé, na doença terminal. Quantos de nós temos que morrer silenciosamente no cuidado de quem sofre com a doença física, psíquica ou espiritual! Quantos de nós “temos que morrer” para não perder a esperança e a alegria, mesmo em meio à saudade de quem partiu assim tão inesperadamente. Só a vida em Deus pode encher de sentido nossos mínimos sacrifícios. Esta é a morte que gera vida. “Ninguém me tira a vida, eu a dou livremente” (Jo 10,18). “Não estamos fadados à tristeza e a viver como os outros que não tem esperança”, diz o apóstolo Paulo (cf.1 Ts 4, 13).

Nota: 1 – Suely Façanha. Cd. “O Céu é logo”, Edições Shalom.

Antonio Marcos
Missionário na Comunidade de Vida Shalom
 

Formação


A importância da participação da Missa na paróquia
enviado por Rosinha

A Igreja paroquial é minha casa, é o meu núcleo de fé e vida.

Domingo é o dia do Senhor. São João Maria Vianey dizia: "Um Domingo sem Missa é uma semana sem Deus". A nossa fé nos agrega numa grande família que é a Igreja, de maneira mais particular a Paróquia, onde eu coloco em prática a minha fé. Lá é onde eu recebo o suporte necessário para crescer na formação humana, na espiritualidade e em todos os tesouros sacramentais para minha salvação. A Igreja paroquial é minha casa, é o meu núcleo de fé e vida.


Tomemos por modelo os cristãos das primeiras comunidades: "Os que receberam a sua palavra foram batizados. Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, na reunião em comum, na fração do pão e nas orações" (cf. Atos 2, 41-42).
Assim como eu preciso fazer uma experiência com Cristo para segui-lo, eu também preciso fazer uma experiência com a comunidade de fé, que é a Igreja, a portadora do depósito da fé, a extensão do grande corpo de Cristo e da qual eu sou membro. A comunidade é necessária para que a minha fé não seja estéril, morta, sem obras. Na comunidade paroquial, eu faço uma experiência de vida fraterna que faz toda a diferença no mundo de hoje. Na experiência dos apóstolos, o Domingo tem lugar especial por se tratar do dia da ressurreição do Senhor. No início, quando eles não tinham igrejas e eram perseguidos, eles celebravam em suas próprias casas. É isso que nós cristãos, hoje, somos chamados a resgatar: o sentido de casa de nossas paróquias, casa de comunhão e fé, ressurreição e vida.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Série: Os 10 Mandamentos



O Quarto Mandamento



Deus estabeleceu a humanidade sobre a família, e colocou os pais como os primeiros educadores dos filhos; por isso colocou este Mandamento: "Honra teu pai e tua mãe" (Dt 5,16; Mc 7,8).

“Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá” (Ex 20,12). Jesus cumpriu com perfeição este mandamento: “Era-lhes submisso” (Lc 2,51). São Paulo ensinou aos cristãos: "Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isso é justo. “Honra teu pai e tua mãe”; este é o primeiro mandamento acompanhado de promessas: “para seres feliz e teres uma longa vida sobre a terra””(Ef 6,1-3). “Filhos, obedecei em tudo a vossos pais, pois isso é agradável ao Senhor" (Cl 3,20).

O respeito do filho pelos pais se revela pela docilidade e pela obediência: "Meu filho, guarda os preceitos de teu pai, não rejeites a instrução de tua mãe... Quando caminhares, te guiarão; quando descansares, te guardarão; quando despertares, te falarão" (Pr 6,20-22). Ensina a Igreja que “Deus quis que, depois dele, honrássemos nossos pais e os que Ele, para nosso bem, investiu de autoridade”. (Catecismo, §2248) Fazendo eco a essas palavras o Papa João Paulo II, disse na Carta às Famílias: "Honra o teu pai e a tua mãe", porque eles são para ti, em determinado sentido, os representantes do Senhor, aqueles que te deram a vida, que te introduziram na existência: numa estirpe, numa nação, numa cultura. Depois de Deus são eles os teus primeiros benfeitores.... E por isso: honra os teus pais! Há aqui uma certa analogia com o culto devido a Deus" (CF, 15).

