VEJA NOSSOS ÁLBUNS DE FOTOS NO NOSSO FACEBOOK: facebook.com/gruporenascercamocim

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

I CONGRESSO PAROQUIAL DA RCC CAMOCIM


A moção de Deus para a Renovação Carismática Católica do Brasil, em 2009, diz respeito ao Senhorio de Jesus Cristo. Por isso, em todos os lugares do Brasil, retiros, seminários, congressos e outros eventos tem sido realizados abordando o tema: “Jesus Cristo é o Senhor”. Em Camocim, não queremos ficar à margem deste grande movimento de proclamação do domínio e da autoridade de Jesus sobre a nossa vida. Por isso, estaremos reunidos nos próximos dias 19 e 20 de Setembro de 2009, na Quadra do Instituto São José, realizando o I CONGRESSO PAROQUIAL DA RCC.

Certamente, teremos muito que experimentar, como acontece em todos os momentos em que nos colocamos na presença do Senhor. Além da relevância do tema, a RCC estará comemorando 23 ANOS DE PRESENÇA E DE SERVIÇO EM CAMOCIM, A TERRA DO SENHOR BOM JESUS DOS NAVEGANTES. Para nos auxiliar neste momento, estaremos contando com irmãos da Comunidade Católica Shalom (da Arquidiocese de Fortaleza), comunidade carismática que muito tem nos ajudado no decorrer de nossa caminhada. Porém, não queremos celebrar este momento somente com a Renovação Carismática Católica de Camocim. Por isso, estamos nos organizando para que o I CONGRESSO PAROQUIAL DA RCC, seja, pela graça de Deus, um momento de fortalecimento para os paroquianos dos mais diversos movimentos, para as pessoas que não caminham ativamente na Igreja, para irmãos de cidades vizinhas, enfim, para todo o Povo de Deus.



As inscrições para este Congresso poderão ser feitas nos Grupos de Oração (com os coordenadores), ou na Casa da RCC (Rua Dom Pedro II, nº 54), ou na Secretaria da Paróquia (com a Kaala). Para custearmos as despesas do evento, estamos orientando que no ato da inscrição seja feita uma colaboração simbólica de R$ 2,00 (dois reais). Maiores informações poderão ser obtidas pelos telefones 9623-3239 (Mário), ou 8812-9325 (Emanoel), ou 9634-0384 (Helton).

Concluindo, pedimos a ajuda de todos quanto à divulgação do evento. Deixamos ainda o convite para que você esteja unido a nós no período de 14 a 18 de Setembro, das 19h às 21h, na Igreja da Santa Cruz, quando estaremos fazendo a semana final de intercessão pelo Congresso, na certeza de que este seja um forte momento de derramamento de bênçãos para nossa cidade de Camocim.

“E toda língua confesse, para a glória de Deus Pais, que ‘Jesus Cristo é o Senhor’.” (Fl 2, 11).

Pelo Conselho de Coordenação Paroquial da RCC Camocim,
Mário Roberto Ferreira Lima (marioroberto_camocim@hotmail.com)

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Papa pede para católicos irem contra a corrente


Bento XVI deixou hoje um apelo aos católicos de todo o mundo, pedindo adesão à mensagem de Jesus para serem capazes se ir contra a corrente.

Na sua primeira aparição em público sem tala no punho direito, fraturado durante as suas férias em Les Combes, o Papa desafiou os fiéis a serem perseverantes e não se contentarem com uma pertença superficial à Igreja Católica.

"Jesus não se conforma com uma pertença superficial e formal, não lhe é suficiente adesão inicial entusiasta. É necessário, ao contrário, partilhar durante toda a vida do seu pensamento e do seu querer", afirmou perante os fiéis reunidos na sua residência de Verão de Castel Gandolfo, nos arredores de Roma.

O Papa admitiu que seguir o Evangelho comporta dificuldades e renuncias porque muitas vezes é necessário ir contra a corrente: “Também hoje, não são poucos aqueles que ficam escandalizados diante do paradoxo da fé cristã. O ensinamento de Jesus parece duro, demasiado difícil de acolher e de pôr em prática. Há então quem o recusa e abandona Cristo; há quem tenta adaptar a sua palavra às modas do tempo desnaturando-lhe o sentido e o valor”.

Bento XVI comentava um episódio evangélico em que uma multidão abandona Jesus depois do anúncio da sua morte. “Também vós quereis ir embora?”, perguntou Jesus aos doze apóstolos.

“Esta inquietadora provocação – salientou o Papa - ressoa no nosso coração e espera de cada um de nós uma resposta pessoal”.

Em conclusão, Bento XVI assegurou que “se abrirmos com confiança o coração a Cristo, se nos deixemos conquistar por Ele, podemos também nós experimentar juntamente com o Santo Cura d’Ars que a nossa única felicidade nesta terra consiste em amar Deus e saber que Ele nos ama, seguindo o exemplo da humilde menina de Nazaré, Mãe de Deus e mãe e modelo de todos os crentes”.