Padre, delicadeza do Coração de Jesus



Evangelizando com a alegria da Páscoa e a coragem de Pentecostes.Antes de tudo, caro (a) leitor (a), quero dizer-lhe que o sacerdote existe porque Deus ama você. O padre é ponte entre Deus e o povo. A palavra "padre" quer dizer "pai". Sim, pai da comunidade, amigo de Jesus, irmão dos seus colegas padres, diácono do povo. A todos os padres nossos cumprimentos, parabéns e agradecimentos. Se o Papa João Paulo já pediu 94 perdões em seu pontificado, não tenho nenhuma dificuldade em pedir perdão e perdoar nossos padres. Eles não precisam tanto dos nossos elogios, mas da nossa compreensão e colaboração. Sem eles, os bispos nada são, dizia um bispo francês no Concílio Vaticano II.


Que você padre seja o melhor audiovisual do amor do Pai, especialmente para os mais pequeninos. No dia de sua ordenação o bispo rezou para você “carregar o fardo do povo”. É a vocação do “padre-Cirineu”, um padre carregador de fardos, um “padre povoado”. Todos sabemos que a ordenação não suprime as fragilidades e limitações do ordenado. O sacerdote continua após a ordenação sob o peso da fragilidade humana, mas a graça sacramental o sustenta e o torna imagem do Bom Pastor, que dá a vida pelo rebanho. O padre não deve esquecer que ele é um “médico ferido” diz B. Haring. Mas, pela oração, a fraqueza humana se transforma em força. Carregamos o mistério em vasos de barro (cf. IICor 4, 7).

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Espiritualidade


Pe. Zezinho
SOU, PORQUE ACONTEÇO

“Há um tipo de mentalidade religiosa e secular que afirma “sou porque aconteço”,” sou porque repercuto” e a outro que afirma “sou porque compreendo”. Acontece no mundo dos negócios, no mundo dos esportes e principalmente no mundo da religião. É a luta entre os “experimentei” e o “estudei”, entre o sentir e o perceber, mesmos em sentir. Os fiéis que buscam explicações procuram um tipo de sacerdotes e pregadores que lhes dêem doutrina e ensinem o modo de entender, encarar as coisas e viver. Apostam fortemente na doutrina. Os que buscam sensação e querem experimentar, procuram os que pregam sobre o que acontece naquele que crê. Apostam fortemente nos sinais. Deus está operando maravilhas naquela igreja ou naquele grupo. E, se tudo aquilo está acontecendo então é sinal de eleição.
A um deles que, falando dos milagres quase diários nos seus templos, me perguntava a queima roupa onde estavam os sinais na Igreja Católica, falei de Lurdes, Fátima, e de inúmeros santuários cheios de lembranças e sinais de curas, falei dos nossos templos dos confessionários onde há curas silenciosas não publicadas na mídia, e dei o nome de dezenas de mártires católicos atuais que derma a vida pelos outros. Se a vida de um mártir não vale como sinal de Deus para o povo, então a cura de um caroço vale menos!...
O convite para vir, experimentar e ver milagres e buscar a cura, porque naquele templo as coisas acontecem, é a religião do tocar. Tem o seu valor. Jesus não rejeitou Tomé porque exigiu provas. Apenas disse a ele que havia um jeito mais profundo de buscá-lo. O de crer mesmo sem ver. (Jô 20,29)
Por mais que um pregador explique e seja culto, preparado e profundo, esse tipo de fiel que insiste em tocar e ver não vai ouvi-lo. Irá ao outro que, mesmo não tendo cultura e escolaridade e com pouca filosofia oferece o Deus que acontece. Entre acontecer e compreender há um espaço enorme que poucos conseguem transpor. A turma do pathein: tocar sentir e acontecer jamais vai se dar bem com a turma do mathein: compreender. E a turma do compreender vai estranhar a turma do acontecer. Mais felizes são os que conseguem viver as duas experiências. Compreender muito e, por menos que aconteça, entender o acontecido.

Notícia da Igreja

5ª Semana do Leigo de Fortaleza é dedicada ao centenário de Dom Helder Câmara
17 de Nov de 2009 - 14h21min
A arquidiocese de Fortaleza, por meio do Conselho Arquidiocesano de Leigos, promove a partir de hoje, 17, a 5ª Semana do Leigo, que este ano tem como tema “Dom Helder animando leigas e leigos para a missão”. A Semana, que acontece na Faculdade Católica de Fortaleza, será encerrada no dia 22 com uma grande celebração.

Na noite de hoje, haverá um momento de sensibilização com a reflexão da palavra viva de Dom Helder “Tudo tem vida e santidade”. Amanhã, a sessão será reservada à reflexão sobre o tema “Verbos prediletos”.

Outras informações acesse www.arquidiocesedefortaleza.org.br

Fonte: CNBB


Aprofundamentos RCC

Todos os batizados são carismáticos


1. A graça diviniza-nos
Todo o batizado foi elevado, pela graça santificante e pelos dons do Espírito Santo, à participação no Corpo de Cristo. Nele, a graça ainda não é plena, mas a sua vocação é crescer na graça como participante da natureza divina. A sua vocação é ficar cheio de graça, como dizemos de Nossa Senhora: Ave Maria, cheia de graça!

Podemos ler em 2 Pe 1,3-4: «O divino poder, ao dar-nos a conhecer aquele que nos chamou pela sua glória e pelo seu poder, concedeu-nos todas as coisas que contribuem para a vida e a piedade. Com elas, teve a bondade de nos dar também os mais preciosos e sublimes bens prometidos, a fim de que - por meio deles - vos torneis participantes da natureza divina, depois de vos livrardes da corrupção que a concupiscência gerou no mundo».

Nesta passagem de S. Pedro, está claro que recebemos dons gratuitos. E que esses dons nos transformam e fazem de nós comparticipantes da natureza divina.

2. Batismo no Espírito Santo
Nunca será demais recordar que pelo batismo recebemos o Espírito Santo, que nos reune no Corpo de Cristo. Assim se estabelece em nós uma in-habitação divina, uma união divina. Podemos entender assim claramente a partir do pentecostes joanino («recebei o Espírito Santo» - Jo 21,22), mas igualmente a partir do pentecostes lucano («todos ficaram cheios do Espírito Santo» - At 2,4).

A graça, os dons, os carismas, são manifestações do Espírito. E se nos é necessário falar deles, como desde logo falaram os Apóstolos e depois toda a teologia, não devemos cair no erro de os coisificar. A nossa união com Deus não deve ficar obscurecida ou intermediada pelos dons coisificados; mas, ao contrário, enriquecida pelos dons como manifestações do Espírito Santo em nós.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

FORMAÇÃO

O QUE É ORAR E VIGIAR?

Texto: Cassio José-Coordenador do Grupo Renascer

Essa foi a pergunta que me fizeram nesta manhã quando uma pessoa do Grupo Renascer ao fazer leituras de Mt 24 e 25 com outros irmãos, se perguntaram: O que é orar e vigiar? Reflitamos juntos nesta postagem:


São essas as expressões que nós encontramos na Palavra de Deus quando Jesus conversando com seus discípulos, após estes lhes mostrarem as construções do templo de Jerusalém, narra todo um vasto conjunto de acontecimentos que precedem a sua Segunda Vinda. Acompanhe:


“Vigiai, pois, por que não sabeis a hora em que virá o Senhor”. (Mt 24, 42)


“Vigiai, pois, por que não sabeis nem o dia nem a hora” (Mt 25, 13)