Depois da recitação do Ângelus o Papa recordou que este Domingo, na cidade italiana de Rimini, se inicia a XXX edição do Meeting para a amizade entre os povos que este ano tem como titulo «O conhecimento é sempre um acontecimento». Dirigindo a sua saudação aos participantes Bento XVI fez votos de que o encontro seja uma ocasião propícia para compreender que “conhecer não é um ato apenas material, porque em cada conhecimento e em cada ato de amor, a alma do homem experimenta um «extra» que se assemelha muito a um dom recebido, a uma altura para a qual nos sentimos atraídos”.

domingo, 23 de agosto de 2009

A vocação nasce do encontro


Por que Saulo (Paulo) perseguia a Igreja? Pergunta que nos interroga, sensibiliza e abre uma grande lacuna. Por que Deus escolheu um perseguidor? Tanta gente boa. Mas vamos conhecer primeiro Saulo para podermos entender o porquê da pergunta. Saulo, natural de Tarso da Cilícia, filho da tribo de Benjamim, a mesma do rei David, era filho de comerciantes ricos, cidadão romano, ligado à seita dos fariseus, aluno do glorioso rabino Gamaliel, zeloso defensor da Torá. Ele era fariseu, filho de fariseu.

Israelita orgulhoso, alma de fogo e coração íntegro, ainda jovem, era conhecido apenas por seu nome judeu de Saulo. Impulsionado pelo entusiasmo impetuoso da mocidade; abrasado em ânsias de proselitismo próprio do judeu, julgou que tinha missão religiosa para cumprir: combater o Cristianismo até destruí-lo. Por considerá-lo uma traição ao Judaísmo, perseguia os seguidores de Cristo porque eles tinham abandonado a lei mosaica para seguir um tal de Jesus, sobre o qual um monte de fanáticos cristãos pregavam e diziam ter ressuscitado dos mortos .

Ele, como um bom judeu, intelectual e fiel à lei, precisava fazer alguma coisa para acabar com aqueles que estavam destruindo o Judaísmo. Quando Paulo se dirigia pelo caminho a Damasco, seu coração estava cheio de agressividade contra os cristãos, não porque fosse um homem mau, mas por ser fiel às tradições nas quais havia sido formado. Estava cheio de agressividade, pois se sentia ameaçado por esta nova fé que se opunha às suas tradições mais caras nas quais fora ensinado. Era pelo amor de Deus que perseguia os inovadores.


Um belo exemplo de experiência de Deus é a do Apóstolo Paulo. O que lhe acontece no caminho de Damasco foi certamente uma experiência de ponta, marcante e indelével. Esse foi um momento muito importante em sua vida. Mas ele esteve certamente também intensamente unido ao Cristo durante todos os anos seguintes de sua vida e não apenas nesse momento particular.

Essa experiência era para Paulo, unicamente para ele. Naquele momento Jesus o queria, o Senhor se apossa da vida dele, mas sem lhe tirar a liberdade. Então ele passa a pertencer unicamente a seu Senhor, pelo qual foi convocado. Agora sua vida se resume na obediência ao seu Senhor.

Deus foi absolutamente livre no chamado de Paulo, nada foi lhe imposto, sendo ele livre para dar uma resposta responsável a Altíssimo. O Senhor, quando o chamou, pôs em seu coração a capacidade de resposta, não o amarrou, nem o obrigou a nad, mas lhe deu condições de decidir e corresponder ao dom recebido. O Senhor abriu-se a Paulo em uma condição de diálogo, algo pessoal e íntimo.


O apóstolo dos gentios passou por uma transformação histórica e interior, tornou-se uma nova criatura porque Deus lhe concedeu o dom da fé e da esperança. Por intermédio de Cristo, ele recebeu de Deus a vida nova.


O chamado é uma pura iniciativa de Deus. O Senhor quando vocaciona alguém já tem um projeto para a vida de quem responde o ''sim'', não como uma predestinação, mas como uma resposta de amor. Ninguém veio do ocaso, nem para ficar solto no mundo, todos viemos para livremente dar uma resposta ao projeto de Deus único e irrepetível.

Dizer “sim” é tornar-se um canal de graça para os outros e para o mundo. Neste sentido nós participamos do plano do Pai.

O seguimento a Deus é apenas uma "gratidão" espiritual. Acima de tudo foi Ele quem possibilitou ao homem participar da existência que pertence somente a Ele.


Seguir ao Senhor deve ser a expressão máxima da alegria de todo ser humano; deve exalar o perfume de Cristo. Toda vocação deve tornar-se atraente, deve provocar nas pessoas um encontro com Deus, transformar o mundo, os corações.

Por isso, uma vez vivendo e experimentando o amor vocacional, o chamado de Deus não deve ser vivido de forma frustrante deixando a vocação tornar-se velha; esta deve ser sempre nova, apresentar a cada dia a novidade do Espírito Santo. Os outros precisam ficar fascinados com o efeito da graça na vida de quem é consagrado ao Senhor. É preciso comunicar a vida para os homens que somente Cristo pode dar.