“Ficai de sobreaviso, vigiai; por que não sabeis quando será p tempo”. (Mc 13, 33)

“Vigiai, pois visto que não sabeis quando o Senhor da casa voltará, se a tarde, se a meia-noite, se ao cantar do galo, se pela manhã, para que, vindo derepente, não vos encontre dormindo. O que vos digo, digo a todos: vigiai”. (Mc 13, 35-37)

“ Vigiai pois, em todo o tempo, orando, para que possais escapar de todas essas coisas que hão de acontecer, e estar em pé na presença do Filho do homem” ( Lc 21, 36)

NOTÍCIA RCC BRASIL

DEFINIDO TEMA PARA A RCC DO BRASIL EM 2010

A Palavra de Deus estará no centro de todos os trabalhos da Renovação Carismática Católica do Brasil no ano que vem. O tema, inspirado em II Timóteo 4, 1-5, será: “PROCLAMA A PALAVRA, ANUNCIA A BOA NOTÍCIA!” Este é o tema geral para todas as atividades e também o tema específico do Congresso Nacional.


Segundo o presidente da RCC, Marcos Volcan, quando o Conselho Nacional define uma temática, o faz para colocar em evidência aspectos que são fundamentais na vivência carismática. “O amor pela Palavra é uma das primeiras consequências do Batismo no Espírito Santo”, lembra Marcos, ao explicar a escolha para 2010.

Na verdade, trata-se de uma continuidade ao tema do Senhorio, desenvolvido este ano, como explica o conselheiro Reinaldo Beserra, coordenador de São Paulo: “Cresceu em nós a consciência do Senhorio, e não dá para guardar isso. Proclamar que Jesus é o Senhor, com tanta ênfase, como estamos fazendo durante todo este ano, tem enchido nossas vidas de tamanha alegria que é preciso partilhar. Temos que dar essa Boa Notícia ao mundo: em Jesus temos o sentido pleno da vida”.

ORAÇÃO AO BOM JESUS DOS NAVEGANTES


Senhor Bom Jesus dos Navegantes, nosso Padroeiro, olhai para nós com infinito amor e afastai-nos de todos os males. Aqui estamos, celebrando vossa festa e suplicando a luz do Espírito Santo e sua força para compreender e assumir nossa missão de batizados.

Sois o Filho amado a quem o Pai dedica todo o seu afeto. Queremos sempre ouvir a vossa palavra que ilumina a nossa caminhada. Enviai novos operários para as tarefas do Reino. Abençoai as famílias e os casais comprometidos com a sua evangelização. Enchei de ardor missionário todos os nossos movimentos, associações, grupos e pastorais. Curais as doenças do nosso povo.
Senhor Bom Jesus dos Navegantes, glorioso patrono de nossa terra, infundi em nós toda a fé e esperança para que unidos na caridade, possamos participar, um dia, de vosso convívio, na glória do céu. Amém!



Fonte: Livro de Cânticos da Festa do Bom Jesus dos Navegantes - 2009, página 08.

SÉRIE OS 10 MANDAMENTOS


O Terceiro Mandamento


O Terceiro Mandamento nos lembra que o domingo é o dia do Senhor e a ele deve ser dedicado. “Trabalharás durante seis dias e farás todas as tuas obras. O sétimo dia, porém, é o sábado do Senhor, teu Deus. Não farás nenhum trabalho” (Ex 20,8-10). O dia do sábado no Antigo Testamento lembrava também a libertação de Israel do Egito. No Novo Testamento recorda agora a Páscoa de Jesus e sua Ressurreição no domingo; por isso, a Igreja, desde os Apóstolos guarda o domingo como o dia do Senhor (Dominus).



Jesus ressuscitou dentre os mortos "no primeiro dia da semana" (Mc 16,2). Este "primeiro dia", o dia da Ressurreição de Cristo, lembra a primeira criação. Enquanto "oitavo dia", que segue ao sábado, significa a nova criação inaugurada com a Ressurreição de Cristo. Para os cristãos, ele se tomou o primeiro de todos os dias, a primeira de todas as festas, o dia do Senhor ("dies dominica "), o "domingo". São Justino já no século II dizia: “Reunimo-nos todos no dia do sol, porque é o primeiro dia (após o sábado dos judeus, mas também o primeiro dia) em que Deus extraindo a matéria das trevas, criou o mundo e, nesse mesmo dia Jesus Cristo, nosso Salvador, ressuscitou dentre os mortos.”

domingo, 15 de novembro de 2009

Aprenda mais...

Vaticano em busca de vida fora da Terra




Tema esteve em debate durante quatro dias, juntando especialistas em astrobiologia


O Vaticano promoveu uma conferência de imprensa para a apresentar o balanço de uma semana de estudos sobre a astrobiologia (estudo da relação entre a vida e o universo), admitindo que é “legítimo” questionar se existe vida noutros planetas.

O director do Observatório Astronómico do Vaticano, o jesuíta argentino José Funes, disse aos jornalistas que, apesar de não haver prova da existência de “extra-terrestres”, é admissível que parta em busca dos mesmos.

Espiritualidade


A lâmpada e a luz- Pe. Zezinho

Com qual delas você se identifica? Com a lâmpada ou com a luz? Ainda confunde a luz com a lâmpada? Qual das duas é mais importante? Pense bem, antes de ajoelhar-se diante do sacrário ou de passear com o ostensório diante dos fiéis. Por não deixar clara a diferença entre o símbolo e o mistério, um grande número de pregadores desvia os fiéis para um devocionismo sem catequese: desfundamentam a fé, erguem edifícios frágeis e sem alicerce e enchem os templos de fiéis que procuram mais a lâmpada do que a luz. Formam gente que, ao invés de olhar ao redor para as coisas que a luz banhou, olham para a lâmpada, de onde sai a luz. Ficam cegos de tanto se fixar na direção errada. Lâmpadas não são para serem vistas nem tocadas. A luz que elas emitem não são para se encarar de frente e, sim, para iluminar o que, de fato, devemos encarar. Não se pára no símbolo, quando se busca o mistério para o qual ele aponta.




O cantor ou pregador que permite que lhe joguem um holofote no rosto, ou que canta diante de sua própria imagem ampliada, certamente brilhará e terá feito um excelente marketing de si mesmo, mas ficará cego e certamente não verá o povo para quem ele canta e fala. Será erro de comunicação dele e do iluminador. Mas, se a intenção daquelas luzes for, de fato, ressaltar o pregador, o cantor ou o espetáculo, então, chame-se ao ato de espetáculo e não de evangelização.



Se o objetivo for ressaltar a mensagem, há que haver luzes mostrando quem a emite e quem a recebe. Deus e o povo. Chame-se a este ato de rito ou de catequese. Mas se o cantor ecoar a si mesmo, será tudo menos catequista. Será um artista exibicionista. Falo como quem corre, permanentemente, este risco e como quem leciona Comunicação Religiosa há mais de 27 anos. Para o pregador religioso há que haver limites. Nossa proposta é outra.

O MUNDO VAI SE ACABAR EM 2012?

Cássio José (COORD. DO GRUPO RENASCER)

Recentemente foi lançado ao público o filme 2012 que é uma obra com teor apocalíptico com todo um vasto conjunto de sinais e catástrofes que segundo alguns esotéricos, devem acontecer exatamente no ano de 2012.


Não é a primeira vez que o ser humano procura marcar uma data para o fim do mundo. Durante o decorrer da história humana percebemos muitos pretensos iluminados que dataram o fim do mundo.

Uma reportagem publicada pela revista Veja, neste mês de novembro de 2009, nos mostra várias profecias acerca do fim do mundo anunciadas por algumas pessoas que não aconteceram. Vejamos algumas pra nossa reflexão:

DEUS É FIEL

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